<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273</id><updated>2012-02-29T06:50:20.533-08:00</updated><title type='text'>Maria Maria - Mulheres em Movimento</title><subtitle type='html'>Maria Maria - Mulheres em Movimento</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>117</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-8120360451058150332</id><published>2012-02-29T05:43:00.001-08:00</published><updated>2012-02-29T06:27:48.411-08:00</updated><title type='text'>Debate: “A Mulher na Mídia: da representação às formas de intervenção”, Coletivo Maria Maria - Mulheres em Movimento</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A todo o tempo, vemos a mulher ser mal representada nos meios de comunicação tradicionais – TV, rádio, jornal impresso, revista, por exemplo. Na mídia, as mulheres se encontram em tipos que vão da “dona de casa” e “santa” à mulher “fatal” e de atitude, mas muitas vezes enfocada como objeto ou então uma fora da lei que vai acabar se dando mal na estrada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Há uma certa dificuldade – ou falta de vontade – desses meios em reconhecer que os tempos e as mulheres mudaram, e portanto pretendem muito mais do que ler as fofocas de novelas e artistas, saber como emagrecer 5 kg em 10 dias, aprender uma nova receita simplesmente para agradar o marido ou a última dica de limpeza para limpar a casa. Pelo contrário, o que se vê atualmente é um número cada vez maior de mulheres entrando nas universidades e buscando seu espaço no mercado de trabalho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apesar desse avanço, os espaços em que a mulher se encontra na mídia, em sua maioria, ainda são voltados para o ramo da beleza, relacionamento (heterossexual), da alimentação, e dos cuidados com a casa e filhos, ou então para o entretenimento masculino. Deixa-se de retratar e mostrar, então, a possibilidade de uma opção sexual diferente, a vontade da mulher de não se casar ou não ter filhos, ou de priorizar coisas que não sejam as que normalmente são destinadas a mulheres. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Outro ponto importante é a representação da mulher negra na mídia, que – além de integrar os íntens anteriormente citados - é pouca e duvidosa, já que em novelas, por exemplo, as mulheres negras costumavam ocupar apenas papéis de empregadas domésticas e escravas (em novelas de época). Há pouco tempo é que surgiu uma protagonista negra na TV e as mulheres começaram a atuar em papéis mais relevantes. Além disso, muitas vezes persiste o retrato da mulher pobre, da moradora da favela, da negra de quadris largos, da passista de escola de samba, e por aí vai.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Com o surgimento da Internet, especificamente falando da web 2.0, colaborativa, além da visão tradicional (e machista, muitas vezes) da mídia sobre a mulher, começou a surgir conteúdo surgido por mulheres, que viram no ciberespaço um ambiente propício para a difusão de seus pontos de vista e realidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O caminho para o ciberativismo    &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não é de hoje que as mulheres se organizam e buscam pelos seus direitos, é longo e antigo o caminho percorrido pela conquista do espaço e da voz feminina na sociedade. Na primeira forma de comunicação e auto-organização, como em todos os outros movimentos revolucionários, as feministas e organizações de mulheres utilizavam de jornais, revistas, periódicos e folhetins, buscando, cada vez mais, atingir o maior número de pessoas possível e, dessa forma, expandir o alcance de suas idéias.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Com o avanço tecnológico e o surgimento de novas tecnologias, a comunicação se tornou cada vez mais rápida e eficiente: com apenas alguns cliques, e em alguns segundos, uma simples frase pode ser lida ao mesmo tempo por milhares de pessoas. São diversas as formas de intervenção pela Internet, por exemplo: e-mails, blogs, redes sociais, SMS, fóruns, dentre outros. O ativismo digital ou ciberativismo está por toda parte, o que colabora, inclusive, para o encontro de movimentos organizados ou mesmo de pessoas distantes fisicamente, mas unidas pela mesma causa. E assim, o movimento feminista vem ganhando cada vez mais força e alcançando um número maior de pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt; É sobre essa imagem da mulher que a mídia mostra e divulga, e os recursos para que as mulheres “reais” possam expressar a própria opinião e a forma que vêem o mundo que, &lt;b&gt;nesta sexta-feira (02), às 20h30, no Espaco Cultural Bernando Mscarenhas, (CCBM), em Juiz de Fora, três militantes - Bruna Provazi, Carina Scaldini e Sara Siqueira irão compor a mesa de debate do 5º Festival Mulheres no Volante.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;- &lt;a href="http://brunaprovazi.wordpress.com/"&gt;Bruna Provazi&lt;/a&gt; é graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, mestranda em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC, militante da &lt;a href="http://www.sof.org.br/marcha/"&gt;Marcha Mundial das Mulheres&lt;/a&gt;  e organizadora do Festival Mulheres no Volante. &lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;- Carina Scaldini é estudante de comunicação na Universidade Federal de Juiz de Fora e militante do Maria Maria – Mulheres em Movimento (JF).  &lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;- Sara Siqueira é licenciada e bacharel em Artes pela UFJF com especialização em Psicanálise (UFJF), quadrinista, atriz e ativista do &lt;a href="http://blogueirasfeministas.com/"&gt;Blogueiras Feministas&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Confira &lt;a href="http://mnv2011.wordpress.com/2012/02/"&gt;aqui&lt;/a&gt; programa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; "&gt;ç&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 100%; "&gt;ao completa do Festival&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-8120360451058150332?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/8120360451058150332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=8120360451058150332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8120360451058150332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8120360451058150332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2012/02/debate-mulher-na-midia-da-representacao.html' title='Debate: “A Mulher na Mídia: da representação às formas de intervenção”, Coletivo Maria Maria - Mulheres em Movimento'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-3524940452089630599</id><published>2012-02-24T15:16:00.013-08:00</published><updated>2012-02-26T16:23:15.991-08:00</updated><title type='text'>Lugar de mulher é na política!</title><content type='html'>&lt;ul style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; "&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cyxPADrcNIo/T0ga4jx9hiI/AAAAAAAAAo0/_tH1nXAs0gw/s1600/80%2Banos%2Bvoto.jpg" style="font-size: 100%; "&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 295px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-cyxPADrcNIo/T0ga4jx9hiI/AAAAAAAAAo0/_tH1nXAs0gw/s320/80%2Banos%2Bvoto.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5712845686299264546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; "&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; text-align: left; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 100%; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"  &gt;Mais mulheres na política, mais políticas para mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Exatamente hoje, 24 de fevereiro de 2012, se comemora 80 anos de conquista do direito ao voto feminino no Brasil, nesta mesma data, em 1932, o presidente Getúlio Vargas assinou o decreto, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, que permitiam às mulheres brasileiras de exercer o seu direito democrático participando da escolha do seu governante. Mas e aí vem a questão, direito dado ou conquistado? A partir daí passa a vigorar a igualdade entre os gênero? O movimento feminista pode se aposentar? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Vamos lá então, por partes que o problema é mais complexo do que parece.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "  &gt;Um pouco da história dessa importante luta no mundo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Começa ainda na revolução francesa, no século XVIII, os primeiros traços em defesa dos direitos políticos das mulheres, posteriormente as ondas revolucionárias francesas chegam a Inglaterra é a vez d@s escritores/as progressistas defenderem uma sociedade mais democrática, livre e igual. Mas pode-se dizer que só após os escritos de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Helen_Taylor"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Helen Taylor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Stuart_Mill"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;John Stuart Mill&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; a luta pelo direito ao voto feminino se transformou n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;o movimento sufragista. Em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;The Subjection of Women&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;(1861, e publicado em 1869), o economista inglês nos mostra que a subjugação legal das mulheres é uma discriminação da sociedade e afirma que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; se não se sabe do que as mulheres são capazes, é porque os homens nunca as deixam tentar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;E assim, com base desses escritores em 1893, o movimento sufragista neozelandês se torna o pioneiro na conquista no direito ao foto feminino, liderado por Kate Sheppard. Em 1897, é fundado a “União Nacional pelo Sufrágio Feminino”, por Millicent Fawcett, na Inglaterra e após o fim da Primeira Guerra Mundial, em 1918, no Reino Unido, as mulheres conquistaram o direito ao voto seguido dos Estados Unidos em 1919.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A conquista brasileira:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No Brasil, foram mais de 40 anos de luta, primeiramente a vitória veio no estado do Rio Grande do Norte, em 1927, quando a lei eleitoral concedeu direito de voto as potiguaras, e em 1928, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alzira_Soriano"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Alzira Soriano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;, se tornou a primeira prefeita da América Latina, ganhando as eleições municipais de Lage (RN). O que deu força aos demais estados na luta das mulheres pelos direitos políticos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Mas a conquista nacional só veio em 1932, tendo com uma das principais líderes do movimento sufragista brasileiro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bertha_Lutz"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Bertha Lutz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;(1894-1976), que conheceu os movimentos feministas da Europa e dos Estados Unidos nas primeiras décadas do século XX e organizou o movimento sufragista no Brasil. Em 1919, ajudou a criar a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher. Representou o Brasil na assembleia geral da Liga das Mulheres Eleitoras, realizada nos EUA, e foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Em 1934,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlota_Pereira_de_Queir%C3%B3s"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Carlota Pereira de Queirós&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; (1892-1982), tomou posse como a primeira mulher eleita deputada federal. Em novembro de 1937, com a implantação do Estado Novo, houve o fechamento do Legislativo brasileiro e grande recuo das liberdades democráticas. Em 1946, com a retomada do estado democrático nenhuma mulher foi eleita para a Câmara. Sendo que o numero de mulheres eleitas para o legislativo brasileiro até 1982 era pouco significativo. Somente na Nova República o número de mulheres começou a aumentar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Segundo José Eustaquio Alves em entrevista para  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-indent: 1.27cm; text-align: left; "&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=2757&amp;amp;catid=80"&gt;Agencia Patricia Galvão&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span style="text-align: left; text-indent: 1.27cm; line-height: 0.64cm; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span style="text-align: left; text-indent: 1.27cm; line-height: 0.64cm; "  &gt;"Foram eleitas 26 deputadas federais em 1986, 32 em 1994, 42 em 2002 e 45 deputadas em 2006 e 2010. Mas este número representa apenas 9% dos 513 deputados da Câmara Federal. No ranking internacional da Inter-Parliamentary Union (IPU), o Brasil se encontra atualmente no 142º lugar. Em todo o continente americano, o Brasil perde na participação feminina no Parlamento para quase todos os países, empata com o Panamá e está à frente apenas do Haiti e Belize. No mundo, o Brasil perde até para países como Iraque e Afeganistão, além de estar a uma grande distância de outros países de lingua portuguesa como Angola, Moçambique e Timor Leste."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-align: left; text-indent: 1.27cm; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-align: left; text-indent: 1.27cm; "  &gt;A nossa luta de todo dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span style="line-height: 0.64cm; text-align: left; text-indent: 1.27cm; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY" style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; margin-top: 0.05cm; margin-bottom: 0.05cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"  &gt;Como é possível perceber as mulheres conquistaram seu direito à voto em 1932 mas ainda há muito chão na estrada do movimento feminista, a nossa luta agora é por uma representatividade efetiva. As mulheres brasileiras até 1998 eram minoria do eleitorado, a partir do ano 2000, passaram a ser maioria e, em 2010, nas ultimas eleições já superavam os homens. No entanto, existem ainda uma certa dificuldade das possíveis candidatas a conseguirem apoio dos partidos para disputar as eleições em igualdade de condições. É visível conservadorismo   e o patriarcado que ainda ronda na sociedade e dificulta a vida pública das mulheres inclusive o seu crescimento político, tanto por parte dos homens, que são maioria nos partidos, como das próprias mulheres em entrar numa carreira política. Aquele velho discurso da divisão sexual do trabalho onde espaço publico é destinado aos homens e ao privado fica a cargo da mulher. O que infelizmente muitas vezes é reproduzido pelas próprias mulheres, que acabam tendo que optar em ficar em casa e cuidando dos filhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;span&gt;“&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Hoje a Lei de Cotas determina que os partidos inscrevam pelo menos 30% de candidatos de cada sexo e dê apoio financeiro e espaço no programa eleitoral gratuito para o sexo minoritário na disputa.” Afirma Alves em entrevista no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2877263228408389273&amp;amp;postID=3524940452089630599&amp;amp;from=pencil#.T0eZDxYhZ7A.email"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Brasil de Fato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;. Mas a lei passa a ser ineficaz quando esse quadro não é preenchido e alguns partidos ao invés de incentivarem e dar suporte para as candidaturas femininas apelam para falsas candidaturas colocando a secretária, a mãe, a tia como candidatos não dá às mulheres as condições de disputar uma eleição de fato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span  &gt;Mas há que se ressaltar a grande conquista brasileira nas eleições de 2010, no qual foi eleita a primeira mulher para o cargo de chefia da República. E o Brasil passou a compor o quadro dos 20 países do mundo que possui mulher no cargo máximo do Poder Executivo. Na América Latina está entre os 4 que tiveram mulheres ocupando o cargo presidencial, ao lado da Argentina, do Chile, e da Costa Rica. Outro fato importante foi que o número de ministras cresceu e aumentou a presença de mulheres na presidência de empresas e órgãos públicos, como no IBGE e na Petrobrás.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span  &gt;Mas, apesar do país ter no seu cargo máximo do executivo uma mulher, na atual composição da Câmara com 45 deputadas a bancada feminina representa apenas 8,77% do total da Casa,  No Senado,  ainda é pior de 81 lugares há apenas 12 senadoras. Mas nos municípios brasileiros as conquistas não foram tão significativas, as mulheres são, atualmente, menos de 10% das chefias das prefeituras e menos de 12% dos vereadores nas Câmaras Municipais, segundo dados do TSE.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.64cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span  &gt;De acordo com o CENSO realizado pelo IBGE, as mulheres brasileiras de hoje já possuem nível de escolaridade maior do que o dos homens, sendo ainda a maioria nas faixas etárias até 49 anos que possuem nível superior. Possuem maior esperança de vida e são maioria da População Economicamente Ativa (PEA) com mais de 11 anos de estudo, mas ainda possuem salários mais baixos e tem mais dificuldades para conquistar altos cargos, necessitam de mais anos de estudo para equiparar à remuneração masculina. No entanto é bastante claro o avança alcançado tanto em termos sociais e quanto políticos, espero não ser necessário esperar mais 80 anos para conseguir igualdade na participação política.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-3524940452089630599?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/3524940452089630599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=3524940452089630599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3524940452089630599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3524940452089630599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2012/02/lugar-de-mulher-e-na-politica.html' title='Lugar de mulher é na política!'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cyxPADrcNIo/T0ga4jx9hiI/AAAAAAAAAo0/_tH1nXAs0gw/s72-c/80%2Banos%2Bvoto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5800386614224710511</id><published>2012-02-23T10:05:00.002-08:00</published><updated>2012-02-23T10:27:49.118-08:00</updated><title type='text'>A Teoria do King Kong de Virginie Despentes</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WrdoXj0Hai8/T0aBUbmTdfI/AAAAAAAAAoo/YYBspExDjuU/s1600/1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-WrdoXj0Hai8/T0aBUbmTdfI/AAAAAAAAAoo/YYBspExDjuU/s320/1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5712395365371835890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;&lt;o:p&gt; por Isadora Pontes&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;King Kong Théorie&lt;/i&gt; é uma obra auto-biográfica da francesa Virginie Despentes, apresentada por seu editor como “um manifesto por um novo feminismo”, trata do aspecto do feminino no presente, através do que a autora pode tirar de suas experiência. Com uma linguagem forte e sem pudores Despentes inicia sua obra com um prefácio para não deixar dúvidas quanto ao seu intento, dar voz às mulheres que raramente encontramos na literatura, às mulheres de verdade, que não precisam ser belas ou sedutoras, que se permitem pensar por si mesmas, que têm seus desejos ainda que não façam parte do padrão estético e comportamental que a sociedade cobra todos os dias:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            “Escrevo do país das feias, para as feias, as velhas, as caminhoneiras, as frígidas, as mal  comidas, as incomíveis, as histéricas, as doidas, todas as excluídas do grande mercado da      mulher perfeita. E começo dessa forma para que as coisas fiquem bem claras desde o início:             não estou escrevendo nem para pedir desculpas, nem para me queixar. Não trocaria de lugar  com ninguém, porque ser Virginie Despentes me parece ser uma ocupação bem mais    interessante do que outra qualquer. (...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            É como proletária da feminilidade que falo, que falei ontem e que estou falando hoje.     Quando estava desempregada, vivendo do RMI, não tinha vergonha nenhuma de ser uma           excluída, somente raiva. É a mesma coisa como mulher: não sinto a menor vergonha de não       ser a super-mulher perfeita. Em contrapartida, fico verde de raiva que tentem o tempo todo     me convencer que não deveria nem mesmo existir, pelo fato de ser uma mulher que desperta   pouco interesse nos homens. Sempre existimos.(...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            É a partir desse lugar que escrevo, como mulher não sedutora, mas ambiciosa, atraída pelo          dinheiro que eu própria ganho, atraída pelo poder, de fazer e de recusar, atraída pela cidade     mais do que pelo lar, sempre excitada com as experiências e incapaz de me satisfazer      simplesmente com relatos de experiências. Estou pouco me lixando em fazer ficar de pau      duro homens que não me fazem sonhar. (...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            Porque o ideal da mulher branca, sedutora sem ser puta, bem casada sem ser apagada, que          trabalha sem fazer sucesso demais para não esmagar seu homem, magra sem ser neurótica        por comida, indefinidamente jovem sem ser desfigurada pelos cirurgiões da estética, mamãe     realizada sem ser devorada por fraldas e deveres escolares, boa dona de casa sem ser a           empregadinha/escrava tradicional, culta, mas desde que o seja menos que um homem, essa         mulher branca feliz que ficam nos brandindo o tempo todo, com a qual devemos nos             esforçar para nos parecer, além do fato de que ela parece perder seu tempo só com coisas            chatas que não levam a grande coisa, nunca a encontrei em parte alguma. Acho até que ela    não existe.”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            A autora coloca como principal causa da repressão sofrida por nós o medo que os homens possuem e como nós articulamos isso. De modo que, até quando essa repressão se torna menos viável, esse medo leva as mulheres a se diminuírem espontaneamente, a dissimularem os seus desejos, colocarem-se como as que estão aqui apenas para seduzir, voltando a um papel que não passa de um simulacro, por uma necessidade de mostrar aos homens que eles não precisam nos temer. Tal necessidade, aponta Despentes, vem do fato das mulheres, ao alcançarem alguns poderes tradicionalmente masculinos, carregarem em si também um medo, muitas vezes inconsciente, da punição, posto que crescemos tendo que engolir a todo o momento que a nossa independência é algo nefasto, algo pelo que devemos nos desculpar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            Virginie Despentes conta a sua vida, como ela mesma diz, “de homem” sem se vitimizar ou alarmar as suas conquistas. O meio em que viveu, sua família, a permitiu uma independência que ela não sabia ser rara, aproveitando o máximo de sua virilidade e auto suficiência. Por essa razão por muitos anos de sua juventude esteve longe do feminismo, não por não compartilhar de suas ideias, mas porque ser uma mulher não a havia impedido de muitas coisas a partir do momento que quis ter uma vida de homem e assim o fez. Desse modo, aponta que a revolução feminista foi efetiva nesse ponto, mas que não aboliu do mundo o fato de “competência” e “masculinidade” serem tidos como sinônimos e não a impediu de perceber, ainda que mais tarde, o quanto nós vivemos dentro de uma série de restrições, ainda que mascaradas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            A obra não se limita a tratar do papel imposto à mulher, mas também àquele imposto aos homens que contribui para a dificuldade de uma revolução de gêneros efetiva. Assim como as mulheres são criadas dentro de uma moral que as impõe a aceitação da subjugação, uma personalidade frágil e sentimental, aos homens é imposto o papel do corajoso, destemido que deve esconder as suas emoções, que deve esmagar a sua feminilidade assim como as mulheres a sua virilidade, tudo isso de acordo com o que o corpo coletivo exige. Nesta reflexão a autora recorre a organização de toda a sociedade, fala de um Estado todo-poderoso que nos infantiliza, nos mantém na ignorância, na exclusão e no medo, tomando decisões por nós, pois este nos mantém afastadas da compreensão de nossa inferiorização assim como mantém as pessoas afastadas do mecanismo de controle usado para a articulação do poder:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;            “O capitalismo é uma religião igualitária, no sentido de que ela subjuga a todos, e leva cada       um a se sentir preso, como são todas as mulheres”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;Uma outra abordagem marcante da obra é quando Despentes fala do abuso sexual que sofreu aos 17 anos, este fato a leva discutir o quanto isso é algo mais comum do que se imagina, algo que acontece todos os dias, contudo a gravidade é dissimulada pois as mulheres aprenderam desde sempre a usar outros nomes para defini-lo. O que acontece é que “no momento em que não falamos a palavra, o nome, a agressão perde a sua especificidade”. Não é só o silêncio das mulheres – muitas vezes forçado pelo medo ou pela sociedade que trata o assunto como delicado demais para ser discutido,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;mas a descaracterização do ato feita pelos homens que, na maioria das vezes, consideram estupro apenas os atos de violência física grave,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;achando que no máximo forçaram um pouco aquilo mas se aconteceu houve o consentimento da outra parte, e assim continuam as suas vidas sem a menor culpa. Dessa maneira, nesse meio omisso as lembranças do abuso se tornam “as feridas de uma guerra que deve ser travada no silêncio e na obscuridade.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;---------------------&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;Dicas das Marias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;Quem é Virginie Despentes? clique &lt;a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Virginie_Despentes"&gt;aqui &lt;/a&gt;. (em francês)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;&lt;a href="http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/7170"&gt;Entrevista &lt;/a&gt;em espanhol com a autora. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: normal; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 100%; "&gt;&lt;a href="http://www.wook.pt/ficha/king-kong-theory/a/id/10851693"&gt;E-book&lt;/a&gt; em inglês. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5800386614224710511?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5800386614224710511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5800386614224710511' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5800386614224710511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5800386614224710511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2012/02/teoria-do-king-kong-de-virginie.html' title='A Teoria do King Kong de Virginie Despentes'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WrdoXj0Hai8/T0aBUbmTdfI/AAAAAAAAAoo/YYBspExDjuU/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5844847299342395091</id><published>2012-02-16T04:17:00.008-08:00</published><updated>2012-02-16T05:41:11.819-08:00</updated><title type='text'>Festival Mulheres no Volante 5.0 – nas ruas e nas redes</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J5JpJ1BxIxg/Tz0G1eqyzDI/AAAAAAAAAoc/Oe8Q5nm085M/s1600/volantinho.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 112px; height: 106px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-J5JpJ1BxIxg/Tz0G1eqyzDI/AAAAAAAAAoc/Oe8Q5nm085M/s320/volantinho.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5709727418411043890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Foi dada a largada e o Maria Maria já confirmou que pegará carona no festival, na janela e dando tchauzinho. Segue abaixo a programação do 5º Festival que acontecerá de 1 a 4 de março, vai bombar de gente bonita e legal e você não pode ficar de fora. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os motores começam a esquentar na &lt;b&gt;QUINTA FEIRA, 01 &lt;/b&gt;de&lt;b&gt; MARÇO &lt;/b&gt;no &lt;b&gt;CCBM (Centro Cultural Bernardo Mascarenhas) &lt;/b&gt;as &lt;b&gt;14h &lt;/b&gt;com:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oficina: Foto-grafias femininas: um universo em (des) encanto, com Nina Zamagno (10 vagas)&lt;/div&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Inscrições pelo e-mail oficinamnv@gmail.com.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;E as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;20h &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; ESPAÇO MEZCLA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; &lt;b&gt;Abertura Oficial MnV 5.0 – Edição Especial Eco Performances Poéticas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; No elenco as poetas: Carolina Barreto e Joyce Scoralick.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; - &lt;b&gt;Relançamento dos livros:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;“Vaca contemplativa em terreno baldio”, de Anelise Freitas, e “No silêncio de um show de rock”, de Larissa Andrioli.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;b&gt;- Exibição do documentário:&lt;/b&gt; “Vulva la Vida, Vida lá Vou Eu” (Festival Vulva la Vida, Salvador/BA)&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;- &lt;b&gt;Discotecagem:&lt;/b&gt; Amigas da Pagu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;  &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;  &lt;span&gt;  &lt;span&gt;&lt;span&gt;+  “Ateliê Móvel Oficial” - Raíssa Ralola convida Lilian Gil e  Tatiana Almeida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/ul&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; SEXTA-FEIRA, 02 DE MARÇO, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;a corrida continua no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; CCBM (Centro Cultural Bernardo Mascarenhas), &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;as 14h com:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;Oficina de Stencil para mulheres&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, com Janis Ramone (10 vagas).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Inscrições pelo e-mail oficinamnv@gmail.com.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; E as &lt;b&gt;19h&lt;/b&gt; também no &lt;b&gt;CCBM &lt;/b&gt;tem:  &lt;b&gt;Mostra Itinerante de Cinema do Festival Primeiro Plano&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; As &lt;b&gt;20h30&lt;/b&gt;  é a nossa vez de pegar nesse volante: &lt;b&gt;Debate “A mulher na mídia: da representação às formas de intervenção”&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; (&lt;a href="http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;coletivo Maria Maria – Mulheres em Movimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; Pegando o gancho no tema da 5ª edição do festival, “Mulheres no Volante nas ruas e nas redes”, vamos discutir como a mulher é retratada nos meios de comunicação tradicionais (televisão, rádio, jornal impresso, …) e como podemos utilizar da internet e das novas tecnologias pra expressarmos nossas próprias vozes.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;E no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;SÁBADÃO, 03 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;DE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; MARÇO, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;a gente continua na direção no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; CCBM (Centro Cultural Bernardo Mascarenhas) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;as&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; 10h &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="text-align: left; "&gt;Oficina de Fanzine para mulheres&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;, com coletivo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/" target="_blank" style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Maria Maria - Mulheres em Movimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;(10 vagas)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Dividindo o volante com a gente as 10h, tem&lt;b&gt; Oficina de produção cultural para mulheres&lt;/b&gt;, com Cibele Lopes (15 vagas).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;As 14h&lt;/b&gt;, o Mulheres volta com &lt;b&gt;Oficina de Cajon para mulheres,&lt;/b&gt; com Mariana Assis (7 vagas) e &lt;b&gt;Oficina de Literatura feminina e criação literária&lt;/b&gt; com Anelise Freitas, Larissa Andrioli, Laura Assis (15 vagas) [parte 1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;15h&lt;/b&gt; é a vez de Laurita Pequeno pegar no volante e  dirigir a &lt;b&gt;Oficina de ciberativismo.&lt;/b&gt; (10 vagas).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Inscrições das oficinas pelo e-mail oficinamnv@gmail.com.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;As &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;16h&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;  o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;&lt;a href="http://modanaestacio.wordpress.com/" target="_blank"&gt;curso de Moda da Estácio Juiz de Fora&lt;/a&gt; comanda o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Desfile “Configuração” realizado pelo. Professoras: Selma Flutt, Maria Hallack e Tininha (livre/convite)i  enquanto as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;Amigas da Pagu&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; dirigem o som.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;E para finalizar, para mostrar que mulher não sobe no palco só pra rebolar, mostrar a bunda e cantar atras de um rostinho bonito, a mulherada pegam os instrumentos e mandam ver no som a partir das &lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: left; "&gt;17h &lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;é dada a largada musical com &lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: left; "&gt;Palco aberto&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt; para bandas femininas e ou mistas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;E a banda &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Moletones (JF) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; fez o primeiro show de sua curta carreira em 2007, incentivada a participar do recém-criado MNV, não podia ficar de fora e novamente se reúne sobe ao palco no MnV,  no dia 03, para tocar seu setlist de clássicos bubblegum, com punk rocks rápidos e pegajosos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;18h &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;tem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; Aposta MnV: Banda G.L.A.M. (JF)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;A banda surgiu em julho de 2011, na cidade de Juiz de Fora, com a humilde proposta de dominar o mundo. Tudo começou quando Yve Costalonga (guitarra) publicou no orkut: “quero uma banda”. Quase que imediatamente, Lee Mattos (vocal) propôs: “bora montar uma só de mulé”. Então entraram Vivi Policarpo nas baquetas, Gabi Romano como segunda guitarrista e, posteriormente, Lívia Kodato para o baixo. A proposta musical é um Rock n Roll voltado para os clássicos do estilo, destacando-se composições próprias e covers de bandas femininas, como The Runaways. Jovens (ou quase), as cinco não estão na estrada simplesmente para brincar de tocar; assumem a banda como um trabalho que exige muita responsabilidade, superando a si mesmas e calando a boca de muitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;Ricto &lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(RJ)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;: trejeito, contração que dá à boca o ar de riso; riso convulso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;De utopia adolescente a válvula de escape para frustrações cotidianas, a Ricto é a expressão de mentes que viveram em épocas diferentes, com praticamente a mesma trilha sonora: o rock dos anos 80 e 90. Soma-se à essa influência, referências literárias e o rock moderno dos anos 00; resultando na liberdade de compor músicas que vão de baladas à distorção e ainda uma ou outra que lhe permite dançar. E sintetizam esse estilo com o nome Terminal Pop. O nome Ricto é a contração do nome de outra banda, a Ricto Máfia, que se apresentou no Mulheres no Volante em 2008, como power trio, e uma rápida participação em 2010, já como dupla. A Ricto não tem uma formação específica, a essência da banda é formada por Ive (guitarra, vocal) e Rafael F (bateria) e sua estréia será no palco do Mulheres No Volante 2012.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;&lt;a href="http://mnv2011.wordpress.com/2012/02/14/festival-mulheres-no-volante-5-0-nas-ruas-e-nas-redes/www.myspace.com/anticorpos" target="_blank"&gt;Anti-corpos&lt;/a&gt; (SP)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Banda feminista de hardcore que nasceu em 2002 e terminou em 2007. Em 2012, a banda volta com uma nova vocalista na formação: Rebeca Domiciano no vocal, Adriessa Oliveira na guitarra, Veri Fozatto no baixo e Helena Krausz na bateria. A banda se prepara para fazer seu primeiro show com a formação nova no 5º Festival Mulheres no Volante. Em suas letras, temas de relações humanas e sociais como amizade, política, sexismo, exploração animal entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pugrecords.com/top-surprise" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Human Trash (SP)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;Violenta e suja, a cidade de São Paulo colhe frutos de uma geração de artirstas nascida e criada nas ruas. A banda Human Trash foi criada em 2008 com integrantes que se conheceram nos bueiros sujos e acúmulos do lixo do centro da cidade. O objetivo: transformar lixo em arte. &lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;A formação da banda conta com duas guitarras e um kit de percussão montado com um container de lixo, latas e garrafas. Sister Mayra Trash, Sister Mari Trash e Brother LT tocam blues &lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;punk ou rock de garagem com inspiração na extinção da raça humana, radioatividade, abandono social, rituais e todo o universo marginal e caótico das metrópoles. Pode-se dizer que a banda soa entre trash music e no wave como um mix de Neubauten, The Contortions, Pussy Galore, B52’s e The Cramps!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Em 2009, a banda lançou o primeiro EP “Welcome to Trashville”, com 4 músicas, e um DVD gravado ao vivo no Caffeine Sound Studio, contaminando outros seres numa pequena turnê pelo sul do país. Em seguida, participou do Festival Cold Rice e Mamma Vendetta apresentam Blues Punk no Sesc Pompéia, dividindo palco com bandas internacionais e nacionais de peso e com o mesmo ideal artístico musical livre, como Thee Butchers Orchestra (SP), The Readies (Detroit-USA), Jam Messengers (USA/Brasil) e Copter (UK).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Em 2010, a banda finalizou seu álbum de estréia “It´s not human, It´s human trash”, com &lt;span&gt;produção de Marco Butcher, no Caffeine Sound Studio. O álbum conta com a participação de Rob K (Workdogs, The Chumps, The Jam Messengers), figura lendária do underground americano. Com o disco na mão, o Human Trash volta para a estrada para uma série de shows com a americana Kerry Davis (ex-Red Ants, atual TwoTears), passando por dez cidades brasileiras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Em Outubro de 2010, o Human Trash tem seu álbum de estréia lançado em vinil: “It´s not human, it´s human trash”. Em setembro de 2011, a banda embarca para sua primeira tour europeia, totalizando 17 shows em 1 mês, tocando em casas de shows lendárias do underground europeu. De volta à Trashville, o Human Trash segue ativa fazendo shows e produzindo um novo álbum com lançamento previsto para 2012.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;No &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;DOMINGO, 04 DE MARÇO &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;ainda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; CCBM (Centro Cultural Bernardo Mascarenhas) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;voltam as oficinas a partir das &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;10h.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;b style="text-align: left; "&gt;10h – Oficina de ginecologia “faça você mesma”,&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt; com Ju Pagu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;14h – Oficina de danças urbanas para mulheres &lt;/b&gt;com REMIWL STREET CREW (20 vagas)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;14h – Oficina de literatura feminina e criação literária&lt;/b&gt;, com Anelise Freitas, Larissa Andrioli e Laura Assis (15 vagas). [parte 2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;14h – Oficina de baixo para mulheres &lt;/b&gt;com Lizandra Romano (6 vagas)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;16h – Oficina de skate para mulheres&lt;/b&gt;, com Associação Juizforana de Skate (15 vagas).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Inscrições das oficinas pelo e-mail &lt;a href="mailto:oficinamnv@gmail.com"&gt;oficinamnv@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;As &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;17h&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;, para encerrar o festival o palco é liberado novamente para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;bandas femininas ou mistas. (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;Palco aberto &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;até as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;18h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;18h – Apresentação de dança tribal&lt;/b&gt;: Lailah Garbero&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;A dança Tribal é a fusão de elementos da dança do ventre com os mais diversos movimentos de qualquer outra dança étnica, principalmente o flamenco, a dança indiana e o break dance. Uma característica deste estilo é a expressão misteriosa das bailarinas e o companheirismo entre elas na construção das coreografias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;18h30 – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://quintetosaodomato.com/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;São do Mato&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; (JF)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;Criado em Juiz de Fora, em junho de 2007, o Quinteto São do Mato é formado por cinco jovens e talentosos músicos: Chadas Ustuntas (composição, violão de 11 cordas e saxofones), Henrique &lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left; "&gt;Nogueira (bateria), Maíra Delgado (percussão), Márcio Guelber (composição, violão, acordeom, percussão) e Nara Pinheiro (flauta transversa).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O Quinteto São do Mato se insere no significado da expressão “Música Universal”, termo usado por Hermeto Pascoal e replicado pelo grupo. Essa a forma diferenciada de fazer música que o QSM apresenta: poli-harmonica, poli-ritmica e rica em combinações timbrísticas que, sem preconceitos, engloba vários estilos, valorizando elementos da tradição musical brasileira, latina e turca. O Quinteto ultrapassa a barreira entre a música erudita e a popular, justapondo traços da música clássica, mas também, da regional encontrada em diversas partes do mundo, refletindo em sua composição e harmonia, a universalidade que busca e dá sentido à música.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O Quinteto São do Mato faz parte de uma geração de músicos que desenvolve uma linguagem musical contemporânea. Sua identidade se caracteriza pela grande diversidade de estilos, onde a liberdade e espontaneidade formam a base da criação coletiva. Através do diálogo de ritmos e melodias tradicionais do Brasil e da Turquia formam uma identidade musical que não é limitada por fronteiras. O trabalho de pesquisa etnomusical realizado pelos músicos reúne características peculiares de cada cultura, apresentando em um mesmo espetáculo: música cigana, toques africanos, temas latinjazz, folclore brasileiro e muito improviso, onde o regionalismo e universalidade encontram-se em perfeita sintonia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="color: rgb(85, 85, 85); margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/matildaoficial" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Matilda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; (JF)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;O nome MATILDA é inspirado no ‘mata’ de Zona da Mata Mineira e configura o projeto que está no papel desde 2007 e começou a se concretizar no ano de 2009. As composições autorais são o maior enfoque da banda que bebe um pouquinho em várias práticas estéticas, trazendo ao seu repertório texturas sonoras que cada uma das integrantes gosta” (Fabrícia Valle.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Matilda é a força precisa da música que vem da mata. A vontade de bordar os acordes cotidianos com a percepção perdida da massa. A tentativa de despertar lembranças do que realmente somos, recordando por meio de sons naturais o papel-arte do ser mineiro nas Minas Gerais. Matilda é a profusão das lembranças da infância e dos cheiros das mulheres de nossas vidas; o modo feminino de falar cantando; a arte que as mães tanto tecem sem saber. ” (Juliana Stanzani.)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;“São quatro idéias distintas que se transformam em notas ímpares no imaginário de cada integrante. Um desejo de divulgar a música brasileira em formas variadas de acordo com o que cada uma sente. Enfim, Matilda é o Presente que um Futuro pode dar…” (Bia Nascimento.)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;“Nascido da paixão pela música brasileira, com influência forte nos tambores e pela vontade de formar um grupo totalmente feminino, Matilda surge no cenário musical de Juiz de Fora com a proposta de mostrar ritmos tipicamente verde-amarelos e de cantar a nossa cultura.” (Amanda Martins.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;E fechando com chave de ouro pela Primeira vez em JF &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Encerramento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;MnV apresenta: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/ellenoleria" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Ellen Oléria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt; (DF)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;Ela é apontada como o maior expoente do cenário musical brasiliense, com sorriso aberto e muita presença de palco, Ellen Oléria esbanja em sua voz e violão um swing impressionante! Seu som mistura samba, afoxés, jazz e hip hop. Com letras e melodias envolventes, a cantora e compositora demonstra flexibilidade como intérprete, maturidade na composição e a solidez do seu projeto autoral em seu primeiro disco “peça” lançado em 2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Influenciada pela multiplicidade na música de Gilberto Gil, Alceu Valença, Carlinhos Brown e Racionais Mc’s, pelas divas do samba Jovelina Pérola Negra, Clementina de Jesus e Lecy Brandão, pelo suingue da música africana de Bonga (Angola) e Richard Bona (Camarões), e pelas vozes do soul e do R&amp;amp;B estadunidenses de Jill Scott, Tina Turner e Nina Simone, a música de Ellen Oléria se soma à influência samba-jazz da banda pret.utu em outubro de 2005 e não deixa dúvidas sobre à que veio: representar com primor a música brazuca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Seu repertório atinge grande diversidade de público. Depois de abrir shows de Ney Matogrosso, Margareth Menezes, Geraldo Azevedo e Milton Nascimento, Ellen Oléria já dividiu o palco com Yamandú Costa, Hamilton De Holanda, Diogo Nogueira, o grupo argentino Actitud María Marta, Móveis Coloniais de Acajú, e com o talento de Emicida. Não há quem não se contagie com a voz marcante que brinca com o ar, atravessa o invisível e faz rachar qualquer tédio. Ellen Oléria é a grande revelação da música brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;Discotecagem com Amigas da Pagu (JF)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Abertura, debate mostra de vídeos e oficinas têm entrada gratuita. Os ingressos para sábado e domingo serão vendidos a R$ 8 (cada dia), na portaria do evento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;As inscrições pras oficinas (voltadas para mulheres) podem ser feitas pelo e-mail oficinamnv@gmail.com.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;[O MnV é um festival independente e vai continuar sendo. Para ajudar a fazer acontecer sua 5ª edição, entre &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/518-5-festival-mulheres-no-volante" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;.]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;strong style="text-align: left; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;Contato:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/events/168808296564961/"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;http://www.facebook.com/events/168808296564961/&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="https://twitter.com/mulheresvolante" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;@mulheresvolante&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;mulheresnovolante@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; line-height: 0.37cm; page-break-inside: auto; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Tainá Novellino – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(32)9936-7538 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(Vivo)&lt;br /&gt;Paula Velloso – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(32)8841-4388 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(Oi)&lt;br /&gt;Bruna Provazi – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(11)8597-5570 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;(Tim)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;Para conhecer mais o festival acessem o blog oficial do &lt;a href="http://wp.me/p1msN6-5U"&gt;Mulheres no volante&lt;/a&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5844847299342395091?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5844847299342395091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5844847299342395091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5844847299342395091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5844847299342395091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2012/02/festival-mulheres-no-volante-50-nas.html' title='Festival Mulheres no Volante 5.0 – nas ruas e nas redes'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-J5JpJ1BxIxg/Tz0G1eqyzDI/AAAAAAAAAoc/Oe8Q5nm085M/s72-c/volantinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-4157996630532603336</id><published>2012-02-09T09:08:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T09:11:29.523-08:00</updated><title type='text'>Fora Machismo da Universidade!</title><content type='html'>&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;Campanha contra os trotes machistas nas calouradas!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;abemos que nossa sociedade é desigual, machista, racista e homofóbica. E engana-se quem acredita que na Universidade é diferente. O espaço reservado à formação de cidadãs e cidadãos críticos, da produção do conhecimento que deveria combater essas práticas, na maioria das vezes as reproduz e legitima. E nesse sentido os coletivos de estudantes feministas cumprem um papel fundamental no combate a essas práticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;A partir da oportunidade de acompanhar a realidade da mulher universitária brasileira percebemos que as mulheres são oprimidas e violentadas desde o primeiro contato com o universo universitário. E essas cenas são reproduzidas durante toda a vida universitária tanto no movimento estudantil, como na linguagem sexista, nas relações de poder, pesquisas, assistência estudantil e em diversos aspectos até o momento que se formam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Os trotes e as calouradas deveriam ser momentos de integração entre ingressantes e estudantes em curso, mas deixam de cumprir esse papel e transformam-se em momentos de humilhação, violência, opressão. Para combater essas práticas, as estudantes organizadas em coletivos feministas realizam desde ações locais em alguns cursos como rodas de conversas, debates, cartazes, oficinas até calouradas e manifestações que envolvem toda a comunidade acadêmica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;E foi diante dessa realidade que percebemos a necessidade de lançarmos uma campanha permanente em todas as Universidades para combater trotes e calouradas machistas. E essa campanha cumpre um duplo papel. Primeiro, denunciar a opressão e a violência e em segundo fortalecer a luta das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;O papel da denúncia é mostrar que esses trotes e calouradas reproduzem desde as imagens que mercantilizam as mulheres, como por exemplo, os cartazes de propaganda de cervejas e automóveis nos quais as mulheres aparecem semi-nuas e como se fossem os produtos à venda, até a violência, inclusive sexual, mediante a algumas ações que as mulheres são expostas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Nessa situação temos dois processos de fortalecimento das mulheres: a criação de núcleos e a consolidação dos já existentes. E esse novo cenário só é possível através da consciência auto-organização das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; " &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; " &gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2101292887MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px; " &gt;A nossa luta é por respeito! Mulher não é só bunda e peito!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-4157996630532603336?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/4157996630532603336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=4157996630532603336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4157996630532603336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4157996630532603336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2012/02/fora-machismo-da-universidade.html' title='Fora Machismo da Universidade!'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-8388573985960699553</id><published>2012-02-07T18:14:00.000-08:00</published><updated>2012-02-07T18:47:13.487-08:00</updated><title type='text'>Boas vindas à futura Ministra</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SwdEdawVUtI/TzHhY5LAW6I/AAAAAAAAAoE/hPI8I05L6Po/s1600/418594.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-SwdEdawVUtI/TzHhY5LAW6I/AAAAAAAAAoE/hPI8I05L6Po/s320/418594.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5706590020635220898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="line-height: 0.5cm; "&gt; &lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Foi anunciado, nesta segunda feira, 06.02.2012, pela presidenta Dilma Rousseff, a substituição da ministra Iriny Lopes da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). pela socióloga e professora Eleonora Menicucci de Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;Durante coletiva de imprensa, ela se mostrou pessoalmente favorável à descriminalização do aborto&lt;span style="background: #ffffff"&gt; e alega ser essa discussão questão de saúde pública. &lt;/span&gt;Segundo Eleonora, que deverá tomar posse na sexta-feira, 10.02, uma das prioridades da pasta será dar continuidade ao combate à violência doméstica e sexual. Ela defendeu, entre outras medidas, a punição de estupradores, mesmo quando a vítima não procurar a delegacia para fazer a queixa. O assunto será apreciado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira 08.02.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;Abaixo, segue resumo de um artigo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: #ffffff"&gt;Nosso corpo nos pertence: Uma reflexão pós anos 70,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;da socióloga Eleonora Menicuccie futura ministra, sobre direitos sexuais e reprodutivo das mulheres e a luta do movimento feminista pela autonomia do próprio corpo. (Para ler o artigo completo clique &lt;a href="http://www.tanianavarroswain.com.br/labrys/labrys7/liberdade/leo.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;Resumo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;Este texto faz uma reflexão teórica do avanço que as idéias feministas de " nosso corpo nos pertence" tiverem após a década de 70. Este período foi priorizado, tendo em vista a resistência a ditadura militar brasileira feita pelas mulheres, seja no presídio ou no exílio, que mais tarde vieram a compor a nova reorganização do movimento feminista brasileiro, rompendo com a insígnia da " luta geral X luta particular das mulheres". ´As mulheres organizaram-se em grupos de auto- conhecimento do corpo e recuperaram a insígnia do descolamento da sexualidade e reprodução, configurando assim, sua autonomia relação à sexualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;Palavras chave: corpos, sexualidade, feminismo, direito de escolha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-align: left;margin-bottom: 0cm; line-height: 0.5cm; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-8388573985960699553?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/8388573985960699553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=8388573985960699553' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8388573985960699553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8388573985960699553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2012/02/boas-vindas-futura-ministra.html' title='Boas vindas à futura Ministra'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SwdEdawVUtI/TzHhY5LAW6I/AAAAAAAAAoE/hPI8I05L6Po/s72-c/418594.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-3327377446484086127</id><published>2011-09-28T14:15:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T14:50:14.313-07:00</updated><title type='text'>Dia 28 de setembro: pela Legalização do Aborto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-GJE7RtrpB00/ToOWha4yCvI/AAAAAAAAAn8/UeMeCclDkzc/s1600/imagem.PNG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 313px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-GJE7RtrpB00/ToOWha4yCvI/AAAAAAAAAn8/UeMeCclDkzc/s320/imagem.PNG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657531057804806898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  background-color: rgb(255, 255, 255); font-family:'Trebuchet Ms', 'Ms Sans Serif', Arial, 'Sans Serif';font-size:11px;"  &gt;&lt;div id="title" style="font-size: 17px; font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" align="justify"&gt;Os alarmantes números, relacionados a criminalização do aborto, são apenas parciais. Sabemos que a significativa parcela de procedimentos e suas complicações estão submersos nas clínicas insalubres, nos porões, nos banheiros de escolas e até nas Igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas mulheres estão expostas a infecções, agravos clínicos e ao julgamento de uma sociedade que insiste em fechar os olhos e calar a voz daquelas que sonham em viver livremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando defendemos a legalização do aborto, defendemos o acesso a saúde, livre de preconceitos e discriminações. Defendemos, também, um Estado laico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, quando defendemos a legalização do aborto, queremos abrir a real discussão intrínseca a esse tema. Defendemos a autonomia das mulheres sobre seus corpos e suas vidas. Sonhamos e desejamos que a mulher viva sua sexualidade livremente, distanciando-a da imposição à maternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que todos os métodos anticonceptivos guardam uma porcentagem de erro. De outro lado, precisamos evidenciar o fato de que muitas mulheres têm dificuldade de negociar abertamente os métodos anticonceptivos com seus companheiros. Isso não deve ser um aprisionamento a condições colocadas. Ser mãe deve ser uma opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa sociedade insiste em associar maternidade a uma suposta “condição feminina”, relacionada ao cuidado, a atenção, ao carinho. Essas últimas, também integram um mix de características “naturalmente femininas”. Bem, de nossa parte, podemos dizer que cuidado também é trabalho e deve ser dividido por todos e todas. Em outro sentido, atenção, carinho e solidariedade devem ser eixos estruturantes de toda a sociedade, inclusive, parte das políticas públicas do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tanto, essa semana comemoramos através de luta, coragem, ousadia e mobilização, o Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização e Legalização do Aborto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 28 de Setembro, todos e todas evidenciamos a opção de uma sociedade radicalmente igualitária, libertária e solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tuitaço #legalizaroaborto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Cristina de Lima Pimentel, militante da Marcha Mundial das Mulheres&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-3327377446484086127?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/3327377446484086127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=3327377446484086127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3327377446484086127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3327377446484086127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2011/09/dia-28-de-setembro-pela-legalizacao-do.html' title='Dia 28 de setembro: pela Legalização do Aborto'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GJE7RtrpB00/ToOWha4yCvI/AAAAAAAAAn8/UeMeCclDkzc/s72-c/imagem.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-7176632155856623200</id><published>2011-06-14T17:12:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T17:20:35.648-07:00</updated><title type='text'>Marcha das Vadias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-n0iMCkrlOVg/Tff6wWvwdrI/AAAAAAAAAn0/Ec4X5iAVfIQ/s1600/banner%2Bcopy.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-n0iMCkrlOVg/Tff6wWvwdrI/AAAAAAAAAn0/Ec4X5iAVfIQ/s320/banner%2Bcopy.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618234768814536370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 1.1em; "&gt;&lt;a href="http://ofensivammm.blogspot.com/2011/06/feministas-sim-e-em-marcha.html" style="color: rgb(51, 51, 51); text-decoration: none; font-weight: bold; "&gt;Feministas, sim. E em marcha!&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; "&gt;&lt;div class="post-header-line-1" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-8545883903268884962" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; "&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 13px; "&gt;A marcha das vagabundas (do inglês SlutWalk ) surgiu quando um policial canadense afirmou, em uma palestra dentro de uma universidade de Direito, que as estudantes deveriam evitar se vestir como “vagabundas” para não serem vítimas de assédio sexual. As estudantes então resolveram protestar contra essa declaração. Daí surgiu a primeira marcha, reunindo cerca de 3 mil pessoas &lt;st1:personname productid="em Toronto. Através" st="on"&gt;em Toronto. Através&lt;/st1:personname&gt;, principalmente, de mobilização nas redes sociais, jovens de diversos países têm saído às ruas, com faixas e roupas provocativas, buscando se apropriar da expressão pejorativa slut (vagabunda) pra protestar contra a responsabilização da mulher pela violência sexista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;Nós da Fuzarca Feminista também estamos em marcha contra a cultura que responsabiliza a mulher pelas diversas formas de opressão, seja pelo estupro, pelas outras formas de violência física e psicológica, ou mesmo pelo fato de ainda termos relações desiguais entre homens e mulheres na sociedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;Marchamos pelo direito de nos vestir da forma que quisermos, sem que isso seja usado de pretexto para violência e para nossa desqualificação. Queremos viver em uma sociedade em que não sejamos mais divididas entre vadias e santas, ambas sob controle do homem. E se apropriar do termo “vadia”, nesse sentido, tem a ver com tudo isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;Queremos exercer nossa sexualidade de forma realmente livre, sem que o fato de ser “livre” implique em transar com quem/quando a gente não quiser. Queremos ser livres para ir atrás do nosso próprio desejo, e ser livres também para dizer “não”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;Marchamos pelo direito de sermos “feias”, se ser “bonita” significa se encaixar num modelo de beleza ditado exclusivamente pelo desejo masculino e pelos lucros do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somos estupradas porque vestimos saias, andamos sozinhas à noite ou bebemos um pouco a mais. Não ganhamos menores salários e somos minoria em determinadas profissões e em cargos de poder devido a nossas “características naturais distintas”. Tampouco amamentamos em público para o deleite de nossos incautos observadores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;A violência sexista é essa cometida pelos homens contra nós, mulheres, simplesmente por sermos mulheres. As situações de violência são demonstrações de poder e, geralmente, são justificadas por argumentos relacionados ao que deveria ser o jeito certo de nos portarmos. Estupro é questão de poder, não de sexo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;Marchamos, hoje, pra lembrar dessas - dentre tantas outras - bandeiras que fazem o nosso feminismo tão atual e necessário, ainda em pleno século XXI. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;E seguiremos &lt;st1:personname productid="em marcha. Até" st="on"&gt;em marcha. Até&lt;/st1:personname&gt; que todas sejamos livres. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.3em; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Fuzarca Feminista – núcleo jovem da Marcha Mundial das Mulheres&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-7176632155856623200?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/7176632155856623200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=7176632155856623200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7176632155856623200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7176632155856623200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2011/06/marcha-das-vadias.html' title='Marcha das Vadias'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-n0iMCkrlOVg/Tff6wWvwdrI/AAAAAAAAAn0/Ec4X5iAVfIQ/s72-c/banner%2Bcopy.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-709906451520606586</id><published>2011-05-24T13:53:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T13:56:45.126-07:00</updated><title type='text'>Somos todas clandestinas!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;a rel="nofollow" name="1301a2b217cfcee7_OLE_LINK1" style="color: rgb(30, 102, 174); line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;Em todos os lugares, de várias idades, com seus sorrisos e choros, olhares de medo, muito mais do que se imagina, mulheres, muitas, optam por interromper uma gravidez indesejada, todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;Tudo bem, esse assunto não é novo, sabemos que podemos formar uma rede atemporal e que essa decisão estará presente, nem precisamos nos preocupar com o tempo verbal. A configuração desse tema em determinado contexto, sim, sempre é uma questão, polêmica, diga-se de passagem. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;Mas podemos dizer seguramente que trata-se de um elo resistente das mulheres, sua clandestinidade (assumida). &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;Não nos importam os motivos, as razões dessa opção. Na realidade, eles não importam para ninguém. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;Da minha parte, digo que não importa, pois as mulheres fazem suas opções com bastante ponderação e reflexão. O corpo é das mulheres e cabe a elas a decisão sobre uma – possível – gestação. Trata-se de uma decisão individual. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;Eu sei que é um argumento pouco palatável. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;Primeiro, “razão” e “escolha” são palavras historicamente retiradas da lingüística das mulheres. Embora, obviamente, façam parte da vida das mulheres. Em outro lado, mas complementando-se, espera-se da “verdadeira mulher” a dedicação e negação de sua individualidade. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;Afinal, parece que tudo relacionado ao cuidado e a reprodução são tarefas inerentemente femininas. Sempre foi assim... &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;Desde crianças elas recebem “presentes” , “conselhos”, “educação”, “desenhos”&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;  &lt;/span&gt;que minuciosamente configuram um formato sobre “feminilidade”. Em muitos momentos, inclusive, tentou-se – e tenta-se - &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;relacionar essas características aos hormônios ou a uma “natureza”. Inclusive, sempre me perguntei “que natureza é essa? Tão distante de mim mesma? Tão insensível aos meus desejos?”. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;  &lt;/span&gt;Mas sabemos que essa naturalização é conto para fazer as mulheres dormirem. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;De fato, no entanto, o que as mulheres dizem, o que suas vozes “clandestinas” altas e rítmicas bradam é outra tema. Sua clandestinidade guarda o sentido e o desejo de sua autonomia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;A opção pelo aborto é marcada por conflitos, por dúvidas, por medos. É perigosa. Ela é a resenha das recusas impostas, das negações, do excesso de responsabilidades e das imposições cotidianas. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;A corrida pelos métodos anticoncepcionais, nunca 100% eficazes, mas sempre responsabilidade feminina. O destino à maternidade para a configuração do feminino. Meiguice, gentileza, cuidado, atenção, respeito, docialidade, silêncio, compreensão, escuta, amor, carinho. Tantas outras palavras formatadoras de um ser que vive para o outro.&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;Nesse sentido, não poderia deixar de destacar, a abstenção, que seguramente é uma das características mais exaltadas na “verdadeira mulher”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;O aborto incomoda tanto e é exatamente a negação da abstenção. Ele é negado, vetado, impedido, proibido às mulheres, mas é silenciosamente praticado. A clandestinidade assegura o direito ao silêncio, assegura a recusa às satisfações e justificações. Inclusive, medidas exigidas cotidianamente às mulheres, por outros tantos – todos – motivos. &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;As mulheres dizem “não” cotidianamente a esse destino fantasmagórico que lhe é imposto, dizem “não” a negação de sua individualidade. Dizem sim ao seu desejo e a construção de suas vidas. Diante do medo, do receio, de todas as negações, elas optam por viver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;O aborto continua criminalizado no Brasil, mas isso não impede sua realização. Não impede que as milhares de clandestinas resistam e lancem suas vozes de liberdade. Mas causam muito medo, dor e sofrimento. Exatamente por isso permanece atual a centralidade da defesa da legalização do aborto, um direito à vida das mulheres, um direito à autonomia, um direito à escolha!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por Aninha, estudante de medicina, feminista e militante do Maria Maria&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-709906451520606586?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/709906451520606586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=709906451520606586' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/709906451520606586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/709906451520606586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2011/05/somos-todas-clandestinas.html' title='Somos todas clandestinas!'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-1159562833769403376</id><published>2011-05-02T18:54:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T19:00:23.904-07:00</updated><title type='text'>4º Encontro de Mulheres Estudantes da UNE em Salvador reúne mais de 700 estudantes de todo o país</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Durante o evento na Universidade Federal da Bahia (UFBA) temas como assistência estudantil, aborto e a inserção das mulheres na política foram debatidos pelas participantes que ao final redigiram a Carta das Mulheres Estudantes Brasileiras. Confira!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Oj9ktFsrwmc/Tb9hJwte1rI/AAAAAAAAAnY/L2ttBVkl-Go/s1600/mulheres_int2_jpg.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-Oj9ktFsrwmc/Tb9hJwte1rI/AAAAAAAAAnY/L2ttBVkl-Go/s320/mulheres_int2_jpg.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602303281794569906" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 301px; height: 226px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;O 4º Encontro de Mulheres Estudantes da UNE reuniu entre os dias 21 e 24 de abril mais de 700 estudantes de todo o Brasil na Universidade Federal da Bahia (UFBA), campus Ondina em Salvador.  Com a temática “Ô abre alas que as mulheres vão passar”, o 4º EME tratou das históricas bandeiras de luta do movimento estudantil tendo como enfoque as mulheres estudantes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(81, 81, 81); font-family: Arial; font-size: 11px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;Durante os quatro dias de encontro, temas como assistência na universidade, aborto e a inserção das mulheres na política foram debatidos. O público feminino presente no evento reafirmou a atualidade da luta das mulheres e o compromisso pela superação do patriarcado, do machismo, do racismo, homofobia e  lutando pela garantia de autonomia e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;“A luta contra o machismo é fundamental e atual. O Brasil ainda está distante de ser uma sociedade igual para mulheres e homens. Queremos mulheres na política e no poder! Chega de machismo na universidade! Viva a luta feminista!” afirmou o presidente da UNE Augusto Chagas que participou cerimônia de abertura do 4º EME.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;No encontro foi defendida a necessidade da UNE incorporar em seu debate a reforma política e agregar entre suas principais tarefas estudantis a luta por creches universitárias em tempo integral, a destinação de 30% de cotas para as mulheres na diretoria executiva e no pleno da entidade e a luta pela legalização do aborto.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: 16px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;i&gt;*Veja matéria na íntegra no site da&lt;a href="http://www.une.org.br/"&gt; une. &lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-1159562833769403376?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/1159562833769403376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=1159562833769403376' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1159562833769403376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1159562833769403376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2011/05/4-encontro-de-mulheres-estudantes-da.html' title='4º Encontro de Mulheres Estudantes da UNE em Salvador reúne mais de 700 estudantes de todo o país'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Oj9ktFsrwmc/Tb9hJwte1rI/AAAAAAAAAnY/L2ttBVkl-Go/s72-c/mulheres_int2_jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-9153889855137085296</id><published>2011-04-13T12:16:00.000-07:00</published><updated>2011-04-13T16:03:41.601-07:00</updated><title type='text'>4º Encontro de Mulheres Estudantes da União Nacional dos Estudantes - “Ô abre alas que as mulheres vão passar”</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wODq8DnCFDo/TaYrvVK3roI/AAAAAAAAAnQ/g9AbBZlrk6w/s1600/Cartaz.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wODq8DnCFDo/TaYrvVK3roI/AAAAAAAAAnQ/g9AbBZlrk6w/s400/Cartaz.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595207679191002754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet Ms', 'Ms Sans Serif', Arial, 'Sans Serif'; font-size: 11px; "&gt;&lt;div class="texto" align="justify"&gt;Mulheres nos espaços de poder, violência contra as mulheres, aborto e mercantilização do corpo e da vida das mulheres são alguns dos temas que serão abordados no 4º Encontro de Mulheres Estudantes da União Nacional dos Estudantes (EME), que acontece entre os dias 21 e 24 de abril, em Salvador, na Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo como tema “Ô abre alas que as mulheres vão passar”, o 4º EME conta com diversos grupos de trabalho e mesas de debate sobre questões ligadas ao machismo e a opressão que as mulheres vivem na universidade. Proposto pela Diretoria de Mulheres da UNE, o EME é um espaço para se discutir o papel da mulher no movimento estudantil, na produção de conhecimento e na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O EME surgiu em 2005 com o objetivo de ser um espaço de auto-organização e fortalecimento do debate feminista na entidade, contribuindo no combate ao machismo e todas as formas de opressão sofridas pelas mulheres dentro das universidades e no movimento estudantil. A segunda edição, que ocorreu em 2007, consolidou o Encontro e permitiu a criação de uma agenda própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 4ª edição do EME aprofundará as bandeiras de luta do último encontro e discutirá a vida das mulheres a partir de uma perspectiva ampla, que resgata o combate às opressões vividas pelas mulheres na sociedade, tendo como objetivo a criação de uma agenda ampla que avance na discussão das mulheres nos espaços de decisão da União Nacional dos Estudantes. Também apresentará os desafios da mulher brasileira que, mesmo admitindo avanços no campo das políticas públicas e no acesso à educação, ainda sofre com as duplas jornadas de trabalho, com a falta de autonomia e a mercantilização de seu corpo, com a criminalização do aborto e com os valores patriarcais e mercadológicos arraigados no seu cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas militantes da Marcha Mundial das Mulheres que também militam no movimento estudantil participam do EME, pois combater o machismo na universidade é fundamental para a MMM, tendo em vista que a universidade também reproduz toda a opressão que as mulheres sofrem. As inscrições para o 4º EME já podem ser feitas no blog Mulheres na UNE (www.mulheresnaune.blogspot.com).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-9153889855137085296?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/9153889855137085296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=9153889855137085296' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9153889855137085296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9153889855137085296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2011/04/4-encontro-de-mulheres-estudantes-da.html' title='4º Encontro de Mulheres Estudantes da União Nacional dos Estudantes - “Ô abre alas que as mulheres vão passar”'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wODq8DnCFDo/TaYrvVK3roI/AAAAAAAAAnQ/g9AbBZlrk6w/s72-c/Cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-7839623114110470448</id><published>2011-01-02T05:34:00.000-08:00</published><updated>2011-01-02T05:45:50.813-08:00</updated><title type='text'>Nota sobre o falecimento de Saffiotti</title><content type='html'>&lt;div id="yiv407045369"&gt;&lt;div class="yiv407045369gmail_quote"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family: 'bookman old style', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Nós, militantes feministas do coletivo Maria Maria, sentimos muito pelo falecimento da professora, pesquisadora e militante feminista, Heleieth Saffiotti, no ultima 14 de dezembro, e compartilhamos a abaixo uma nota da CUT sobre  falecimento da socióloga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'bookman old style', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'bookman old style', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'bookman old style', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Companheiras,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; "&gt;É com a tristeza da partida e a alegria de ter compartilhado momentos e aprendizados que comunicamos para vocês o falecimento da professora e socióloga feminista Heleieth Saffiotti (1934-2010), no dia 14 de dezembro, em São Paulo.&lt;span style="font-size: 11pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;Muitas de nós tivemos o privilégio de estar com essa pioneira do feminismo no Seminário Internacional “Experiências de promoção da igualdade de remuneração entre homens e mulheres”, organizado pela Secretaria Nacional de Mulheres da CUT e a Fundação Friedrich Ebert Stiftung, em novembro do ano passado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;Como forma de homenagear e agradecer a grande contribuição que Heleieth deu ao feminismo e ao movimento de mulheres do Brasil reproduzimos abaixo texto de Tatau Godinho, militante da Marcha Mundial de Mulheres, sobre essa que foi, e continuará sendo, uma referência para nós, que nos identificamos com posições de esquerda do feminismo.&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;“Heleieth Saffioti é conhecida internacionalmente como uma das mais importantes pesquisadoras feministas do país. Seus estudos sobre a situação das mulheres no mercado de trabalho no Brasil, desde a década de 1960, são pioneiros na análise sobre as desigualdades entre mulheres e homens, as diversas formas de opressão e exploração no trabalho. Professora de Sociologia, aposentada, da UNESP, e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, nos últimos anos dedicou-se também ao estudo sobre a violência sexista, acompanhando de perto o problema no Brasil, com abordagem teórica sobre a violência de gênero e análise sobre as políticas públicas nessa área. Em sua homenagem, a instituição que desenvolve a política de apoio às mulheres vítimas de violência na cidade de Araraquara, inaugurado pela prefeitura em 2001, foi chamado Centro de Referência da Mulher “Heleieth Saffioti”.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;Sempre identificada com posições de esquerda e progressistas, e sem temer a polêmica que as temáticas feministas costumam provocar, Heleieth buscou compreender os mecanismos profundos da exploração das mulheres no capitalismo, insistindo com veemência na relação estrutural entre capitalismo, patriarcado e racismo. Sem abrir mão de suas convicções e com sólida formação acadêmica, Heleieth renovava em suas análises as referências teóricas marxistas e a elaboração dos estudos feministas. Como ela sempre dizia, o nó que amarra classe, gênero e raça constrói as dinâmicas de desigualdade na sociedade contemporânea.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;Autora de mais de 12 livros sobre a situação das mulheres, estudos sobre gênero e teoria feminista, sua produção é uma contribuição indispensável para a sociologia brasileira. Sem medo de ser considerada uma defensora radical dos direitos das mulheres, a&lt;/i&gt; intelectual, &lt;i&gt;pesquisadora e militante feminista, professora Heleieth Iara Bongiovani Saffioti é uma referência obrigatória na história da luta das mulheres no Brasil.&lt;/i&gt;”&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" align="center" style="text-align: center;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;Saudações Feministas e CUTistas&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" align="center" style="text-align: center;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;Rosane Silva&lt;/p&gt;&lt;p class="yiv407045369MsoNormal" align="center" style="text-align: center;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0px; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: medium; "&gt;Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-7839623114110470448?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/7839623114110470448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=7839623114110470448' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7839623114110470448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7839623114110470448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2011/01/nota-sobre-o-falecimento-de-saffiotti.html' title='Nota sobre o falecimento de Saffiotti'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5335414976805716866</id><published>2010-11-24T06:37:00.001-08:00</published><updated>2010-11-24T06:39:53.667-08:00</updated><title type='text'>25 de novembro  Dia Latino americano e caribenho de luta  CONTRA A VIOLÊNCIA À MULHER</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TO0jl6BflxI/AAAAAAAAAm4/lArhqGa-Izg/s1600/MMM%2B-%2BIMAGEM.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 305px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TO0jl6BflxI/AAAAAAAAAm4/lArhqGa-Izg/s400/MMM%2B-%2BIMAGEM.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543125850500601618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;div style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;&lt;div style="line-height: 1.22em; font-size: 12pt; "&gt;&lt;div style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Por ocasião do Dia Latinoamericano e Caribenho de Luta contra a Violência contra a Mulher, nós, do movimento feminista, vimos a publico para expressar a nossa indignação frente à persistência e crueldade da violência contra a mulher e a falta de empenho e compromisso dos governos e órgãos competentes para reverter esta situação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;A violência contra a mulher é a maior expressão das desigualdades vividas entre homens e mulheres na sociedade. A raiz desta violência está no sistema capitalista e patriarcal que impõem uma necessidade de controle, apropriação e exploração do corpo, vida e sexualidade das mulheres. Esta violência, ao mesmo tempo em que é produto da opressão patriarcal, também estrutura a subordinação das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;A violência marca o cotidiano de milhares de mulheres que têm suas integridades físicas e psicológicas violadas, a sexualidade controlada, receosas em espaços públicos, com sua liberdade de ir e vir cerceada, e suas vidas profissionais limitadas,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Hoje, outras formas de expressão do machismo e misoginia têm se intensificado na sociedade, como a mercantilização do corpo e vida das mulheres com a imposição de padrões estéticos e de beleza baseados na magreza e na eterna juventude. Essa imposição reforça o consumo exacerbado e fútil, ao mesmo tempo em que mina o amor próprio das mulheres. Há uma permanente desqualificação àquelas que estão fora dos padrões, fato que é usado como justificativa para violência. Cada vez mais o cotidiano de milhares de mulheres é marcado por uma série de humilhações e agressões. Entre os exemplos recentes que causaram indignação está o “rodeio das gordas”, promovido pelos alunos da UNESP, em que meninas que, na visão dos alunos, estavam fora dos padrões de peso, foram "montadas" como acontecem nos rodeios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Estes episódios também chamam a atenção para a forma como a violência tem um forte componente da virilidade, que a identidade masculina cultua e valoriza desde a infância.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Esta violência se intensifica quando aliada ao racismo, que tem feito das jovens, principalmente negras, as maiores vítimas do trafico de mulheres e do aliciamento à prostituição, que alimenta o capital de grandes empresas e máfias pelo Brasil e mundo afora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Os crimes de ódio e a banalização da violência têm sido uma triste marca do último período, com a morte de Eliza Samudio em Minas Gerais e de Mércia Nakashima, em Guarulhos. São exemplos que se ressaltam pelo nível da crueldade e banalização destas vidas, além do descaso, pois elas já haviam denunciado a situação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;A nossa sociedade persiste no modelo da divisão sexual do trabalho que imputa às mulheres a prioridade do trabalho doméstico e de cuidados. As mulheres estão sobrecarregadas, mas as tarefas de reprodução da vida não são valorizadas, nem reconhecidas como parte da economia. Ao mesmo tempo em que, por esta mesma razão, as mulheres se transformam em mão de obra barata no mercado de trabalho. Muitas, pelas responsabilidades que têm na casa e família, são obrigadas a abrir mão do emprego, ficando sem autonomia econômica, o que as torna mais vulneráveis frente à violência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Já faz quatro décadas que o movimento feminista brasileiro vem lutando para que a violência sexista seja compreendida como um problema político e social, fundado nas relações de poder entre homens e mulheres. Mas que, por se dar, na maioria das vezes nas relações familiares e afetivas, a sociedade tenta naturalizar ou tratar como algo privado e sem relevância social. Neste sentido, a criação da lei Maria da Penha contribuiu para desnaturalizar e tipificar a violência contra a mulher como um crime. O grande desafio após quatro anos da lei é implementá-la na pratica em todas as suas dimensões. Os obstáculos estão fundados na omissão de muitos governos estaduais e municipais, que se soma ao machismo impregnado no sistema judiciário e órgãos afins, para que a lei Maria da Penha se transforme em letra morta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Sabemos que, para superar de fato a violência contra a mulher, são necessárias políticas estruturais que alterem o status da mulher na sociedade, e políticas publicas de apoio e prevenção à violência. Mas não abrimos mão de que também haja punição, pois a impunidade dos agressores é que lhes dá a certeza de continuar praticando a violência. Recai sobre a mulher todo o estigma da violência enquanto o agressor é poupado e preservado em sua cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Nós acreditamos que só as mulheres organizadas em luta poderemos transformar essa realidade, por isso nesse 25 de novembro de 2010, estaremos nas ruas denunciando a violência pois queremos que ela seja considerado algo inaceitável por todas à sociedade; Estaremos exigindo políticas de igualdade para às mulheres sejam efetivadas no Estado Brasileiro no executivo, no legislativo e judiciário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; color: purple; font-family: Verdana; "&gt;A realidade da violência contra a mulher no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Segundo o Mapa da Violência 2010, realizado pelo Instituto Sangari, uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, o que faz do país o 12° no ranking mundial de assassinatos de mulheres. 40% dessas mulheres têm entre 18 e 30 anos. A maioria das vítimas é morta por parentes, maridos, namorados, ex-companheiros ou homens que foram rejeitados por elas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Em dez anos (de 1997 a 2007), 41.532 meninas e adultas foram assassinadas, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo dos homicídios feito com base nos dados do SUS. A média brasileira é de 3,9 mortes por 100 mil habitantes; e o estado mais violento para as mulheres é o Espírito Santo, com um índice de 10,3 mortes. No Rio, o 8 mais violento, a taxa é de 5,1 mortes. Em São Paulo a taxa é de 2,8.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Dados do Disque-Denúncia, do Governo Federal, mostram que a violência ocorre na frente dos filhos: 68% assistem às agressões e 15% sofrem violência física com as mães.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;A violência contra a mulher é a maior preocupação para 56% das mulheres entrevistadas pela pesquisa realizada por IBOPE e Instituto Avon em 2009. A mesma pesquisa aponta que 55% dos entrevistados conhecem pelo menos um caso de violência doméstica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Segundo pesquisa realizada pela Subsecretaria de Pesquisa e Opinião Pública do Senado Federal em 2005, 54% das mulheres entrevistadas acreditam que as leis existentes no Brasil protegem as mulheres da violência doméstica. Na mesma pesquisa, 40% das entrevistadas declararam já ter presenciado algum ato de violência contra mulheres e 17% afirmaram já ter sofrido violência, sendo que dessas, 55% sofreram violência física, 24% violência psicológica, 14% violência moral e 7% violência sexual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Entre as mulheres agredidas, 71% foram vítimas mais de uma vez e 50% quatro vezes ou mais, segundo a mesma pesquisa. O marido ou companheiro é responsável por 65% das agressões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;91% dos brasileiros consideram muito grave o fato de mulheres serem agredidas por companheiros e maridos. As mulheres são mais enfáticas (94%), mas, ainda assim, 88% dos homens concordam com a alta gravidade do problema. (Pesquisa IBOPE/ Instituto Patrícia Galvão , 2004).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;A idéia de que a mulher deve aguentar agressões em nome da estabilidade familiar é claramente rejeitada pelos entrevistados (86%), assim como o chavão em relação ao agressor, “ele bate, mas ruim com ele, pior sem ele”, que é rejeitado por 80% dos entrevistados (Pesquisa IBOPE/ Instituto Patrícia Galvão , 2004).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Em uma pergunta que pede um posicionamento mais próximo daquilo que o entrevistado pensa, 82% respondem que “não existe nenhuma situação que justifique a agressão do homem a sua mulher”. Em contrapartida, 16% (a maioria homens) conseguem imaginar situações em que há essa possibilidade. Observa-se que 19% dos homens admitem a agressão, assim como 13% das mulheres (Pesquisa IBOPE/ Instituto Patrícia Galvão , 2004).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; color: purple; font-family: Verdana; "&gt;Dados Lei Maria da Penha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE e Themis - Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero, em parceria com o Instituto Patrícia Galvão, 68% dos entrevistados declararam conhecer a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt; A Lei é mais conhecida nas regiões Norte e Centro-Oeste, onde 83% dos entrevistados conhecem a Lei e seu conteúdo. No Nordeste e Sul as taxas de conhecimento são, respectivamente, de 77% e 79%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;Apesar da percepção do problema da violência doméstica contra a mulher e do conhecimento da Lei Maria da Penha, 42% da população diz que as mulheres não costumam procurar algum serviço ou apoio em caso de agressão do companheiro (IBOPE/Themis)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: Verdana; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; "&gt;Segundo os entrevistados, o serviço mais procurado é o da delegacia da mulher (38%), sobretudo no Nordeste (44%) e nas capitais (45%). A delegacia comum de polícia vem na sequência, com 19%. (IBOPE/Themis)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; text-align: justify; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; color: purple; font-family: Verdana; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; color: purple; font-family: Verdana; "&gt;Seguiremos em Marcha até que todas sejamos LIVRES!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; color: purple; font-family: Verdana; "&gt;Marcha Mundial Das Mulheres&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; color: purple; font-family: Verdana; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5335414976805716866?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5335414976805716866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5335414976805716866' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5335414976805716866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5335414976805716866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/11/25-de-novembro-dia-latino-americano-e.html' title='25 de novembro  Dia Latino americano e caribenho de luta  CONTRA A VIOLÊNCIA À MULHER'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TO0jl6BflxI/AAAAAAAAAm4/lArhqGa-Izg/s72-c/MMM%2B-%2BIMAGEM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-6293787558838692094</id><published>2010-11-22T12:13:00.001-08:00</published><updated>2010-11-22T12:28:47.581-08:00</updated><title type='text'>Feministas em ativismo online pelo fim da violência contra a mulher</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TOrPMjUN-WI/AAAAAAAAAmw/P1IOKkUKvw8/s1600/banner_feministas_online2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 346px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TOrPMjUN-WI/AAAAAAAAAmw/P1IOKkUKvw8/s400/banner_feministas_online2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542470105978239330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 23px; "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Dia 25 de novembro é o &lt;b&gt;Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres.&lt;/b&gt; Para marcar a data, um grupo de feministas blogueiras-tuiteiras-interneteiras está propondo cinco dias de ativismo online pelo fim da violência contra a mulher, de 20 a 25 de novembro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Durante esses 5 dias será feita diferentes formas de intervenção em todas as redes sociais que participamos, pelo fim da&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt; violência de gênero e formas de prevenção e combate. &lt;/span&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Será produzido&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt; artigos, crônicas, matérias inéditas sobre a violência contra a mulher e suas causas/consequências e entrevistas com feministas, juizas, promotoras, advogadas, delegadas, ativistas de ongs e profissionais de serviços de atendimento/prevenção.  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;No twitter, as postagens estão sendo feitas acompanhadas da &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;hastag&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;#FimDaViolenciaContraMulher&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Tod@s podem aderir a campanha, indicamos o uso da cor lilás e da temática feminista aos BGs no twitter (imagem de fundo do perfil),  avatares (foto de indentificação nas redes sociais da web) e o uso de um banner da campanha para identificar os blogues participantes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;No dia 25 de novembro indicamos o uso de roupas e acessórios de &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;cor lilás para dar visibilidade da campanha, também nas ruas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: justify; display: inline !important; "&gt;&lt;span style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Junte-se a nossa luta contribuindo com o tempo e a forma que dispuser. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(68, 68, 68); display: inline !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt; Uma vida sem violência é direito de todas as mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;color: rgb(68, 68, 68); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;retirado de  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://contramachismo.wordpress.com/2010/11/19/2067/"&gt;http://contramachismo.wordpress.com/2010/11/19/2067/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-6293787558838692094?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/6293787558838692094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=6293787558838692094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6293787558838692094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6293787558838692094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/11/feministas-em-ativismo-online-pelo-fim.html' title='Feministas em ativismo online pelo fim da violência contra a mulher'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TOrPMjUN-WI/AAAAAAAAAmw/P1IOKkUKvw8/s72-c/banner_feministas_online2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5180199602079995106</id><published>2010-11-03T15:39:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T17:14:08.255-07:00</updated><title type='text'>Entre alegrias e tristezas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por Carol Radd&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TNH2HBFLCBI/AAAAAAAAAmo/tu68bzZyO7A/s400/mulheresnapolitica.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 375px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535476017424697362" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Acabamos d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;eleger a primeira mulher para o cargo de presidente do B&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;rasil, Dilma Rousseff. A primeira coisa que me vem a cabeça quando penso nisso é no avanço dessa conquista e me emociono &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;ao lembrar da frase muito usada por nós feministas “Lugar de mulher é na política”. Mas minha alegria dura pouco, basta eu entrar em algum jornaleco na internet ou blog de humor, ou mesmo sentar em uma mesa de bar como alguns homens nada 'esclarecidos' que meu momento de alegria passa e me vem um sentimento de indignação. E eu me coloco a refletir acerca de um trecho de Simone de Beauvoir em “O Segundo Sexo”, meu livro de cabeceira, que diz que enquanto as mulheres não se verem enquanto sujeitos, não tiverem um sentimento de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;nós &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;enquanto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;mesmo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;, a relação de opressão não mudará e elas serão sempre o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;outro. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Pois não existe um nós mulher como ocorre em outras relações de opressão, salvo algumas raras organizações feministas, as mulheres nunca conquistaram nada, a não ser aquilo que seus opressores quiseram dar a elas, assinala Beauvoir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent; font-style: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Esse trecho me angustia, me da náusea, pânico, desespero... até quando vai ser assim? Até quando essa sociedade machista vai nos agredir, vai nos impor comportamentos, esteriótipos. Será que agora que temos uma mulher na presidência conquistaremos respeito? Tenho medo da resposta, essa campanha suja e maldosa, incentivou a falta de respeito até pela presidenta, me corria ao ver as campanhas da oposição dizendo que ela não tinha história, não tinha potencial nem competência, tinha uma que a porta de um estabelecimento fechava e um homem dizia “a única vez que ela não teve um chefe teve que baixar as portas”, ou algo parecido com isso, nojo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Depois de uma charge no inicio da campanha ter relacionado a atual presidenta eleita a uma garota de programa, desrespeitando não só a candidata como a todas as mulheres, o debate preconceituoso e agressivo em torno da legalização do aborto e da união civil de pessoas do mesmo sexo, e no segundo turno o candidato pelo PSDB ter pedido as “mineiras bonitas” que consigam voto para ele, entre outras coisas machistas, absurdas e preconceituosas que se ouvia por ai. Deparei-me ontem com algo que considero absurdo, piadas abusivas, desrespeitosas e machistas, em uma página de um “humorista” que descreve seu humor como “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;de prima pra deixar a vida masculina ainda melhor” que medo do que vem abaixo. O cara “super engraçado” enumera as&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; 10 primeiras medidas que serão tomadas pela primeira presidenta mulher da história do Brasil, e faz piadas com os planos de governo relacionando com esteriótipos atribuídos a mulheres. Com relação a saúde da mulher por exemplo, o projeto a ser implantado é implante de botox e silicone (HORRIVEL!!!!!!), o PAC, vira programa de aceleração do casamento (TOSCO!!!), dentre outras coisas absurdas. A postagem ridícula, veio seguida de vários comentários que apoiavam o autor e agrediam aqueles que deixaram seu comentário criticando a piada. Chamando homens que se posicionou contra de “bichona” e as mulheres de feministas-sem-causa, sem senso de humor, chatas, feias e encalhadas, um deles inclusive teve a audácia de perguntar “Quem será a primeira dama que vai morar com ela no Palácio Alvorada?”. Será mesmo que são as feministas que não tem senso de humor, ou as pessoas que perderam completamente a noção de respeito? Só pra constar, o meu mal humor eu costumo chamar de senso crítico. Não tenho nada contra o humor, só não rio de piadas sem graça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Me retorci resto do dia inconformada com tamanha agressão, à presidenta, às mulheres, e às feministas. Até quando nós mulheres vamos ter que carregar esses estigmas? Ouvir que política é coisa de homem, que a mulher tem ser meiga, delicada e sensível? Até quando fatores biológicos vão ser usados para justificar a diferença no plano político e no dos direitos? Que as características femininas específicas (absurdo!!!) a impedem de participar do mundo público, tendo esta como função a família e os filhos, que mulher que não tem filho não se realiza? (essa me dói).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span style="background: transparent"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Mas em uma campanha que se fez como base o machismo, o preconceito e a violência teve  como paradoxo duas mulheres candidatas e uma delas eleita para ocupar o cargo mais alto do poder executivo. Fato este que é sim um avanço importante, e estou orgulhosa e feliz tanto por ter participado como principalmente contribuído nesse processo. E fica a mensagem, não basta elegermos mulheres, elas tem que nos representar, e Dilma me representa, é uma mulher que ao contrario do que dizem por aí, traz na bagagem toda uma história de luta e de coragem. E é essa sua  coragem que vai servir de exemplo para as mulheres, para esquerda que acredita da democracia e no socialismo, e nos incentiva a continuar lutando, porque o caminho ainda é longo e dolorido, e temos muito o que conquistar, conquista que mesmo se cedida pela cultura patriarcal, será um premio da vitória da luta das mulheres, porque agora, nós também fazemos a história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="RIGHT" style="margin-bottom: 0cm; background: transparent"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt; &lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Carol Radd é graduada em Direito e em Filosofia, militante feminista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5180199602079995106?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5180199602079995106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5180199602079995106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5180199602079995106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5180199602079995106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/11/entre-alegrias-e-tristezas.html' title='Entre alegrias e tristezas'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TNH2HBFLCBI/AAAAAAAAAmo/tu68bzZyO7A/s72-c/mulheresnapolitica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-325048287881210891</id><published>2010-11-01T12:43:00.002-07:00</published><updated>2010-11-01T13:00:37.756-07:00</updated><title type='text'>participação do Grupo de Estudos Feministas no ERECOM</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O grupo Maria Maria Mulheres em Movimento participou na terça-feira dia 19 de Outubro de 2010 de um debate acerca de temáticas feministas, abrindo o VIII Encontro Regional de Comunicação em Juiz de Fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Segue uma breve descrição desse evento que foi considerado como emocionante e importante pela Professora Claudia Regina Lahni, mediadora da mesa, professora da UFJF e militante do Maria Maria. "Pela primeira vez os grupos de discussão de temática feminista abrem um evento de comunicação, ao invés de serem deixados por último e sem destaque na programação." Claudia comenta também sobre a quantidade de notícias veiculadas de violência física e psicológica contra as mulheres, frisando ainda a importância desse espaço e o estudo acerca de questões feministas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); font-size: 16px; -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TM8a9BY0RWI/AAAAAAAAAmY/GiXII5vXvQ0/s400/foto-erecom.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5534672102708495714" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;- O primeiro grupo de trabalho foi sobre &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Gênero e Comunicação: a caminho de um Estado da Arte - Cláudia Lahni (coordenadora), Daniela Auad, Fernanda Coelho, Janaína Morais, Camila Guedes, Marina Botelho e Fabíola Paulino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A mesa foi mediada pela Professora Claudia Lahni e o trabalho foi apresentado e discutido por Marina Alvarenga Botelho e Camila Guedes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;As alunas, no trabalho, produziram um mapeamento bibliográfico sobre o que está sendo produzido sobre comunicação e gênero. Seu objetivo era a discussão de gênero, educação e comunicação para uma sociedade mais democrática. Falando ainda sobre a diferença de poder entre homens e mulheres na sociedade. Discutem a importância da existência de movimentos de gênero porque a mulher ainda não se vê livre da opressão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Elas dizem que mídia atual não dialoga com a mulher, mas sim com a ideia de mulher que a sociedade tem. E assim se faz crescente a necessidade de uma mídia alternativa, com características próprias, onde as mulheres, os movimentos feministas criem sua própria representação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O tornar-se mulher em Simone de Beauvoir - Ana Carolina Radd&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O segundo trabalho foi apresentado por &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ana Carolina Raad Lima &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;e discute o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; "Tornar-se mulher" &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;através dos pensamentos e reflexões da autora  existencialista &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Simone de Beauvoir&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. Carolina discute que ninguém nasce mulher, mas sim torna-se mulher a partir dos comportamentos e valores que lhe são impostos. O objetivo de seu trabalho é discutir e quebrar esses valores transmitidos como naturais. Discutir o ato paradoxal de tornar-se mulher e analisar a questão do gênero desenvolvida no livro "O segundo sexo". Essa é uma questão importante a se discutir, pois, com o passar do tempo, a mulher deixa de reivindicar e acabam aceitando a sua condição e seu papel de mulher. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Direito à Comunicação e Cidadania das e para as Mulheres Lésbicas: uma primeira mirada de gênero sobre L WORLD – Daniela Auad, Cláudia Lanhi e Lilian Werneck&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Terceira apresentação foi de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Lilian Werneck&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, discutindo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;The L World&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, seriado de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;temática lésbica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. É uma reflexão de como esse seriado trouxe a temática da cidadania e as implicações comunicacionais na sociedade. Ela discute também o tornar-se lésbica na sociedade onde  a heterossexualidade é vista como norma e a homossexualidade como desvio. Frisa ainda que a norma só existe com a existência do desvio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fala um pouco sobre a mídia e o acesso democrático: somos nós que devemos determinar o que queremos ver, e lutar pela igualdade de direitos e deveres. Sendo a própria mídia a principal forma de luta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Sobre The L World: a série é produzida, dirigida, atuada por lésbicas. Lilian Werneck diz que as lésbicas sofrem dupla discriminação: por serem mulheres e por serem homossexuais. Além disso, mostra que a representação homossexual vem aumentando: são 566 personagem assumidos homossexuais em séries. A sério TRUE BLOOD conta com 6 homossexuais, sendo 3 lésbicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ela diz ainda que The L World traz a tona a realidade da vida lésbica, não somente os bons ou maus aspectos. Comenta sobre seu curta com a mesma temática: O MOBILE.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E termina deixando uma pergunta intrigante e instigante: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O que resta para as lésbicas além de L World diante da reticência do feminismo em reivindicar?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Desigualdade de gênero em saúde no Brasil – Fabíola Paulino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O quarto grupo de trabalho foi apresentado pela aluna&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; Fabíola Paulino. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Tratando do tema&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; saúde da mulher&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, enquanto a maioria dos estudos fala do fator socio-econômico. Ela ainda fala sobre como ter dinheiro interfere na saúde das pessoas, e sobre os homens viverem com os melhores padrões de saúde mesmo as mulheres vivendo mais. Fabíola baseia seus estudos no que chama de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Estado de Saúde&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, realizando pesquisas em 3 aspectos: autoavaliação do estado de saúde, doenças crônicas e mobilidade física, Levando ainda em conta a idade dos pesquisados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ela afirma que a mídia também influencia na saúde das mulheres, ao ditar o padrão de beleza exigindo que as mulheres muitas vezes deixem de lado sua saúde para se manterem bonitas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A questão se torna pior juntando gênero e questão racial. Sendo as mulheres negras apontadas com as piores condições de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O assunto aborto também foi comentado: mulheres do Brasil todo realizam aborto, a diferença é que as mulheres com mais condição econômica o realizam ilegalmente em clínicas, com todo o cuidado, enquanto as mulheres pobres arriscam sua vida em verdadeiros açougues. O aborto deveria ser garantido para toda mulher que assim desejar, de forma segura, não sendo privilégio das que podem pagar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O trabalho prático da disciplina Comunicação Comunitária em apoio ao movimento social popular: uma reflexão sobre a experiência com o Coletivo Feminista Maria Maria – Mulheres em Movimento – Janaína Morais e Cláudia Lahni&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O último trabalho foi apresentado pela Prof. Claudia Lahni. Esse trabalho discutia a experiência prática de trabalho com o Coletivo Feminista Maria Maria vivido por Janaína Morais através da disciplina  Comunicação Comunitária ministrada pela Prof. Claudia Lahni na UFJF.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A Prof. Claudia fala sobre o direito não somente à informação mas também direito de comunicação. E daí vem a importância da comunicação alternativa e da comunicação comunitária.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Como indicação de leitura e como base teórica de seus estudos, a professora cita &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Raquel Paiva, Cecilia Peruso, Mario Kaplun e Paulo Freyre.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="text-align: right;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Esse texto foi produzido pelos(as) alunos(as) da disciplina de Comunicação Comunitária da Faculdade de Comunicação Social - UFJF: Talita Lucarelli, Fabrício Delamare, Carina Scaldini, Franciane Tavares, Helena Laget e Gustavo Mendes. O grupo é responsável por assessorar o Coletivo Feminista Maria Maria neste 2º semestre de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-325048287881210891?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/325048287881210891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=325048287881210891' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/325048287881210891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/325048287881210891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/11/participacao-do-grupo-de-estudos.html' title='participação do Grupo de Estudos Feministas no ERECOM'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TM8a9BY0RWI/AAAAAAAAAmY/GiXII5vXvQ0/s72-c/foto-erecom.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-7477016001055802307</id><published>2010-10-29T13:01:00.000-07:00</published><updated>2010-10-30T13:55:42.191-07:00</updated><title type='text'>Contra o machismo da direita, um voto para a igualdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMyFmNKfFQI/AAAAAAAAAmQ/FzEGak-emOg/s1600/mulhervota13.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMyFmNKfFQI/AAAAAAAAAmQ/FzEGak-emOg/s400/mulhervota13.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533944933546661122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O candidato à presidência José Serra, do PSDB, expressou em sua declaração, nesta quinta-feira, o machismo que orienta não apenas sua campanha, mas sua atuação política no último período: “Se você é uma menina bonita, tem que conseguir 15 votos. Pegue a lista de pretendentes e mande um e-mail. Fale que quem votar em mim tem mais chance com você”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Repudiamos todas as práticas que pretendem obter qualquer tipo de lucro a partir do uso do corpo das mulheres, seja no turismo sexual, na indústria do entretenimento ou no tráfico de mulheres para a exploração sexual que movimenta pelo menos 58 bilhões de dólares anuais. O conteúdo explícito da declaração de Serra, ao incentivar que as meninas se ofereçam em troca de votos para este candidato misógino, incentiva estas práticas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A misoginia do governador faz coro com uma sociedade que trata as mulheres como objeto na publicidade, nos meios de comunicação e nas ruas. Repudiamos o conteúdo desta declaração, que considera as mulheres a partir de sua aparência, tendo como referência um padrão de beleza que faz com que milhares de jovens desenvolvam doenças como anorexia e bulimia. A imposição de um modelo ideal e inatingível de beleza expõe as mulheres às promessas da indústria dos cosméticos, remédios e cirurgias plásticas que destroem a autoestima das mulheres. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em uma sociedade em que a cada dia 10 mulheres são assassinadas por homens, o candidato reforça uma visão conservadora e machista de que as mulheres e seus corpos estão disponíveis para o consumo por meio da venda direta ou indireta. Nesta sociedade em que, em apenas 7 meses, mais de 340 mil mulheres denunciaram ser vítimas de violência sexista, o candidato se recusou durante meses a assinar o Pacto de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, enquanto governador de São Paulo. Após a assinatura, fruto de intensa pressão do movimento de mulheres organizado em SP, o então governador não investiu na implementação deste Pacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto governador, José Serra foi, portanto, conivente com a violência sofrida a cada 15 segundos por uma mulher brasileira. Enquanto candidato à presidência, José Serra é a expressão do que há de mais machista e reacionário com relação às mulheres. Não por acaso, o candidato conta com apoio de dirigentes da TFP, agrupamento que se situa entra os mais conservadores do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A atuação política e as declarações do candidato com relação às mulheres é uma agressão a todas nós que, nos dias de hoje, seguimos a luta de milhares de mulheres que nos antecederam reivindicando o direito a sermos respeitadas como cidadãs, portadoras de razão e direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao contrário do que o candidato José Serra pensa, nós mulheres temos capacidade de refletir e decidir sobre nossas vidas e sobre nosso voto. Convencemos homens e mulheres a partir de nossos argumentos, e não do oferecimento de nossos corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Repudiamos o preconceito e a discriminação expressados pelo candidato José Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos convencidas de que as mulheres podem ocupar os postos de trabalho em condições de igualdade com os homens, inclusive participando da política. Podemos (e queremos) ser vereadoras, prefeitas, deputadas, senadoras, governadoras e presidentas, e não apenas utilizar de nossos corpos para obter votos para os homens, como propõe o candidato José Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Decidimos votar na candidata Dilma Roussef, que é parte de um projeto histórico que incorpora a liberdade e igualdade das mulheres como princípios, e estamos conscientes de que os desafios para alcançar estes objetivos são muitos e não se encerram em uma eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos ao lado da candidata que foi fundamental na condução do governo Lula, que ampliou a uma escala nunca antes conhecida o reconhecimento das mulheres como cidadãs. Reconhecemos os avanços referentes ao direito à documentação da mulher trabalhadora rural, que emitiu mais de um milhão e duzentos mil documentos civis e trabalhistas para as mulheres rurais, garantindo-lhes a possibilidade de acessar as políticas públicas e a efetivação de seus direitos, como a titulação conjunta, permitindo que se tornassem coproprietárias da terra em que trabalham, e não mais apenas dependentes dos maridos, chefes de família. Reconhecemos as iniciativas que iniciaram um enfrentamento articulado e concreto à violência sexista, a partir da elaboração e aprovação da Lei Maria da Penha e da implementação do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos ao lado da candidata que defende em sua prática política e em seu programa de governo a soberania de nosso país e a integração solidária com os países vizinhos na América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos ao lado da candidata que propõe a criação de 6 mil creches públicas, condição fundamental para que as mulheres possam exercer seu direito a um emprego com salário e condições dignas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos ao lado da mulher que lutou e luta pela liberdade e pela democracia, e estamos convencidas de que a efetivação da democracia para todos os brasileiros e todas as brasileiras exige a garantia da autonomia e autodeterminação das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos em marcha até que todas as mulheres sejam livres!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Por Tica Moreno, Bruna Provazi (Marcha Mundial das Mulheres) e Fabíola Paulino (Diretora de Mulheres da UNE)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-7477016001055802307?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/7477016001055802307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=7477016001055802307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7477016001055802307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7477016001055802307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/contra-o-machismo-da-direita-um-voto.html' title='Contra o machismo da direita, um voto para a igualdade'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMyFmNKfFQI/AAAAAAAAAmQ/FzEGak-emOg/s72-c/mulhervota13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5910527744703612316</id><published>2010-10-25T10:10:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T10:11:22.233-07:00</updated><title type='text'>Carta aberta da ABGLT as candidaturas presidenciais de Dilma Roussef e José Serra</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Prezada Dilma e Prezado Serra,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, é uma entidade que congrega 237 organizações da sociedade civil em todos Estados do Brasil. Tem como missão a promoção da cidadania e defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Assim sendo, nos dirigimos a ambas as candidaturas à Presidência da República para pedir respeito: respeito à democracia, respeito à cidadania de todos e de todas, respeito à diversidade sexual, respeito à pluralidade cultural e religiosa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Respeito aos direitos humanos e, principalmente, respeito à laicidade do Estado, à separação entre religião e esfera pública, e à garantia da divisão dos Poderes, de tal modo que o Executivo não interfira no Legislativo ou Judiciário, e vice-versa, conforme estabelece o artigo 2º da Constituição Federal: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Nos últimos dias, temos assistido, perplexos, à instrumentalização de sentimentos religiosos e concepções moralistas na disputa eleitoral. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não é aceitável que o preconceito, o machismo e a homofobia sejam estimulados por discursos de alguns grupos fundamentalistas e ganhem espaço privilegiado em plena campanha presidencial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O Estado brasileiro é laico. O avanço da democracia brasileira é que tem nos permitido pautar, nos últimos anos, os direitos civis dos homossexuais e combater a homofobia. Também tem nos permitido realizar a promoção da autonomia das mulheres e combater o machismo, entre os demais avanços alcançados. O progresso não pode parar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por isso, causa extrema preocupação constatar a tentativa de utilização da fé de milhões de brasileiros e brasileiras para influir no resultado das eleições presidenciais que vivenciamos. Nos últimos dias, ficou clara a inescrupulosa disposição de determinados grupos conservadores da sociedade a disseminar o ódio na política em nome de supostos valores religiosos. Não podemos aceitar esta tentativa de utilização do medo como orientador de nossos processos políticos. Não podemos aceitar que nosso processo eleitoral seja confundido com uma escolha de posicionamentos religiosos de candidatos e eleitores. Não podemos aceitar que estimulem o ódio entre nosso povo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O que o movimento LGBT e o movimento de mulheres defendem é apenas e tão somente o respeito à democracia, aos direitos civis, à autonomia individual. Queremos ter o direito à igualdade proclamada pela Constituição Federal, queremos ter nossos direitos civis, queremos o reconhecimento dos nossos direitos humanos. Nossa pauta passa, portanto, entre outras questões, pelo imediato reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo e pela criminalização da discriminação e da violência homofóbica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cara Dilma e Caro Serra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por favor, voltem a conduzir o debate para o campo das ideias e do confronto programático, sem ataques pessoais, sem alimentar intrigas e boatos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Nós da ABGLT sabemos que o núcleo das diferenças entre vocês (e entre PT e PSDB) não está na defesa dos direitos da população LGBT ou na visão de que o aborto é um problema de saúde pública.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Candidato Serra: o senhor, como ministro da saúde, implantou uma política progressista de combate à epidemia do HIV/Aids e normatizou o aborto legal no SUS. Aquele governo federal que o senhor integrou também elaborou os Programas Nacionais de Direitos Humanos I e II, que já contemplavam questões dos direitos humanos das pessoas LGBT. Como prefeito e governador, o senhor criou as Coordenadorias da Diversidade Sexual, esteve na Parada LGBT de São Paulo e apoiou diversas iniciativas em favor da população LGBT.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Candidata Dilma: a senhora ajudou a coordenar o governo que mais fez pela população LGBT, que criou o programa Brasil sem Homofobia, e o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, com diversas ações. A senhora assinou, junto com o presidente Lula, o decreto de Convocação da I Conferência LGBT do mundo. A senhora já disse, inúmeras vezes, que o aborto é uma questão de saúde pública e não uma questão de polícia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Portanto, candidatos, não maculem suas biografias e trajetórias. Não neguem seu passado de luta contra o obscurantismo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A ABGLT acredita na democracia, e num país onde caibam todos seus 190 milhões de habitantes e não apenas a parcela que quer impor suas ideias baseadas numa única visão de mundo. Vivemos num país da diversidade e da pluralidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;É hora de retomar o debate de propostas para políticas de governo e de Estado, que possam contribuir para o avanço da nação brasileira, incluindo a segurança pública, a educação, a saúde, a cultura, o emprego, a distribuição de renda, a economia, o acesso a políticas públicas para todos e todas!&lt;br /&gt;Eleições 2010, segundo turno, em 15 de outubro de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5910527744703612316?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5910527744703612316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5910527744703612316' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5910527744703612316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5910527744703612316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/carta-aberta-da-abglt-as-candidaturas.html' title='Carta aberta da ABGLT as candidaturas presidenciais de Dilma Roussef e José Serra'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-9184891123264143096</id><published>2010-10-24T12:24:00.000-07:00</published><updated>2010-10-24T13:15:44.350-07:00</updated><title type='text'>Por igualdade no trabalho e na vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px; "&gt;Algo que sempre me chamou a atenção e me causou revolta foi a diferença salarial entre homens e mulheres. Não sabendo quase nada sobre o assunto "googlei" rapidamente e o que encontrei foi espantoso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;Num estudo realizado pela Confederação Sindical Nacional, mostrou-se que o Brasil é o país que MAIS TEM diferença salarial entre gêneros, sendo ela de 34%. Contra outros 20 países pesquisados &lt;/span&gt;com 22% (o que, ao meu ver, já é absurdo).&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;                                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSJxU_B_QI/AAAAAAAAAlw/FnA9o9zKlpY/s400/trabalho-a.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 360px; height: 217px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531697722857487618" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;Das expli&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;cações mais citadas nos textos que li, a disponibilidade de tempo foi a que mais se destacou. Ou seja, empresas se sentem RECEOSAS de contratarem mulheres &lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;que tenham filhos pequenos. A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;té onde eu sei, o período em que os homens traziam a comida e as mulheres vigiavam os filhos já foi ultrapassado a MUITO TEMPO. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;Pais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt; com filhos pequenos, então, não tem a mesma responsabilidade que a mãe? Ele tem horas disponíveis e a mulher não, porque tem que estar com as crianças?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;Fala-se também que a mulher tem jornada dupla, que ela recebe menos por seu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://delas.ig.com.br/mulher/papeis+sociais+causam+diferenca+salarial+entre+homens+e+mulheres/n1237492854063.html"&gt;PAPEL NA SOCIEDADE.&lt;/a&gt;&lt;span&gt; Certo, seu papel é trabalhar bem, chegar em casa, cuidar dos filhos e deixar tudo limpinho e pronto para esperar que seu marido volte do trabalho. O homem, supostamente, paga as contas e por isso se vê livre de qualquer outra obrigação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="pt-BR" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-left: 0.02cm; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSLg1MotNI/AAAAAAAAAl4/Ug9DKwKB7ZE/s400/maetrabalho2.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 400px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531699638469965010" /&gt;De acordo com dados da PNAD (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ibge.com.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=774&amp;amp;id_pagina=1"&gt;Pesquisa Nacional por Amostra de Dom&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.ibge.com.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=774&amp;amp;id_pagina=1"&gt;icílios)&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, do IBGE, “em 2005, 91% das mulheres brasileiras exerciam tarefas domésticas contra 51% &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;dos homens que realizavam esse mesmo tipo de atividade”.&lt;/p&gt;&lt;p lang="pt-BR" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-left: 0.02cm; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%"&gt; Esses dados mostram uma desigualdade de gênero ainda bem grande no exercício das atividades domésticas, pois as mulheres gastam em media 25,2 horas semanais nessas atividades enquanto os homens gastam, somente, 9,8 horas. Devendo-se considerar que o padrão sócio-econômico das famílias brasileiras mudou e está cada vez mais aumentando o número de mulheres no mercado de trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-left: -0.02cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;A média de horas gastas em atividades domésticas apresenta uma div&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ergência sem motivo de ser, já que estamos numa sociedade que se diz tão evoluída e prega o direito à igualdade.  É portando, dever não só da mulher como do homem cuidar da casa, como dos filhos, que a muito se sabe não são produzidos só pelas mulheres. Também espero que a ideia da mulher como mera reprodutora na cadeia da vida já esteja ultrapassada. A maternidade é um direito e não uma obrigação. Assim como para os homens é aceitável dedicar-se à vida profissional, mulheres não são diferentes, podendo sentir-se realizadas em seu emprego e sua independência, não precisando obrigatoriamente casar-se e ter filhos. Essa visão das obrigações do homem e da mulher e os objetivos que cada gênero tem na vida deve ser equivalente, cabendo à pessoa escolher o rumo que deseja, sem a interferência ou o risco de ficar "mal-falada" na sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;Já se foi o tempo, décadas atrás, quando a mulher precisava da autorização masculina (do pai ou do marido) para estudar e/ou trabalhar. Hoje, existem mais mulheres do que homens no Brasil com graduação e pós-graduação (de acordo com pesquisa de &lt;a href="http://www3.catho.com.br/salario/action//artigos/As_diferencas_salariais_entre_Homens_e_Mulheres.php"&gt;Cat&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;a href="http://www3.catho.com.br/salario/action//artigos/As_diferencas_salariais_entre_Homens_e_Mulheres.php"&gt;ho Online)&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;Em 2006 a maioria nas universidades era de população feminina, e representava 56,1% da população com mais de 12 anos de estudo (IBGE, 2006)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;Provando, então, que esse não é um ambiente masculino e que as mulheres tem a mesma capacidade intelectual e, quando entram em "territórios masculinos", se destacam e sobressaem, ameaçando a visão patriarcalista tradicional, assustando o sexo masculino que não aceita que mulheres, supostamente mais frágeis e ingênuas, invadam sua u&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;niversidade, seu mercado de trabalho e concorra, merecidamente, ao mesmo cargo, ganhando o mesmo salário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSPbF7lFoI/AAAAAAAAAmA/Sz-YN1MF-08/s1600/discrimina%C3%A7%C3%A3oHeM.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSPbF7lFoI/AAAAAAAAAmA/Sz-YN1MF-08/s400/discrimina%C3%A7%C3%A3oHeM.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531703937929123458" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 394px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;Te&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;span style="font-weight: normal"&gt;mos mulheres melhores preparadas no mercado e prontas para assumir cargos de alto nível em grandes negócios e mesmo assim o "&lt;a href="http://delas.ig.com.br/mulher/papeis+sociais+causam+diferenca+salarial+entre+homens+e+mulheres/n1237492854063.html"&gt;papel feminino na sociedade&lt;/a&gt;" é levado em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;conta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p lang="pt-BR" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;Conforme pesquisa realizada pelo IBGE, na população ativa, com mais de 12 anos de estudo, a distribuição continua desfavorecendo as mulheres. Entre os homens ocupados, 15,8% compõem as indústrias, 15,6% no comércio e reparação, 22,3% em outras atividades, e apenas 16,8% em educação, saúde e serviços sociais. As mulheres com esse mesmo nível de escolaridade, 44,9%, quase a metade ocupam os setores de educação, saúde e serviços sociais. Ocupam em grande parte o setor de serviços, sendo esse, área que pode ser considerada extensão das atribuições familiares e domésticas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="pt-BR" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;Mostrando que não é falta de competência das mulheres, os dados não mentem: existem mais mulheres estudando e capacitadas do que homens na mesma situação. Mesmo assim, elas não recebem as mesmas oportunidades, muitas vezes ficando restritas a conseguir empregos que pagam menos ou subempregos que não são diferentes de seus trabalhos no lar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;As mulheres lutam por seus direitos a anos. Ganhamos voz, independência e direito de e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;scolha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;Igualdade do mercado de trabalho é mais um direito e um dever do Estado que deve ser conquistado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;A presidência da república está a beira de ser a mais nova conquista feminina no Brasil, o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;que em outros países já foi conquistado!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt; &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSSteC-IiI/AAAAAAAAAmI/Lzfn7PQKtj8/s1600/DiaDaMulher2.jpg"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSSteC-IiI/AAAAAAAAAmI/Lzfn7PQKtj8/s400/DiaDaMulher2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531707552175104546" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 302px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSSteC-IiI/AAAAAAAAAmI/Lzfn7PQKtj8/s1600/DiaDaMulher2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;Ainda há muito a ser feito, e não devemos parar de lutar até que a discriminação por gênero acabe!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mais Links relacionados:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/efe/2009/03/04/ult1767u141428.jhtm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; www.economia.uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;a href="http://www.seade.gov.br/produtos/mulher/index.php?bole=13&amp;amp;tip=03"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;www.seade.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;a href="http://www.seade.gov.br/produtos/mulher/index.php?bole=13&amp;amp;tip=03"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;/www.frigoletto.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;p lang="zxx" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;i&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span &gt;Esse é mais um texto produzido pelos(as) alunos(as) da disciplina de Comunicação Comunitária da Faculdade de Comunicação Social - UFJF: Talita Lucarelli, Fabrício Delamare, Carina Scaldini, Franciane Tavares, Helena Laget e Gustavo Mendes. O grupo é responsável por assessorar o Coletivo Feminista Maria Maria neste 2º semestre de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-9184891123264143096?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/9184891123264143096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=9184891123264143096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9184891123264143096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9184891123264143096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/desigualdade-salarial.html' title='Por igualdade no trabalho e na vida'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TMSJxU_B_QI/AAAAAAAAAlw/FnA9o9zKlpY/s72-c/trabalho-a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-3763917310352756036</id><published>2010-10-19T10:51:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T10:57:15.514-07:00</updated><title type='text'>NOTA DE REPÚDIO CONTRA USO ELEITORAL DO DEBATE SOBRE ABORTO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TL3btYDAl1I/AAAAAAAAAlo/jLGMI3uomM0/s1600/aborto.8.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 103px; height: 137px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TL3btYDAl1I/AAAAAAAAAlo/jLGMI3uomM0/s400/aborto.8.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529817490076505938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; line-height: 19px; "&gt;&lt;div style="line-height: 1.22em; font-family: garamond, 'new york', times, serif; font-size: 18pt; "&gt;&lt;div style="line-height: 1.22em; font-family: garamond, 'new york', times, serif; font-size: 18pt; "&gt;&lt;div style="line-height: 1.22em; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;div class="yiv631860651im" style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;Mais uma vez, em contextos de disputa eleitoral, o patriarcado por meio de seus representantes na classe política conservadora, explora as necessidades do povo. Mais uma vez é sobre o corpo das mulheres e contra a autonomia das mulheres que a disputa se faz.  Ainda hoje e apesar da Lei do Planejamento Familiar de 1996, pratica-se a troca de votos por laqueadura de trompas. Apela-se para a mentira e o terrorismo para combater a luta por direitos humanos para as mulheres e para chantangear candidaturas.  Desde os anos 1980, o movimento de mulheres adota o 28 de setembro como o Dia Latino-Americano Pela Descriminalização do Aborto. Este ano, nessa data, foi lançada a Plataforma para Legalização do Aborto no Brasil. Na Plataforma estão colocados os termos do debate que queremos fazer com a sociedade brasileira, os movimentos sociais, as associações de classe, os partidos, parlamentares, o Poder Judiciário e o Executivo. Queremos que o debate seja feito de forma politizada e não moralista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;line-height: 1.22em; "&gt; &lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;Repudiamos o uso político da questão do aborto, causa tão complexa e importante para a vida das mulheres. Repudiamos as lideranças religiosas que manipulam informações, aterrorizam e mentem para seus fiéis em favor da ampliação de seu próprio poder político.  Exigimos respeito à dignidade das mulheres! Queremos um ambiente democrático para fazer o debate franco e informado sobre o direito à maternidade e à auto-determinação reprodutiva para todas as mulheres, sem discriminação de classe ou de cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; Em, 08 de outubro de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; "&gt; &lt;b style="line-height: 1.22em; "&gt;FRENTE NACIONAL CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES E PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 1.22em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-3763917310352756036?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/3763917310352756036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=3763917310352756036' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3763917310352756036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3763917310352756036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/nota-de-repudio-contra-uso-eleitoral-do.html' title='NOTA DE REPÚDIO CONTRA USO ELEITORAL DO DEBATE SOBRE ABORTO'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TL3btYDAl1I/AAAAAAAAAlo/jLGMI3uomM0/s72-c/aborto.8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-6527553172863431082</id><published>2010-10-17T14:22:00.000-07:00</published><updated>2010-10-17T18:43:05.524-07:00</updated><title type='text'>Atenção, Marias!  Maria Maria participa de debate em Encontro Regional de Comunicação</title><content type='html'>&lt;p lang="en-US" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt; &lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Integrantes do Coletivo Maria Maria Mulheres em Movimento, em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidade e Cidadania (UFJF-CNPq), participam de debate sobre Comunicação, relações de gênero e feminismo, no 8º Encontro Regional de Comunicação (ERECOM); que ocorre entre os dias 19 e 23 de outubro, em Juiz de Fora, Minas Gerais. No encontro, as participantes apresentarão artigos com temática feminista, a serem discutidos entre os(as) presentes no Grupo de Trabalho.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TLtqFAorkcI/AAAAAAAAAlY/NfqQ91AZBjE/s400/erecom.JPG" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 203px; height: 187px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529129601829933506" /&gt; &lt;p lang="en-US" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="en-US" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt; &lt;span&gt;A atividade é parte do pré-evento do ERECOM, e será realizada na próxima terça-feira, 19 de outubro, às 9h30, no Anfiteatro da Faculdade de Comunicação Social da UFJF.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="en-US" class="western" align="JUSTIFY" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt; &lt;span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt"&gt;&lt;b&gt;Confira a ordem da apresentação de trabalhos:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Gênero e Comunicação: a caminho de um Estado da Arte&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;-&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Cláudia Lahni (coordenadora), Daniela Auad, Fernanda Coelho, Janaína Morais, Camila Guedes, Marina Botelho e Fabíola Paulino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O tornar-se mulher em Simone de Beauvoir&lt;/span&gt; -&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ana Carolina Radd&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Direito à Comunicação e Cidadania das e para as Mulheres Lésbicas: uma primeira mirada de gênero sobre L WORLD&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;–&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Daniela Auad, Cláudia Lanhi e Lilian Werneck&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Desigualdade de gênero em saúde no Brasil&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;– &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fabíola Paulino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O trabalho prático da disciplina Comunicação Comunitária em apoio ao movimento social popular: uma reflexão sobre a experiência com o Coletivo Feminista Maria Maria – Mulheres em Movimento &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span&gt;–&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Janaína Morais e Cláudia Lahni&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Para outras informações, acesse o site: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.facom.ufjf.br/encontroregional/"&gt;http://www.facom.ufjf.br/encontroregional/&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p class="western" style="margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-right: 0.07cm; margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Es&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;se texto foi produzido pelos(as) alunos(as) da disciplina de Comunicação Comunitária da Faculdade de Comunicação Social - UFJF: Talita Lucarelli, Fabrício Delamare, Carina Scaldini, Franciane Tavares, Helena Laget e Gustavo Mendes. O grupo é responsável por assessorar o Coletivo Feminista Maria Maria neste 2º semestre de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="en-US" class="western" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="en-US" class="western" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p lang="en-US" class="western" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-6527553172863431082?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/6527553172863431082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=6527553172863431082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6527553172863431082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6527553172863431082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/atencao-marias-maria-maria-participa-de.html' title='Atenção, Marias!  Maria Maria participa de debate em Encontro Regional de Comunicação'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TLtqFAorkcI/AAAAAAAAAlY/NfqQ91AZBjE/s72-c/erecom.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5275907213148295473</id><published>2010-10-11T07:49:00.000-07:00</published><updated>2010-10-15T17:17:29.045-07:00</updated><title type='text'>2010, século XVIII: temporada de caça às bruxas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;Por Bruna Provazi *&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TLMlCf_LzkI/AAAAAAAAAlQ/hjrTtBT8HXk/s1600/cartazdilma.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TLMlCf_LzkI/AAAAAAAAAlQ/hjrTtBT8HXk/s400/cartazdilma.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526801892590210626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 12px; line-height: 21px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; line-height: 21px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cartaz de campanha contra a Dilma pregado em igrejas e lugares públicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 12px; line-height: 21px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 12px; line-height: 21px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Primeiro, veio a questão do aborto, para nos mostrar o quanto a sociedade brasileira ainda está tão distante da cidadania quanto do estado laico. Enquanto, em &lt;a href="http://www.infojovem.org.br/2010/09/27/dia-latino-americano-pela-legalizacao-do-aborto/" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;diversos países&lt;/a&gt;, sua legalização, através de imensa pressão popular e um tanto de boa vontade política, diminuiu o número de abortamentos e de mortes maternas, no Brasil, a criminalização do aborto, além de ser responsável pela terceira causa de morte materna no país, ainda é usada para manipulação eleitoreira de boa parte da população.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Como o número de mulheres na política ainda é extremamente reduzido, e como os líderes religiosos são os principais defensores dos direitos do conjunto-de-células-entitulados-por-eles-de-vida, temos que a decisão sobre a criminalização do aborto é tomada por homens que, &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: italic; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;paradoxalmente&lt;/em&gt;, não engravidam(!), portanto, nunca lhes passou pela cabeça a necessidade de abortar.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Nessas eleições, os tais temas polêmicos entraram com força na roda. Um dia desses, recebi uma ligação de minha mãe dizendo que havia se lembrado muito de mim no centro espírita. Fiquei surpresa, mas logo descobri do que se tratava: o “palestrante” condenava os grupos que defendem “o aborto” em prol da vida das mulheres. Ele não ousou nos chamar de feministas – que absurdo! -, tampouco disse que não fazemos apologia ao aborto (e sim ao direito de escolha e ao fim da criminalização) e, menos ainda, ousou citar o nome de Dilma Rouseff. Sonsinha Francine, chefa da campanha de $erra que, inclusive, &lt;a href="http://revistatpm.uol.com.br/41/aborto/01.htm" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;já declarou ter abortado&lt;/a&gt;, diria: “Coincidência? #SABOTAGEM #medo #valetudo e blá, blá, blá…”, mas, até então, eram apenas suposições… Até então.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;No dia seguinte, uma amiga, cuja mãe é católica (&lt;a href="http://catolicasonline.org.br/" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;contra o direito de decidir&lt;/a&gt;), ligava para ela, mais preocupada e menos poética que a minha: haviam lhe falado na missa que Dilma não apenas defendia o aborto, como iria legalizá-lo no país. Tudo o que pude dizer a ela foi “quem dera…”. Sei que a luta pela legalização no Brasil ainda é imensa, hajam 28 de setembro´s, hajam feministas nas ruas e haja boa vontade política para tal… Por enquanto, ficamos com a hipocrisia e com a &lt;a href="http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=25858243" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;“calhordice”&lt;/a&gt;, para usar a expressão do deputado Ciro Gomes.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Como se não bastasse tanta hemorragia, a ultra-direita, aliançada matrimonialmente com a religião, lança sua próxima (mas não última, garanto) cartada. Mais lenha na fogueira da Inquisição do século XXI. Dessa vez, cacem e extirpem todos os homossexuais!&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Nas palavras do vice do candidato José $erra à presidência, Índio da Costa, &lt;a href="http://odia.terra.com.br/portal/brasil/eleicoes2010/html/2010/10/vice_diz_que_serra_vai_ser_contra_direitos_dos_gays_115311.html" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;transformar em crime a discriminação a homossexuais atenta contra a liberdade de expressão&lt;/a&gt;. OI?? Liberdade de expressão de quem, cara pálida? Daqueles que matam, diariamente, centenas de homossexuais no Brasil?? Só pode ser piada! Da onde ele tirou isso? Da Veja ou do CQC??&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Sei que esse papo de censura está na moda entre as redações da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Imprensa_Golpista" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;velha mídia&lt;/a&gt; (aquela que apoiou a “ditabranda”) – aliás, talvez por isso mesmo é que tenham &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/politica/maria-rita-kehl-demitida-por-um-delito-de-opiniao.html" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(204, 0, 0); text-decoration: none; "&gt;demitido Maria Rita Kehl&lt;/a&gt;, né? – mas, por um instante, achei que estivéssemos no século XXI.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;Não sou boa com despertadores, devo ter perdido a hora… Talvez eu tenha mesmo dormido demais e sonhado que estava no século XXI. Sinceramente, acordar com uma “denúncia” dessas na minha caixa de e-mail é tããão século XVIII que deveria causar indignação, ao invés de “tirar votos”…&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;a href="http://catageral.blogspot.com/2010/09/dilma-roussef-e-lesbica-afirma-mineira."&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="margin-top: 8px; margin-right: 0px; margin-bottom: 18px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-family: impact, Verdana, Arial, sans-serif; vertical-align: baseline; text-decoration: none; line-height: 1em; text-align: justify; "&gt;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: italic; font-family: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;a href="http://catageral.blogspot.com/2010/09/dilma-roussef-e-lesbica-afirma-mineira."&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;DILMA ROUSSEF É LÉSBICA, AFIRMA MINEIRA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h5 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 12px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-family: impact; vertical-align: baseline; line-height: 1em; text-align: justify; "&gt;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: italic; font-family: inherit; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;a href="http://catageral.blogspot.com/2010/09/dilma-roussef-e-lesbica-afirma-mineira."&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Dilma é Lésbica, garante suposta ex-amante.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h5&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;E se Dilma fosse lésbica? Não entendi… As pessoas responsáveis por esse tipo de e-mail preconceituoso e difamatório é que deveriam ser presas e – com o perdão da palavra – CENSURADAS. Ah, esqueci! Ainda estamos no século XVIII…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; text-align: justify; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;* &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; line-height: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;jornalista; feminista; militante da MMM&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; line-height: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://brunaprovazi.wordpress.com/2010/10/07/2010-seculo-xviii-temporada-de-caca-as-bruxas/#comment-27"&gt;http://brunaprovazi.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Georgia, serif; line-height: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Georgia, serif; line-height: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5275907213148295473?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5275907213148295473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5275907213148295473' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5275907213148295473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5275907213148295473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/2010-seculo-xviii-temporada-de-caca-as.html' title='2010, século XVIII: temporada de caça às bruxas'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TLMlCf_LzkI/AAAAAAAAAlQ/hjrTtBT8HXk/s72-c/cartazdilma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-4479659240652429246</id><published>2010-10-05T12:59:00.000-07:00</published><updated>2010-10-06T21:33:43.773-07:00</updated><title type='text'>"Não abriremos mão de sonhar"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Por Aninnha Pimentel*&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Desde nova eu me encantei com a história daqueles e daquelas (principalmente) que lutaram contra a ditadura no Brasil. Lembro-me de meus professores relatarem as torturas que vivenciaram durante esse período e a profunda admiração que senti pela opção que fizeram de defender o país. Fato que também me despertava interesse era a reação de meus colegas. Mesmo os mais conservadores encontravam motivos de valorizar a trajetória de nossos pais, professores e amigos que vivenciaram esse momento no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKuIMZB4CxI/AAAAAAAAAlI/kj7909HeZBw/s1600/feminismo.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 265px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKuIMZB4CxI/AAAAAAAAAlI/kj7909HeZBw/s400/feminismo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5524659114358606610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ontem, 3 de outubro de 2010, acordei muito cedo, como a maioria do&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;s dias de minha vida. Mas era um dia diferente. Dia de ir “votar”!  E isso sempre me embreaga de esperança e motivação. (Não consigo deixar de pensar que até pouquíssimo tempo atrás, não podíamos escolher o presidente da república.). Sim, peguei minha bandeira vermelha, vesti minha camisa branca, cobri-me de adesivos das campanhas que defendo e fui andar pelas ruas de meu bairro.  Ontem tinha um sabor diferente. Eu saí de casa para votar em duas mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todos nós conhecemos as dificuldades que as mulheres vivenciam para entrar na vida pública. Fato é que essas duas representam a luta das milhares de mulheres que acreditam na construção da igualdade e no aprofundamento da democracia no Brasil. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nessas eleições, a direita tentou transformar essa lindíssima história de Dilma em crime, em vergonha! Eu me perguntei diversas vezes como a imprensa podia se sentir à vontade de apresentar acusações relacionadas a esse momento da vida de Dilma? Será que se esqueceram o quê significou esse momento para a liberdade de manifestar-se no Brasil?  Bem, mas nós conhecemos as motivações intrínsecas a essas críticas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas fato também marcante foi ver esse mesmo segmento da imprensa, abrir &lt;span&gt; &lt;/span&gt;espaço para as declarações da candidata Marina Silva. (Marina também faz parte dessas diversas mulheres lutadoras que eu me identifiquei desde muito nova. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Exatamente por esse motivo suas posições durante as eleições, foram-me particularmente sofridas. Preciso admitir, decepcionantes). Marina foi ministra do governo Lula, sempre mulher atuante, posicionamentos firmes, uma longa trajetória de atuação contrário ao FHC, ao neoliberalismo no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Presenciei Marina crescendo e conseguindo decisivo apoio dos grupos evangélicos de todo o Brasil através do discurso contra as liberdades individuais. Declarou-se fervorosamente contra a legalização do aborto, também manifestou-se publicamente contra a união civil entre homossexuais. Foi apoiada pelo dono da natura, empresa simbolicamente e objetivamente representante da exploração do trabalho das mulheres através da precarização de relações do trabalho e da mercantilização da vida das mulheres. Marina ainda criticou veementemente a política externa do governo Lula e chegou a dizer que Dilma e Serra eram a mesma coisa no debate da rede globo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pregou uma descrença e uma lamentação completamente dissonantes com o momento que vivenciamos no Brasil. Uma campanha de muita verborragia e sentimentalismos, mas sem propostas concretas para as dificuldades e limitações do projeto que temos em curso no Brasil. Quando tentou maquear a disputa entre direita e esquerda, na verdade, Marina serviu a direita no Brasil. Marina serviu ao conservadorismo, a organização dos discursos contrários&lt;br /&gt;à liberdade religiosa e às liberdades individuais. Assim, tentou ensaiar um discurso e uma nova roupagem da direita no Brasil. Tentou-se imaculada, mas serviu ao que existe de mais conservador e retrógrado no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Temos muitos desafios, precisamos falar sobre eles, mas não esquecemos o que o governo FHC &lt;span&gt; &lt;/span&gt;- e o projeto que Serra representa - &lt;span&gt; &lt;/span&gt;significa para o Brasil. Não esquecemos as privatizações, a desqualificação do serviço público, a retirada de verbas do ensino superior brasileiro, do fim das escolas técnicas, a política externa entreguista, a criminalização da diferença (lembram-se dos jornalistas perseguidos em governos tucanos? Aconteceu esse ano!), a intolerância religiosa. Esse projeto continua existindo e nós não queremos seu retorno. ( lembrem-se também &lt;span&gt; &lt;/span&gt;que a última grande ação de Serra a frente d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o governo de S. Paulo foi a privatização da Nossa Caixa, brecada porque adquirida pelo Banco do Brasil). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sem dúvidas, não temos um Brasil cor de rosa (e não queremos! Nós, feministas, nem gostamos dessa cor!). Temos um país que foi completamente devastado por esse projeto que Serra orgulhosamente fez parte. E temos um governo eleito, alterando a realidade das pessoas, mostrando que é possível desenvolver com diminuição da desigualdade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Faz parte desse momento, a esperança, o sonho e muita dedicação. Sonhar é o direito que nós conquistamos e não abriremos mão. Dilma representa a possibilidade de avançar na democracia e na diminuição da desigualdade. Ela representa a esperança de milhões de brasileiras que querem que suas vozes sejam reverberadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.1pt; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;*estudante de medicina; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;div style="text-align: right; display: inline !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;feminista,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;militante do Maria Maria e da Marcha Mundial das Mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;secretaria da juventude estadual do PT de Minas Gerais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-4479659240652429246?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/4479659240652429246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=4479659240652429246' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4479659240652429246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4479659240652429246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/nao-abriremos-mao-de-sonhar.html' title='&quot;Não abriremos mão de sonhar&quot;'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKuIMZB4CxI/AAAAAAAAAlI/kj7909HeZBw/s72-c/feminismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-7970281308484603857</id><published>2010-10-01T06:39:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T06:41:05.648-07:00</updated><title type='text'>roda feminista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na próxima sexta-feira (1/10), às 14:30, a pós-doutora e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Daniela Auad, vai estar na Faculdade de Comunicação da UFJF para uma conversa sobre seus livros. Auad é autora dos livros Feminismo: que história é essa? (2003), Educar Meninas e Meninos: relações de gênero na escola (2006) e Gênero e Políticas Públicas: avanços e desafios (2008).&lt;br /&gt;O evento é promovido pelo Grupo de Estudos Feministas, que é uma parceria do Grupo de estudo Comunicação, Identidade e Cidadania e do Coletivo Feminista Maria, Maria. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-7970281308484603857?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/7970281308484603857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=7970281308484603857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7970281308484603857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/7970281308484603857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/10/roda-feminista.html' title='roda feminista'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-4036370791532021971</id><published>2010-09-27T16:12:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T17:02:15.133-07:00</updated><title type='text'>28 de setembro - Dia de Luta pela Legalização do Aborto.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKEunEXivHI/AAAAAAAAAkw/qRxn7fIfEwE/s1600/colagempaulista+002.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKEunEXivHI/AAAAAAAAAkw/qRxn7fIfEwE/s400/colagempaulista+002.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521745866855201906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nós, mulheres feministas do coletivo Maria Maria-Mulheres em Movimento, tendo em vista a comemoração do dia 28 de setembro, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dia Latino&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Americano e Caribenho de Luta Pela Legalização do Aborto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; nos organizamos nesta luta pelo aborto legal e seguro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto, por termos uma legislação ultrapassada -1940-, que criminaliza a mulher que praticar aborto e quem a ajudar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apesar de a prática de aborto ser considerada crime no Brasil, não impede e nunca impedirá que ele seja praticado. Em 2005, de acordo com SUS, Sistema Único de Saúde, foram realizados, 1.054.242 abortos no país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;força das lutas dos movimentos de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;mulheres, já se entende hoje o aborto como&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;um problema de saúde pública, pois é grande o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;número de adoecimentos e mortes de mulheres&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;decorrentes da prática de aborto de forma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;insegura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As mulheres que mais sofrem com a criminalização são as de baixa renda, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado. Recorrem portanto, à clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que necessitam interromper uma gravidez indesejada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;A proibição do aborto é uma forma de controle sobre os corpos e a sexualidade das mulheres. Nenhuma mulher deve ser proibida nem obrigada a ser mãe. A maternidade é decisão livre e não uma obrigação das mulheres. Toda mulher deve ter autonomia sobre seu corpo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Necessitamos e queremos uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura, que o estado, através do SUS, garanta o direito e ofereça condições para as mulheres decidirem se, e quando, querem ser mães. E que, quando optarem por não levar uma gravidez adiante, disponham de atendimento psico-social e médico, de forma adequada e gratuita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51); font-family: arial;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p class="western" face="arial" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a rel="nofollow" target="_blank"&gt;Entre aqui e assine o Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;a href="http://frentepelodireitoaoaborto.blogspot.com/2008/09/manifesto-contra-criminalizao-das.html"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKEnm3HBXAI/AAAAAAAAAko/vZTfiNpf01w/s400/aborto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521738166714850306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51); font-weight: bold;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51); font-weight: bold;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51); font-weight: bold;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"A Frente Nacional pela Legalização do Aborto elaborou uma plataforma que contém diversas propostas para  a efetivação dos direitos reprodutivos e da autodeterminação das  mulheres, entre eles a legalização do aborto, a garantia de realização  do procedimento pelo SUS e a descriminalização das mulheres que optam  por realizá-los.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Clique &lt;a href="https://docs.google.com/fileview?id=0B293Pw-S_wHcOWJmYTFjMzEtYzU1Yi00NDQxLTkzNGItMTg2NjdiMDE3NzUx&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;aqui&lt;/a&gt; e confira a &lt;a href="https://docs.google.com/fileview?id=0B293Pw-S_wHcOWJmYTFjMzEtYzU1Yi00NDQxLTkzNGItMTg2NjdiMDE3NzUx&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Plataforma pela Legalização do Aborto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; construída pela Frente Nacional contra a criminalização das mulheres e pela legaliação do aborto."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51); font-weight: bold;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51); font-weight: bold; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Nenhuma mulher deve ser presa, punida, maltrada ou humilhada por ter realizado aborto!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;a style="color: rgb(102, 51, 51);" href="http://frentepelodireitoaoaborto.blogspot.com/2008/09/manifesto-contra-criminalizao-das.html"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ANACAR%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-9.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ANACAR%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-8.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-4036370791532021971?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/4036370791532021971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=4036370791532021971' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4036370791532021971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4036370791532021971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/09/pela-legalizacao-do-aborto-pela.html' title='28 de setembro - Dia de Luta pela Legalização do Aborto.'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TKEunEXivHI/AAAAAAAAAkw/qRxn7fIfEwE/s72-c/colagempaulista+002.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-8042281214452193799</id><published>2010-09-19T18:34:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T18:42:31.025-07:00</updated><title type='text'>As Mulheres no Serviço Militar - um Pequeno Histórico</title><content type='html'>&lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(204, 102, 0);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;“&lt;span&gt;As mulheres estão isentas do serviço militar, na forma prevista pela Constituição. Todavia, é permitida a prestação do serviço militar pelas mulheres que forem voluntárias, segundo critérios de conveniência e oportunidade de cada Força Armada. Hoje em dia, mulheres fazem parte do Exército, firmando-se como ‘militares de carreira’ ou ‘militares temporárias’.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 2.54cm; margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(204, 102, 0);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(204, 102, 0);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Excetuando-se a área combatente, não há restrições para as mulheres à carreira militar no Exército. Primeiro, porque a Instituição não criou um quadro feminino. Segundo, porque a mulher passou a integrar, desde o início, quadros de profissionais militares que já existiam anteriormente.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; color: rgb(102, 51, 102);" align="RIGHT"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.historiadoexercito.hpg.com.br/menu/mulher/Mulher.htm"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;História do exército - segmento feminino&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="RIGHT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Anualmente, as comemorações do 7 de setembro ocorrem em várias cidades brasileiras. Patriotas ou não, muitos civis assistem ao desfile e têm esse evento como modelo do que vem a ser as Forças Militares brasileiras. O que podemos notar é que dentre as várias instituições militares que participam do evento - Marinha, polícias Civil, Militar e Federal, Exército e Aeronáutica - poucas são as mulheres presentes no desfile pelas ruas da cidade de Juiz de Fora - e, acreditamos, de muitas outras cidades brasileiras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;A proporção de mulheres no desfile não representa a totalidade da participação das mesmas nas instituições, tendo em vista que sua ocupação está restrita, em alguns casos, à área administrativa e burocrática. As honrarias militares são delegadas em maior proporção aos homens, justificando a discreta presença feminina no evento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Este texto é uma homenagem às mulheres brasileiras e, principalmente, àquelas pertencentes às Forças Militares, que por vezes não recebem o devido crédito por sua participação na árdua tarefa de zelar pela integridade do país. Segue um pequeno histórico da participação feminina nas Forças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;A participação da mulher nas forças militares brasileiras não seria possível não fosse pela atuação feminina nas guerras das quais o país participou desde sua independência - a Guerra do Paraguai e a Segunda Guerra Mundial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;A presença feminina na Guerra do Paraguai ocorreu apenas em caráter voluntário, ou seja, não houve nenhum estímulo de ordem governamental. Neste conflito, a mulher exerceu, principalmente,  funções na área de assistência médica, como a enfermeira baiana Ana Néri, uma das únicas personagens que recebeu reconhecimento por sua presteza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Ao fim da Guerra do Paraguai, o Brasil passava por um desgaste econômico e politico-social. Houve um maior apelo da parte dos abolicionistas e o surgimento de pequenos grupos de caráter feminista. Essas primeiras organizações feministas visavam a emancipação dos escravos e, acima de tudo, a emancipação própria, atuando em defesa do voto feminino. Até então, esses grupos eram formados apenas por mulheres brancas da elite local.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Quando, por imposição da política internacional, foi deflagrada a participação do Brasil na Segunda Guerra, em 1942, o país colaborou no esforço, enviando a Força Expedicionária Brasileira (FEB), composta por mais de 20 mil pracinhas, ao &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;front &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;italiano (1944). Em meio a este contexto, tornou-se também necessário o envio de agentes de saúde, já que as enfermeiras norte-americanas estavam sobrecarregadas e não falavam o idioma dos futuros pacientes. Assim, em 1943, foi publicada uma chamada solicitando que mulheres entre 18 e 36 anos que possuíssem qualquer diploma de enfermagem, se apresentassem para a seleção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Segundo a pesquisadora Suellen Lannes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote1anc" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2877263228408389273&amp;amp;postID=8042281214452193799#sdfootnote1sym"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, a modernização do serviço militar trouxe funções, “onde a fraqueza física da mulher (sic) frente ao homem não seria contestada”. Assim, somente com a criação de uma escola voltada para a área administrativa e burocrática do Exército (EsAEX) - que não se associava à área de combate nem utilizava de aspectos físicos em seus processos de seleção - a entrada da mulher tornou-se possível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Nos anos 70, o movimento feminista, voltado à luta contra a discriminação sexual, sugere uma revisão nas relações entre homem e mulher, buscando mudanças nas diferenças sócio-econômicas existentes no Brasil. O problema não era apenas o aspecto de gênero, mas também o aspecto de classe social. O movimento feminista pensa a inserção da mulher nos diferentes ambientes de trabalho existentes. “A figura do homem como o trabalhador deveria ser compartilhada pela mulher e isso se estendeu também para a esfera militar”, segundo Suellen.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Em 1981, o Almirante Maximiano da Fonseca fundou o Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha (CAFRM), abrindo a porta para a inclusão das mulheres nas forças armadas. Em 1989 foi promulgada a Lei 7831, possibilitando definitivamente o ingresso feminino no Exército, mediante concurso público. Em 1996, o Serviço Militar Feminino Voluntário foi instituído, permitindo que mulheres com ensino superior da área de saúde incorporassem ao Serviço Militar. No ano seguinte, dez mulheres ingressaram no IME (Instituto Militar de Engenharia) e outras tantas formaram pela Escola de Saúde do Exército (EsSEX); em ambas escolas, as mulheres ingressadas ascendem na hierarquia militar até o posto de General de Divisão. O posto máximo, de General-do-Exército, não pode ser ocupado por mulheres, e lhes é vetada a participação efetiva em atividades militares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Em 1998, as mulheres com curso superior nas áreas de humanas e exatas foram incorporadas ao Serviço Militar - assim, graduadas em engenharia, jornalismo, direito, análise de sistemas, arquitetura, magistério, administração, contabilidade, etc, puderam compor o contingente desfalcado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; text-decoration: none; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;Ainda em 1998, foi implementado na Amazônia um projeto experimental, que consistia em formar uma equipe de mulheres nos tiros-de-guerra, conhecidas como “Atiradoras”. Por diversos motivos, o projeto foi desativado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Certamente que a participação das mulheres brasileiras na Guerra do Paraguai e, posteriormente, na Segunda Guerra Mundial ajudou a consolidar o seu papel na sociedade e a influenciar as transformações ulteriores nas relações de gênero. Mas isso ainda é pouco. Mesmo isentas da prestação de serviços militares, as mulheres ingressaram às forças de maneira voluntária, e, talvez por isso, sua participação deva ser levada mais em conta. O cenário da atuação feminina nas forças militares brasileiras poderia adotar o exemplo norte-americano, onde foi criado um grupo de combatentes exclusivamente feminino, as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Women Marines&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, que mostram as possibilidades da adoção da mulher no meio militar. Talvez isso só aconteça quando houver necessidade de contingente, como ocorreu em vezes passadas. Uma reestruturação das Forças Armadas é necessária para que a mulher brasileira possa ingressar de uma maneira voltada à meritocracia, e não quando surgir a necessidade de complementar um grupo desfalcado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="color: rgb(102, 51, 102);" id="sdfootnote1"&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; border: medium none; padding: 0cm; line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2;" align="LEFT"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote1sym" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2877263228408389273&amp;amp;postID=8042281214452193799#sdfootnote1anc"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;LANNES,  Suellen Borges de. A inserção da mulher no moderno Exército  Brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-8042281214452193799?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/8042281214452193799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=8042281214452193799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8042281214452193799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8042281214452193799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/09/as-mulheres-no-servico-militar-um.html' title='As Mulheres no Serviço Militar - um Pequeno Histórico'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5492396570378996997</id><published>2010-09-17T08:48:00.000-07:00</published><updated>2010-09-17T08:52:27.531-07:00</updated><title type='text'>Mulheres na prateleira</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="JUSTIFY"&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Basta ligar o televisor para sermos bombardeadas por anúncios publicitários de produtos que vão desde cosméticos a automóveis e cervejas. O interessante é que na maioria desses anúncios a mulher é utilizada como chamariz. Se o anúncio é de vestuário, mulheres lindas e magras são usadas para determinar como todas nós devemos ser. Se o produto é cerveja, mulheres com curvas salientes e quase nuas são usadas para agregar valor ao produto e atingir ainda mais o seu público alvo: os homens. Ah, mas se o produto for restrito ao público masculino, como os aparelhos de barbear, a mulher não precisa figurar no anúncio, certo? Errado. O corpo feminino é tão ou mais exposto que os próprios produtos, e assim, o ideário da “mulher objeto” ganha força na sociedade.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; Não precisamos ficar restritas à publicidade para comprovar isso. Nas bancas de jornais mulheres lindas e em trajes míninos estampam capas de revista que, quase sempre, falam de dietas, de como conquistar os homens ou de dicas de beleza. Nas telenovelas, a maioria das personagens femininas já acorda maquiada, penteada e bem vestida, passa a trama toda lutando pelo amor de um homem e conspirando contra outras mulheres. Nos programas de auditório, moças com rebolado sensual e corpos à mostra são usadas como tentativa de alavancar a audiência. Ah, e tem ainda a moda do “arruma minha patroa”, que são quadros em que maridos solicitam uma transformação na aparência da esposa. E como se não bastasse, vem o cinema com o tal “A Mulher Invisível”. No filme, Luana Piovani encarna o ideal machista da “mulher perfeita”: não questiona nada, é linda e está sempre pronta para o sexo.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt; Ufa! Diante de tanta exposição e desvalorização da mulher na mídia, acho que temos duas opções: naturalizarmos tudo isso e continuarmos expostas na prateleira midiática ou nos unirmos e protestarmos contra a mercantilização do corpo feminino.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(102, 51, 102); text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0); font-style: italic;"&gt;Por Fernanda Coelho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5492396570378996997?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5492396570378996997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5492396570378996997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5492396570378996997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5492396570378996997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/09/mulheres-na-prateleira.html' title='Mulheres na prateleira'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-4776837740562209520</id><published>2010-08-29T15:52:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T16:09:48.365-07:00</updated><title type='text'>29 de Agosto: Dia Nacional da Visibilidade Lésbica</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/THrmAiPOz7I/AAAAAAAAAkY/_QlA5u6Mghk/s1600/LBL.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/THrmAiPOz7I/AAAAAAAAAkY/_QlA5u6Mghk/s400/LBL.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5510969990906302386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Hoje, dia 29 de agosto de 2010, coloquei uma canga com as cores do arco-íris na janela. Atendi a um chamado da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL). “Se você reconhece e respeita a diversidade, junte-se a nós nessa ação: Dia 29 de Agosto de 2010 coloque panos coloridos nas janelas”. É Dia Nacional da Visibilidade Lésbica e a ação lúdica, chamada pela LBL, se soma à roda de conversas Visibilidade Lésbica em suas Diferentes Matizes, realizada pela Liga em São Paulo, nessa tarde de domingo, com apoio da Marcha Mundial das Mulheres, do Geledés – Instituto da Mulher Negra e outras entidades; também se soma a várias outras ações em diferentes localidades do país em comemoração ao 29 de Agosto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; A data foi definida como Dia Nacional da Visibilidade Lésbica em referência ao I Senale – Seminário Nacional de Lésbicas, que ocorreu em 1996, no Rio de Janeiro. No V Senale, realizado em São Paulo, em 2003, houve a reafirmação da data, pelas lésbicas participantes do Seminário Nacional, assim como a definição por ações diversas nessa data. Conforme Marylucia Mesquista (2004), “a data adveio da necessidade coletiva de visibilizar um segmento que, historicamente, ocupou o espaço da invisibilidade”.&lt;br /&gt;Também em 2003, durante o III Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, em uma Oficina de Visibilidade Lésbica, com a participação de dezenas de mulheres lésbicas e bissexuais, de vários estados do Brasil, foi definida a formação da Liga Brasileira de Lésbicas. Segundo Mesquita, “a LBL, enquanto instância de empoderamento e mobilização nacional e internacional das lésbicas foi criada por mulheres lésbicas, ou seja, por mulheres que se relacionam afetivo-sexualmente com mulheres e que ousaram e ousam politizar a sexualidade, combatendo a heteronormatividade”.&lt;br /&gt;Em maio/2010, em Porto Velho, foi realizado o VII Seminário Nacional de Lésbicas e Mulheres Bissexuais. Assim, o que se percebe é um avanço na organização e conquistas das mulheres lésbicas e bissexuais. Mas ainda há muito o que conquistar para termos de fato respeito para com todas e uma sociedade igualitária. Sabemos que inúmeras formas de violência atingem as mulheres – desde salários mais baixos até a violência física – e tal violência se manifesta ainda mais forte contra lésbicas e bissexuais, porque são mulheres com uma sexualidade considerada “diferente”.&lt;br /&gt;É por isso que precisamos fortalecer cada vez mais o movimento lésbico-feminista. Precisamos debater esse tema, falar sobre lesbianidade, amor entre mulheres que já foi chamado de não dito. Vamos dizer. “A minha militância é cotidiana para SER o que eu sou”, disse uma das debatedoras no evento da LBL de hoje. A canga com as cores do arco-íris na minha janela é muito bonita. E eu sou, milito todos os dias.&lt;br /&gt;Em nome do grupo Maria Maria Mulheres em Movimento digo somos e lutamos CONTRA A LESBOFOBIA, CONTRA TODA FORMA DE DISCRIMINAÇÃO!&lt;br /&gt;Para mais visibilidade, ler “Movimento de Mulheres Lésbicas no Brasil: Sinalizando algumas conquistas e desafios para o século XX”, de Marylucia Mesquisa, em &lt;a href="http://www.comuniles.org.br/"&gt;www.comuniles.org.br&lt;/a&gt;; acessar &lt;a href="http://blog.clickgratis.com.br/dellasnaparada/page2/&amp;amp;thisy=&amp;amp;thism=&amp;amp;thisd="&gt;http://blog.clickgratis.com.br/dellasnaparada/page2/&amp;amp;thisy=&amp;amp;thism=&amp;amp;thisd=&lt;/a&gt;; e assistir O Móbile – Admiração, filme da Lílian Werneck, no blog &lt;a href="http://www.omobile.blogspot.com/"&gt;www.omobile.blogspot.com&lt;/a&gt;. Quem quiser, antes do filme, pode ler o &lt;a href="http://file:///D:/Documents%20and%20Settings/Ana%20Carolina/Meus%20documentos/Movimento%20Mulheres/Maria%20Maria/lilian.pdf"&gt;texto&lt;/a&gt; que fiz e li na noite de 8 de março de 2009, na Casa de Cultura da UFJF, no pré-lançamento do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; color: rgb(153, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cláudia Lahni é feminista, professora da UFJF,&lt;br /&gt;tem militância cotidiana e vota Dilma 13, Margarida 1314&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-4776837740562209520?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/4776837740562209520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=4776837740562209520' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4776837740562209520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4776837740562209520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/29-de-agosto-dia-nacional-da.html' title='29 de Agosto: Dia Nacional da Visibilidade Lésbica'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/THrmAiPOz7I/AAAAAAAAAkY/_QlA5u6Mghk/s72-c/LBL.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-4533131361000310287</id><published>2010-08-21T19:10:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T19:11:34.065-07:00</updated><title type='text'>Católicas lançam livro sobre violência contra as mulheres</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;/div&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { color: #0000ff } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;“Religiões em Diálogo: Violência contras as mulheres” é o título do livro publicado pelas Católicas pelo Direito de Decidir, que tem como organizadora Yury Puello Orozco. A obra, de 2009, teve apoio do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas) e foi lançada no dia 13/08/2010, na sede da ONG, na Bela Vista, em São Paulo.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;	Como escrevem Maria José Rosado Nunes e Valéria Melki Busin, das Católicas, na apresentação, o livro reúne “artigos sobre o tema da violência de gênero e religião escritos por lideranças expressivas de algumas das principais denominações religiosas presentes no Brasil, como Metodista, Budista, Anglicana, Igreja Betesda, Candomblé, Luterana, Batista e Católica”.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;	Em Juiz de Fora, as interessadas na obra “Religiões em Diálogo: Violência contras as mulheres” podem ter acesso ao exemplar do livro do Maria Maria Mulheres em Movimento e da biblioteca do PPGCOM-UFJF.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;	Mais informações: &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.catolicasonline.org.br/"&gt;www.catolicasonline.org.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-4533131361000310287?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/4533131361000310287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=4533131361000310287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4533131361000310287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4533131361000310287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/catolicas-lancam-livro-sobre-violencia.html' title='Católicas lançam livro sobre violência contra as mulheres'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-3138603570819653842</id><published>2010-08-10T19:06:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T19:13:57.004-07:00</updated><title type='text'>A decisão tem que ser nossa.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Centenas de mulheres no Brasil são perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto, devido à nossa legislação ultrapassada.&lt;br /&gt;Se não bastasse  termos em vigor um Código Penal de 1940,  que criminaliza a mulher que praticar aborto e quem a ajudar, em maio desde ano, 2010, foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família o Estatuto do nascituro. Nome dado ao projeto de lei 478/07, que versa sobre a proteção aos embriões (chamados de nascituros), que passam a ser considerados como seres humanos concebidos naturalmente ou in vitro, mesmo antes da sua transferência para o útero da mulher.&lt;br /&gt;A condição efetiva de garantia dos direitos previstos pelo ordenamento jurídico brasileiro é o nascimento com vida, uma vez que inexiste o consenso científico e moral sobre quando começa a vida humana. E ao conferir o direito absoluto à vida aos embriões, o projeto desconsidera os direitos reprodutivos das mulheres garantidos por lei.&lt;br /&gt;Além de infringir o art. 5º da CF/88, onde estão previstos como direitos fundamentais a autonomia e a liberdade, atacando diretamente a autonomia da mulher sobre o próprio corpo, o parecer elimina a hipótese de aborto em qualquer circunstância. O Estatuto retira do ordenamento jurídico direitos conquistados, pois possibilita a criminalização dos casos de aborto que antes eram permitidos por lei, quando a mãe se encontrar em situação de risco de morte e em caso de estupro (Artigo 128, II do Código Penal).&lt;br /&gt;O Estatuto viola ainda o artigo 226, § 7º, da Constituição Federal, que proíbe o Estado de restringir a autonomia reprodutiva, o inciso VI do art 5º que versa sobre a liberdade de crença, o princípio da igualdade entre homens e mulheres, e o princípio da laicidade do Estado também defesos pela Constituição Federal.&lt;br /&gt;E mais, proíbe ainda a utilização de células embrionárias em pesquisas, o congelamento de embriões e as técnicas de reprodução assistida, oferecendo somente a escolha da adoção às mulheres com dificuldades para engravidar.&lt;br /&gt;Apesar da prática de aborto ser considerada crime no Brasil, não impede e nunca impedirá que ele seja praticado. Em 2005, de acordo com o SUS, Sistema Único de Saúde, foram realizados 1.054.242 abortos no país.&lt;br /&gt;A Pesquisa Nacional de Aborto (PNA), apresentada em maio de 2010, mostrou que 1 em cada 7 mulheres de até 40 anos já realizou aborto; se consideradas apenas as mulheres de 35 a 49 anos, esta relação cai para 1 em cada 5 mulheres. Nas idades que compõem o centro do período reprodutivo  das mulheres, entre 18 e 29 anos, mais de uma em cada cinco mulheres já fez aborto.&lt;br /&gt;O aborto se mostrou mais comum entre mulheres de menor escolaridade. As mulheres que mais sofrem com a criminalização são as pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado. Recorrem, portanto, a clínicas clandestinas precárias e a outros meios inseguros, como remédios, chás, e agulhas; uma vez que necessitam interromper uma gravidez indesejada.&lt;br /&gt;Outro resultado revelado pela pesquisa é dentre as mulheres que já praticaram aborto muitas são casadas, têm filhos e professam alguma religião.&lt;br /&gt;A pesquisa apresentou ainda resultados de estudos realizados em 5 estados brasileiros (Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro):&lt;br /&gt;• Mulheres negras morrem muito mais em consequência de abortos inseguros, quando analisada a variável raça/cor;&lt;br /&gt;• Mulheres que tiveram complicações por aborto estão entre as pacientes mais negligenciadas quanto aos cuidados de promoção da saúde reprodutiva e não são encaminhadas a serviços e profissionais capacitados;&lt;br /&gt;• Há predominância de mulheres jovens, entre 20 e 29 anos, nos diagnósticos de aborto espontâneo e aborto por razões médicas;&lt;br /&gt;• Nos cinco estados, a intervenção mais utilizada para assistir mulheres que abortaram é a Curetagem Pós-aborto (CPA), procedimento mais caro e que oferece riscos que estão relacionados à perfuração uterina e maior tempo de permanência nos hospitais para reverter infecções com antibióticos; na contramão da indicação do Ministério da Saúde de utilizar a Aspiração Manual Intra-uterina (AMIU);&lt;br /&gt;• Em Salvador (BA) e Petrolina (PE), o aborto inseguro foi a primeira causa de morte materna.&lt;br /&gt;O aborto deve, portanto, ser entendido como um problema de saúde pública, pois é grande o número de adoecimentos e mortes de mulheres decorrentes da prática de aborto de forma insegura. Atualmente os serviços de saúde públicos não contemplam sequer os casos previstos em lei para a prática do aborto.&lt;br /&gt;Necessitamos e queremos uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura; que o estado, através do SUS, garanta o direito e ofereça condições para as mulheres decidirem se, e quando, querem ser mães. E que quando essas mulheres optarem por não levar uma gravidez adiante, disponham de atendimento psicológico, social e médico, de forma adequada e gratuita.&lt;br /&gt;A proibição do aborto é uma forma de controle sobre os corpos e a sexualidade das mulheres. Nenhuma mulher deve ser proibida nem obrigada a ser mãe. A maternidade é decisão livre e não uma obrigação das mulheres. Toda mulher deve ter autonomia sobre seu corpo.&lt;br /&gt;A maternidade deve resultar de uma escolha responsável, não podendo ser uma imposição legal. Criminalizar o aborto fere a dignidade das mulheres. O corpo e a vida das mulheres não são objetos que possam ser tutelos nem pela Igreja, nem pelos juízes, nem pelo Estado. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O nosso corpo nos pertence!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ipas.org.br/revista/ju10.html"&gt;http://www.ipas.org.br/revista/ju10.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;amp;cod=48947"&gt;http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;amp;cod=48947&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-3138603570819653842?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/3138603570819653842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=3138603570819653842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3138603570819653842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/3138603570819653842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/decisao-tem-que-ser-nossa.html' title='A decisão tem que ser nossa.'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-6653879296165588591</id><published>2010-08-09T07:27:00.000-07:00</published><updated>2010-08-09T07:39:38.798-07:00</updated><title type='text'>Para Marília Medalha</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { color: #0000ff } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;Por Claudia Lahni&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt; No final de julho, aqui, no blog do Maria Maria, foram publicados textos da Maria Fernanda e da Marília, sobre cinema. Ambos tratavam de filmes que, de forma ficcional ou semi-documental, apresentam a violência contra a mulher, garantida e perpetuada pela lei, pela tradição, pela cultura, pelo machismo. Violência física, exploração sexual e mutilação é dessas agressões que se trata.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt; Eu disse que não veria esses filmes – não agüento mais essa violência, que está cotidianamente nos jornais e na vida, infelizmente. Bom, mas gosto de cinema e muito de música. Está em cartaz “Uma noite em 67”, documentário nacional de Renato Terra e Ricardo Calil. O filme está na capa da Bravo, é badalado por reportagens e comentários. Trata da final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, que ocorreu em 1967. Fui ver.  &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt; Bem feito, bem editado, sobre momento emocionante e importante para a história do país. Não está tudo bem. A película apresenta a violência da invisibilidade. Tem Chico Buarque sendo entrevistado bem novo e recentemente; idem para Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo, integrantes do MPB 4, diretores e técnicos de som da TV. Os entrevistadores de então são Randal Juliano e Cidinha Campos, segundo a Bravo, representantes do que seria o suprassumo do Brasil careta.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;Com 	tamanha invisibilidade, fiquei pensando se não tinha mulher nesse 	movimento, nesse “festival que mudou tudo” (conforme a Bravo). O 	que as mulheres faziam em 67? Dilma estava lutando contra a 	ditadura. Margarida ingressava como aluna na UFJF. Minha mãe já 	tinha alfabetizado várias crianças e tido um filho e uma filha (eu 	nasci em janeiro de 69). E na MPB?&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;Em 	junho de 67 houve uma passeata contra a guitarra (entendida como 	símbolo da invasão estrangeira na música brasileira), que foi 	liderada por Elis Regina. Junto com Caetano Veloso, quem se 	indignava diante disso era Nara Leão. Tudo bem, é impossível 	entrevistá-las hoje. Mas não se tem arquivo, como dos homens? E a 	mutante Rita Lee? O documentário mostra a fala do mutante Arnaldo. 	E Nana Caymmi, que, esposa de Gil na época, cuidava dele que teve 	uma crise de pânico no dia do Festival e disse que não iria 	apresentar Domingo no Parque?&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;Além 	da entrevistadora Cidinha Campos, a mulher a falar, no filme, é 	Marília Medalha, que, ao lado de Edu Lobo, defendeu a canção 	Ponteio, vencedora do Festival de Record de 67. A única mulher 	entrevistada só aparece em 67 e, no meio de sua fala, a 	entrevistadora conta que seu cílio postiço está caindo, porque 	ela chorou, desviando o foco da opinião da cantora.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;Eu me 	lembrava do seu nome e de mais nada dela... Marília Medalha é 	cantora e compositora brasileira. &lt;span lang="pt-PT"&gt;Participou, em 	1965, da montagem da peça &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Arena_Conta_Zumbi&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;i&gt;Arena 	Conta Zumbi&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, de &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Boal"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Augusto 	Boal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gianfrancesco_Guarnieri"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Gianfrancesco 	Guarnieri&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, em &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28SP%29"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;São 	Paulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, que lhe valeu o 	&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_APCA"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;prêmio 	APCA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; como Atriz Revelação 	do ano (wikipédia.org). Eu vi uma montagem dessa peça aos 11, 12 	anos de idade, na escola pública em que estudava, em 1980. É 	maravilhosa!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Em 	1967, como aparece no filme, Marília Medalha interpretou Ponteio 	lindamente, ao lado de Edu Lobo&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, com uma 	força e expressão impressionantes. Teve outras primeiras 	colocações em festivais de música. Fez turnê internacional com 	Vinícius de Moraes e Toquinho. E em 1974 participou do polêmico 	&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;i&gt;Opinião&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; 	(&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oduvaldo_Vianna_Filho"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Oduvaldo 	Vianna Filho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Pontes"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Paulo 	Pontes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Armando_Costa"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Armando 	Costa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;), com &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_K%C3%A9ti"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Zé 	Kéti&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_do_Vale"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;João 	do Vale&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, numa nova montagem 	&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dire%C3%A7%C3%A3o"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;dirigida&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; 	por &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bibi_Ferreira"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Bibi 	Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; no &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Teatro_Opini%C3%A3o&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;teatro 	Opinião&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, no Rio de 	Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Conforme 	o site samba-choro.com.br, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;“&lt;/span&gt;brilhou 	à frente do programa ‘Ensaio Geral’, TV Excelsior, e quando a 	imprensa já a lançava como umas das rivais de Elis Regina, sumiu. 	Só voltaria à cena anos mais tarde, agora como parceira de 	Vinícius de Moraes, com quem assinaria canções e viajaria por 	todo o país e pelo exterior, num show memorável”.  No site 	também está registrado: “jamais fez o jogo das gravadoras e dos 	empresários”. Essa é a linda mulher que tem um pequeno espaço 	no documentário, para se ouvir falar que seu cílio postiço está 	caindo...&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;A 	invisibilidade nos deixa sem referência, sem história, sem ação, 	sem vontade de ser presidente. Quero um mundo com respeito para 	mulheres e homens. Isso passa pela representação feminina.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);" align="JUSTIFY"&gt;A 	reportagem da Bravo cita Elza Soares, Marília Medalha, Cidinha 	Campos, Nara Leão, Elis Regina, Nana Caymmi, Rita Lee, Telé Cardim 	e tem fotos de Maria Bethânia, Gal Costa e várias outras.  	&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(153, 51, 0);" align="RIGHT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Cláudia 	Lahni é feminista, &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; 	&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(153, 51, 0);" align="RIGHT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Fã 	de Cássia Eller, Isabella Ladeira e Rosana Brito e&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(153, 51, 0);" align="RIGHT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Vota 	Dilma 13 e Margarida Salomão 1314&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/ul&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-6653879296165588591?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/6653879296165588591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=6653879296165588591' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6653879296165588591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6653879296165588591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/para-marilia-medalha.html' title='Para Marília Medalha'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-1425793863282260874</id><published>2010-08-08T12:07:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T12:18:58.131-07:00</updated><title type='text'>Feminista na Semana Rainbow</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF8C6TUTvTI/AAAAAAAAAkQ/M1XKYrcqiWs/s1600/RAINBOWFEST.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 249px; height: 128px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF8C6TUTvTI/AAAAAAAAAkQ/M1XKYrcqiWs/s400/RAINBOWFEST.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503120470311157042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;br /&gt;De 9 a 14 de agosto, será realizada a Juiz de Fora Rainbow Fest. O  evento é promovido pelo &lt;a href="http://www.mgm.org.br/portal/"&gt;MGM (Movimento Gay de Minas)&lt;/a&gt; e inclui palestras,  debates e apresentações artísticas com o tema da homossexualidade.&lt;br /&gt;Dentro  da programação, nesta segunda, dia 9, às 20h30, no Centro Cultural  Bernardo Mascarenhas, vai haver uma mesa sobre o tema "&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10pt;"  &gt;Educação  sem homofobia: educação, violência, políticas públicas de combate à  homofobia". Giane Elisa Sales Almeida, militante do Maria Maria, fala  sobre Educação Sem Homofobia, nesta mesa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10pt;"  &gt;No dia 13, sexta-feira, às 16h30, &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10pt;"  &gt;também no CCBM, haverá uma mesa sobre o tema "O protagonismo das lésbicas na formulação e condução de políticas públicas LGBT".&lt;/span&gt; No dia 14, sábado, a partir das 14horas, com saída do Parque Halfeld, acontece a Parada Gay 2010 de Juiz de Fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;i&gt;&lt;span style=";font-size:14.5pt;color:purple;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-1425793863282260874?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/1425793863282260874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=1425793863282260874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1425793863282260874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1425793863282260874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/feminista-na-semana-rainbow.html' title='Feminista na Semana Rainbow'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF8C6TUTvTI/AAAAAAAAAkQ/M1XKYrcqiWs/s72-c/RAINBOWFEST.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-8051808610216263544</id><published>2010-08-08T11:38:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T12:06:01.606-07:00</updated><title type='text'>Militantes do Maria Maria participam de eventos acadêmicos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;De 23 a 26 de agosto, será realizado o Fazendo Gênero 9. O evento ocorre  na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, e reúne  pesquisadoras que estudam relações de gênero.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;Carol Radd, militante do Maria Maria Mulheres em Movimento, participa do Fazendo Gênero 9 apresentando trabalho com o  título&lt;b&gt; &lt;/b&gt;"Simone de Beauvoir e o mito do 'eterno feminino'". O  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;trabalho debate a construção social do gênero, especialmente a partir  dos estudos de Simone de Beauvoir.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;De 2 a 6 de setembro, será  realizado o Congresso Nacional da Intercom, na Universidade de Caxias do  Sul. O evento reúne pesquisadoras e estudantes da área da Comunicação.  Feministas do Maria Maria participam do evento e do  pré-Congresso, Colóquio Brasil - Estados Unido&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;s.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;Janaína de Araújo Morais apresenta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; color: rgb(102, 51, 102);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;"O trabalho prático de Comunicação Comunitária em apoio ao movimento social popular:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; A experiência com o Coletivo Feminista Maria Maria – Mulheres em Movimento", no Intercom Junior. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; No Colóquio, Cláudia Lahni apresenta trabalho feito com Lilian Werneck, que tem como título &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;color:black;"   &gt;"The L Word e ações comunicativas no Brasil"&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; e debate a visibilidade lésbica a partir de uma série da TV estadunidense. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Outras informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.fazendogenero9.ufsc.br/"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 288px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF7_qFBVKcI/AAAAAAAAAkI/X4My3ok5NQc/s400/FAZENDO+GENERO.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503116893060671938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogger.com/www.intercom.org.br"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 373px; height: 206px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF7-Pn2tlyI/AAAAAAAAAkA/yBXZksjkG2c/s400/intercom.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503115339043280674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-8051808610216263544?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/8051808610216263544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=8051808610216263544' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8051808610216263544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8051808610216263544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/militantes-do-maria-maria-participam-de.html' title='Militantes do Maria Maria participam de eventos acadêmicos'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF7_qFBVKcI/AAAAAAAAAkI/X4My3ok5NQc/s72-c/FAZENDO+GENERO.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5362396864727269187</id><published>2010-08-04T17:51:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T11:37:45.446-07:00</updated><title type='text'>À procura da igualdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF7419NSfDI/AAAAAAAAAjw/TJPkYU1amJk/s1600/SDC11344.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF74Z5iGmjI/AAAAAAAAAjo/a_A2MMJcoZg/s1600/SDC11324.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF74Z5iGmjI/AAAAAAAAAjo/a_A2MMJcoZg/s400/SDC11324.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503108918517602866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                          &lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;  Faixa sobre o dia 25 de Julho, em frente ao Ministério do Desenvolvimento Social, em  Montevidéu, no Uruguai&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana,helvetica,arial,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É significativa e amplamente conhecida a distância que impede a integração mais efetiva e justa das mulheres às diversas instâncias do cotidiano. Historicamente, os homens sempre mantiveram e ainda preservam oportunidades privilegiadas. Em matéria de gênero, o fosso que divide homens e mulheres é corroborado por pesquisas que indicam postos de trabalho e salários melhores para eles, por exemplo. A esse quadro atual de desigualdades, soma-se outro aspecto que projeta um cenário de profundas injustiças forjadas histórica e socialmente: a pele negra, que até 1888 (abolição da escravidão no Brasil, através da Lei Áurea) constituiu um passaporte para a exploração e a miséria, ainda carrega a herança que prejudica especialmente as mulheres negras. O dia 25 de julho marca no calendário o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e serve como símbolo de resistência e fortalecimento das demandas dessas mulheres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana,helvetica,arial,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana,helvetica,arial,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;trecho retirado do site do&lt;/span&gt; &lt;a href="http://http//www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=_BR&amp;amp;infoid=7036&amp;amp;sid=7"&gt;CLAM - Centro Latino-americano em sexualidade e direitos humanos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF7419NSfDI/AAAAAAAAAjw/TJPkYU1amJk/s1600/SDC11344.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF7419NSfDI/AAAAAAAAAjw/TJPkYU1amJk/s400/SDC11344.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503109400540380210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                              Pichação contra a impunidade usa linguagem não sexista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:ImpressBT-Regular;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style=";font-family:ImpressBT-Regular;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:Verdana;" &gt;NEGRA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;              Para Gizelda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Sou mulher&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Sou Negra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Escura como a noite.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Escura como o Nilo, jorrando ondas de negralma.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Fui escrava.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Como mucama limpei o caminho dos meus &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;senhores.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Fui corpo, sangue, orifício para o prazer do outro.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Fui operária, doméstica, lavadeira...&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Negrimaculei a alvazia sociedade.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Costurei o rasgo da invisibilidade.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Subi o morro:&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Favela de São Jorge.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Lá no alto, fui pássaro... Cantei.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Da África para o mundo&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Mostrei minha voz humilhada,&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;porém, no ritmo do tambor,&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;forte.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Fui vítima&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;da minha cor, do meu sexo.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Muitas portas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;fechadas.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(64, 64, 64);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(64, 64, 64);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(64, 64, 64);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Fui guerreira e acordei&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;No meio da noite... tiroteios&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;São Jorge havia liberado o dragão.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Cuspes de fogo tentaram queimar meus sonhos.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Resisti...&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Sou mulher&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Sou Negra&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Sou pobre&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Sou história.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Escura como a noite.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Escura como o Nilo, jorrando ondas de&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;negralma.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;                                             &lt;em&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Serafina Machado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; (in Cadernos Negros 29)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF73JyqlIUI/AAAAAAAAAjg/1JYrx5wAh94/s1600/SDC11493.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF73JyqlIUI/AAAAAAAAAjg/1JYrx5wAh94/s400/SDC11493.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503107542284575042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:85%;" &gt;                                                                                        Espaço alusivo ao Dia Internacional da Mulher, junto ao Parque Batle, em Montevidéu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;FOTOS: Claudia Lahni&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana,helvetica,arial,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5362396864727269187?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5362396864727269187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5362396864727269187' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5362396864727269187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5362396864727269187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/procura-da-igualdade.html' title='À procura da igualdade'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TF74Z5iGmjI/AAAAAAAAAjo/a_A2MMJcoZg/s72-c/SDC11324.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-9192344314478058635</id><published>2010-08-03T17:35:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T07:57:26.589-07:00</updated><title type='text'>“Eu aborto, tu abortas, somos todas clandestinas” - e a Globo quer que sejamos presas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFi2nusc2tI/AAAAAAAAAjI/wZcPVLBiN74/s1600/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 149px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFi2nusc2tI/AAAAAAAAAjI/wZcPVLBiN74/s400/imagem.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501347738498685650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Moção de Repudio contra a ação criminosa da Rede Globo em relação às mulheres que praticam aborto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;É “fantástico” como a  Rede Globo, ao longo dos últimos anos, tem cumprido um papel de afirmar e  incrementar visões conservadoras na sociedade brasileira de forma  geral, e de reafirmar a ideia do aborto como assassinato, em particular.  As novelas da Globo têm sido o principal instrumento para veicular esta  visão de aborto como crime e taxar as mulheres que o praticam de  assassinas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não bastasse, esta emissora tem também assumido um papel  policialesco, ao produzir reportagens para criminalizar e denunciar o  aborto clandestino. Não podemos esquecer que o estouro de uma clínica no  Mato Grosso do Sul, no final de 2007, que resultou na exposição pública  do nome de dez mil mulheres e na condenação de trabalhadoras e de  mulheres que fizeram aborto, foi desencadeada a partir da ação desta  emissora, após denúncia feita contra a clínica.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A partir deste episódio, tem se desenvolvido no Brasil uma ação sem  precedentes de criminalização do aborto. Inclusive com a proposta de uma  CPI do aborto, contra a qual os movimentos têm lutado. Sabemos que a  Rede Globo não está sozinha. Ela se articula com o setores mais  conservadores da sociedade, que reúne parlamentares e igreja católica,  com o intuito de retroceder nos poucos avanços que as mulheres  conquistaram na área dos direitos reprodutivos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Neste domingo, 1º de agosto, o programa Fantástico fez uma  reportagem no mínimo revoltante. Em uma ação policialesca, entrou em  clinicas clandestinas de Salvador, Belém e Rio de Janeiro para denunciar  o aborto clandestino. Como sempre, foram expostas as mulheres pobres e  as clínicas que atendem mulheres pobres, marcando assim o caráter de  classe da criminalização do aborto. Por que não mostrou as clínicas em  que as artistas e celebridades da Globo fazem abortos? Por que não  mostrou os médicos as atendem?  Ficou claro as mulheres ricas e as  artistas da globo ficam preservadas, pois para elas o aborto não é  problema, e nem é feito nestas clínicas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Esta atuação da Globo somente reforça a já emblemática situação de  criminalização instaurada no país. Sabemos que o aumento da repressão  empurra as mulheres pobres para práticas de aborto cada vez mais  inseguras, condenando-as a correr graves riscos para suas vidas, e para  sua saúde física e psíquica. Além de não contribuir para reduzir este  grave problema de saúde pública, alem de demarcar o lugar de  subordinação das mulheres, já que elas não têm o direito de decidir  sobre seus corpos e suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É preciso lembrar sempre que são as mulheres pobres, negras e  jovens, do campo e da  periferia das  cidades, as que mais sofrem com a  criminalização. São elas que recorrem à clínicas clandestinas e a outros  meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço  clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem  viajar para países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as  mulheres ricas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Diante de tudo isso, nós, mulheres da Marcha Mundial, vimos a  público repudiar esta ação criminosa da Rede Globo contra as mulheres  pobres que praticam aborto. Ao invés de punição, nós propomos para o  Brasil uma política pública integral de saúde que auxilie mulheres e  homens a adotarem um comportamento preventivo, que promova de forma  universal o acesso a  todos os meios de proteção à saúde, concepção e  anticoncepção, sem coerção e com respeito. Somente a legalizaçao do  aborto no Brasil é capaz de reverter a situação dramática da  clandestinidade do aborto, que mata, humilha e pune as mulheres que  ousam decidir por suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Fazemos coro com os movimentos que lutam pela democratização dos  meios de comunicação para dar um basta nesta postura criminosa,  reacionária e autoritária da Rede Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Fora Rede Globo! Basta de violência contra a mulher! &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto! &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Marcha Mundial das Mulheres&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-9192344314478058635?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/9192344314478058635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=9192344314478058635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9192344314478058635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9192344314478058635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/08/mocao-de-repudio-contra-acao-criminosa.html' title='“Eu aborto, tu abortas, somos todas clandestinas” - e a Globo quer que sejamos presas'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFi2nusc2tI/AAAAAAAAAjI/wZcPVLBiN74/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-4084837173446639443</id><published>2010-07-28T18:53:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:30:38.746-07:00</updated><title type='text'>Moolaadé, uma esperança para o fim da circuncisão feminina</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;Por Marília Lima&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;"Moolaadé" é um dos poucos filmes africanos que eu vi. É também um dos poucos filmes que, pra mim, a temática sobressaiu à estética. O tema é tão gritante que o impacto seria o mesmo se ele tivesse sido feito em vídeo, super 8, película, no programa da Márcia, no Globo Repórter e, até, em uma novela do Manoel Carlos. Dirigido por Ousmane Sembene, o filme é sobre o ato cruel da mutilação genital feminina praticado em crianças a favor de uma “purificação”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;br /&gt;A partir da per&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFDkUKwne1I/AAAAAAAAAi4/KEJujPPjA-A/s1600/moolaade_poster.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 221px; height: 294px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFDkUKwne1I/AAAAAAAAAi4/KEJujPPjA-A/s400/moolaade_poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499146180156160850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sonagem principal Collé Ardo, o diretor emerge a discussão do ato absurdo de forma crua e até mesmo ingênua, embora o seja assim propositalmente com intuito de implantar um debate no seio de onde ele mais deve ser feito, ou seja, em determinadas tribos africanas apoiadoras da prática sem fundamento – pois o ritual não está no Alcorão e mesmo que estivesse não justificaria o crime.  Numa pequena vila, a única que se manifesta contra o corte é Collé, tanto que não permitiu a mutilação de sua filha. Ela enfrenta, junto com as outras duas mulheres de seu marido, a seita de anciãs (as “Salindana”), que são responsáveis pelo corte, para proteger um grupo de meninas que fugiu durante o ritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Collé invoca, então, o Moolaadé, uma proteção sagrada no qual não pode ser subjugada a não ser pela própria pessoa que a proferiu. Os homens do vilarejo, por outro lado, apóiam a tal da “purificação” e ainda se recusam a casar com a mulher que não foi mutilada. E tem mais, eles recriminam Collé e, praticamente, obrigam seu marido a chicoteá-la na tentativa de fazê-la retirar o Moolaadé. Tenso. Mas o final do filme vale todo o sofrimento das pers&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFDknVPLyiI/AAAAAAAAAjA/XJ_epyfcNWs/s1600/images+moo.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 213px; height: 116px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFDknVPLyiI/AAAAAAAAAjA/XJ_epyfcNWs/s400/images+moo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499146509386238498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;onagens e, também, o nosso em acompanhar ora de perto, ora distanciado, a triste história dessas africanas. O limite daquelas mulheres estoura com a morte de uma criança durante o ato. Sem suportar mais perder suas filhas com a mutilação, elas se rebelam contra os homens e as anciãs da vila, numa belíssima cena de união entre companheiras de luta, de sofrimento, gritando para todo o vilarejo um canto de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;br /&gt;O filme tem muito mais, entretanto não cabe num texto, se coubesse não seria um filme, e, sim, um livro! Então indico a todos e todas que assistam ao “Moolaadé”. E se ainda quiserem saber mais sobre isso, vejam também a “Flor do Deserto” de Sherry Hormann, outra película sobre a mutilação da genital feminina.  Na verdade, o filme é a biografia da modelo africana Waris Dirie, contudo, o ritual feito em sua infância provocador de um trauma eterno é mais evidente que sua jornada nas passarelas. Atualmente a top model trabalha na ONU contra o costume da circuncisão feminina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Para fazer o download do filme &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 0, 51);" href="http://setimoprojetor.blogspot.com/2010/01/moolaade-ousmane-sembene-2004.html"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Veja o teaser do filme Moolaadé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="background-image: url(&amp;quot;http://i2.ytimg.com/vi/aXjE0nIJsbQ/hqdefault.jpg&amp;quot;);" width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aXjE0nIJsbQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aXjE0nIJsbQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" allowscriptaccess="never" allowfullscreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-4084837173446639443?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/4084837173446639443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=4084837173446639443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4084837173446639443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/4084837173446639443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/moolaade-uma-esperanca-para-o-fim-da.html' title='Moolaadé, uma esperança para o fim da circuncisão feminina'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TFDkUKwne1I/AAAAAAAAAi4/KEJujPPjA-A/s72-c/moolaade_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-1002320904424965248</id><published>2010-07-25T14:10:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T14:21:01.468-07:00</updated><title type='text'>A barbárie que ainda atinge as mulheres</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(102, 51, 102); text-align: right;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Por Maria Fernanda França &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;No programa Profissão Repórter, exibido dia 20 de julho, assistimos a uma série de matérias sobre crimes passionais contra mulheres, que tiveram suas vidas arrancadas por diversos motivos, mas nenhum que justifique a supressão do direito à vida e à liberdade de escolha dessas mulheres. Esses fatos estão em pauta principalmente pelo assassinato de Eliza Samudio e de Mércia Nakachima.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;Sempre quando acontecem crimes que adquirem grande repercussão na mídia, fico me perguntando quantos desses crimes não acontecem diariamente nas classes populares e ninguém toma conhecimento.  O filme Baixio das Bestas (2007), do diretor Cláudio Assis, traz um retrato da situação da mulher no Nordeste brasileiro. A exploração do corpo feminino como mercadoria, a opressão da liberdade e agressões físicas, psíquicas e morais são cenas recorrentes desta película.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;No entanto, dois plots me chocaram. Sim! Eu acredito que qualidade de um filme se mede por sua capacidade de tocar seu espectador e de fazê-lo refletir sobre os mais diversos assuntos. Um filme que me causa indiferença, pra mim não é um bom filme. Mas essa é uma visão muito pessoal, claro! O que pretendo é suscitar algumas reflexões em nossas leitoras e leitores.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;A primeira história que quero dividir é de uma menina por volta dos seus 16 anos, Auxiliadora (Mariah Teixeira), que é explorada pelo avô.  Além de fazer todos os serviços domésticos, à noite ela é levada a um prostíbulo, onde o avô, um moralista hipócrita, cobra dinheiro dos clientes pedófilos para que se masturbem vendo a neta nua. Ele alega que está muito velho para trabalhar e que precisa de dinheiro para sustentar a casa. Essa garota não tem sonho, ela vive dia após dia esperando o amanhã, sem nenhuma perspectiva de melhora. Quando o fim do filme se aproxima, sua situação piora ainda mais... O avô que tanto prezava pela virgindade dela começa abusar sexualmente, não dando outra opção senão fuga, e ela acaba encontrando abrigo e trabalho no prostíbulo.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;A segunda história é de Bela, interpretada por Dira Paes, uma prostituta que parece gostar da vida que leva. Apesar do inicial apelo cômico de sua personagem, seu fim é trágico.  Bela é escolhida por alguns homens para participar de uma orgia, regada a álcool e outras drogas, após cenas fortes de violência sexual, ela é brutalmente assassinada, e o ato é gratuito, simplesmente porque aqueles homens gostavam de matar prostitutas.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;Com o fim do filme, fiquei me perguntando se esses fatos realmente aconteciam, embora já soubesse que a resposta era sim.  Ainda me questionei se essas histórias não chegavam à mídia por serem da nossa gente pobre do sertão.  O nome do filme justifica o seu roteiro e o momento em que estamos vivemos. Baixio das Bestas esses assassinatos que temos assistidos diariamente nos telejornais.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;Se os crimes passionais que envolvem a classe média ou celebridades repercutem mais do que os das classes populares,  por outro lado, têm aberto espaço, ainda que pequeno, para que tomemos conhecimento destes fatos, como fez a última edição do Profissão Repórter, contrapondo a história de Eliza Samudio com as histórias das desconhecidas Daniele e Amanda, mortas por seus “companheiros” de relacionamento. Daniele, 23 anos, foi apedrejada na frente das suas filhas pelo ex-marido, sua história não rendeu nenhuma manchete nos jornais.  Em 2000, época em que foi morta com um tiro na cabeça quando voltava de uma festa, Amanda tinha 20 anos,  a justiça condenou seu ex-amante pelo homicídio, ela deixou  três filhos.  Ambas as histórias poderiam perfeitamente estar no filme de Cláudio de Assis.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102);" align="JUSTIFY"&gt;Essas histórias que dividi com vocês, reais ou fictícias, de pessoas que se transformaram em celebridades póstumas ou que continuaram no anonimato têm algo em comum: a miséria humana. Miséria esta que faz com que a vida e a liberdade de mulheres sejam desrespeitadas. Enfim, adentramos a uma suposta pós-modernidade, mas ainda vivemos em tempos de barbárie. O que nos resta é a mobilização política e a solidariedade como luta para modificar essa realidade.    &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; color: rgb(102, 51, 102); text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right; color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Maria Fernanda é mestranda em Comunicação Social - UFJF e militante do Maria Maria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-1002320904424965248?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/1002320904424965248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=1002320904424965248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1002320904424965248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1002320904424965248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/barbarie-que-ainda-atinge-as-mulheres.html' title='A barbárie que ainda atinge as mulheres'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-6096608239912034098</id><published>2010-07-19T05:13:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T05:38:58.946-07:00</updated><title type='text'>A PALOMA E A ELISA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;por Giane Elisa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Paloma é uma travesti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;É negra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;É moradora de rua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Não dorme no albergue municipal porque os horários do abrigo impossibilitam sua atividade profissional nas ruas, esquinas e becos da cidade... Além disso, não retorna ao albergue com a intenção de escapar da violência policial, que sob o discurso da manutenção da ordem e da segurança pública persegue e avilta direitos de quem, por razões variadas, não tem endereço fixo... Contam as conversas de quem partilha a vida nas ruas com Paloma que em seu caminho há uma promessa feita por um policial militar “vou lhe bater até furar seu silicone...” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Elisa é mulher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;É branca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Ninguém sabe de seu paradeiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Elisa está nas paginas policiais de todos os jornais do país, algumas vezes de maneira desrespeitosa e tendenciosa. Não se sabe ao certo que tipo de relação ela mantinha com o jogador famoso, sabe-se apenas que várias denúncias contra ele já haviam sido feitas por Elisa. Nelas, a violência física foi a principal queixa. Há, inclusive, o relato de uma tentativa, não consentida, de interrupção de uma gravidez de cinco meses... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Embora nossas experiências pessoais diante da violência nos permitam imaginar os destinos de Paloma e Elisa, não é possível dizer o que virá acontecer a uma e o que de fato aconteceu á outra... De concreto podemos dizer que as duas são vítimas do mesmo modelo machista de sociedade, onde o pensamento patriarcal determina e regula corpos e mentes e determina o direito á vida. Aliás, é inconcebível o modo como a sociedade se organiza em nome de regular o corpo feminino diante do direito de escolha em relação a uma gestação indesejada - apontando o aborto como um crime, sob alegação de que tão logo seja gerado o feto já é uma vida - e a passividade desta mesma sociedade quando o que está em jogo é a vida e a segurança feminina. Há mais vida em uma vida do que em outra? De acordo com o jornal O Tempo de 11 de julho de 2010, os casos de violência contra mulheres cresceram em 300% no estado de Minas Gerais. No Brasil, segundo dados da Fundação Perseu Abramo, á cada 15 segundos uma mulher é vitima de violência doméstica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;A resposta para quem se pergunta o que a Paloma, uma travesti, tem haver com a Elisa uma mulher, só pode ser dada revisitando as produções acumuladas pelos estudos feministas. Assim, desvelando uma espécie de cadeia conceitual, a primeira observação a se fazer é a de que o desejo do policial em relação à Paloma é uma expressão de homofobia e que esta, tal como as diversas agressões a que foi submetida Elisa antes de desaparecer, têm uma única origem: o machismo e o sexismo. E, ainda seguindo essa “teia conceitual”, é preciso considerar que essas três categorias que designam formas de preconceito de gênero só permanecem atuando em sociedades onde o patriarcalismo ainda é à base do ideário social. Então, interessa dizer que o patriarcalismo se estrutura no entendimento de que as relações no interior de determinado grupamento se desenrolam sob a vigilância centralizadora de uma figura masculina a quem se deve reverência e obediência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Além disso, é típico das sociedades patriarcais o entendimento de que a esfera privada não faz parte e independe da esfera pública, discurso que foi amplamente combatido pela atuação das feministas da segunda onda, que empunhando a bandeira “o pessoal é político” trouxeram à baila a discussão de que a vida privada também é responsabilidade política de toda sociedade. Desse modo, não mais faz sentido acreditar que em briga de marido e mulher não se mete a colher. Assim como é inadmissível manter-se indiferente diante da ciência de que 70% das mulheres assassinadas já haviam prestado queixa de violência domestica e de que nada foi feito para garantir sua segurança e integridade; é inadmissível ficar indiferente à informação de que 80% dos casos de assassinatos de homossexuais têm autor desconhecido, e que em apenas 20% destes o autor é identificado e somente em 10% é punido na forma da lei.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;A indiferença de autoridades de todos os níveis e da sociedade de forma geral só ratifica a defesa de que ser mulher ou de ter a orientação/opção sexual identificada pelo senso comum como próxima à condição feminina é passaporte para ausência do direito à segurança e à dignidade plena. Ao depararmo-nos com os crescentes números de assassinatos de mulheres e homossexuais, especialmente as travestis, o que podemos afirmar é que há uma cumplicidade social em relação a esses crimes como se fossem justificados pela condição sexual. Ou seja, de algum modo, a sociedade ainda entende que cometer qualquer tipo de violência contra homossexuais é na verdade uma punição pelo modo como esses dispõem de sua vida sexual. Do mesmo modo o femicídio ainda é compreendido como um crime menor na medida em que será justificado, em grande parte das vezes, como resposta a um “amor” não correspondido. .. Por incrível e doloroso que pareça esses crimes são na verdade percebidos com certo romantismo idealizado, e aqueles que os cometem não são enquadrados no rol dos criminosos comuns.  Assim, Paloma e Elisa têm seus corpos violentados e dispostos com uma conivência tácita da sociedade patriarcal que buscará infinitos meios para desmerecer suas existências. Quando a morte chega para esses sujeitos ainda há quem pergunte “mas o que ela fez?” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Deste modo podemos dizer que o lema da segunda onda feminista continua valendo “o pessoal é político”! É preciso meter a colher nessa briga e buscar direitos básicos para esses grupos. Políticas públicas precisam cada vez mais existir e contribuir para novas formas de relações sociais, aqui o importantíssimo e insubstituível papel da educação. O machismo está de tal modo embrenhado nos meandros da sociedade que quase não se percebe o modo como ele opera de maneira contundente, ininterrupta e cruel. A homofobia nada mais é do que uma forma aprimorada de machismo, e como tal, avilta direitos, regula corpos e extingue vidas. E ação sexista é tão competentemente poderosa que somos capazes de acreditar que quando mulheres ocupam postos que antes se destinavam apenas ao público masculino, que quando paradas LGBT tomam as ruas dos grandes centros, já é a garantia de que vivemos em uma sociedade onde as relações de gênero são igualitárias. Mentira! Do mesmo modo que não vivemos em uma democracia racial não vivemos também uma democracia de gênero. Aliás, democracia é um conceito bastante frágil quando se trata de sociedade brasileira, onde os números da desigualdade, da violência e do não direito são ainda altamente assustadores e desafiadores. Nossa democracia muito se assemelha à democracia clássica, onde mulheres não eram consideradas cidadãs... Ocupar postos e marchar pelas ruas são conquistas e marcadores importantíssimos, porém, não é tudo é não é o bastante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;A Paloma e a Elisa são a esfera privada que se embrenha no público como a ponta de um iceberg. A Paloma e a Elisa são o retrato da desigualdade de gênero e da conivência social diante dela. A Paloma e a Elisa são mulheres, as duas! Se não pela condição biológica, pelo status e a condição social destinada a ambas. A Paloma e a Elisa serão, em pouco tempo, apenas números... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Por elas...  Joelma, Monica, Mércia, Eloá, Taís, Daniela, Maria, Cláudia, Ana, Elaine, Ângela, Rebeca, Ramona, Savana...  Pela Paloma e pela Elisa continuemos a marcha até que tod@s sejam livres! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TERHSA4PPgI/AAAAAAAAAiw/KK2t6es4LEA/s1600/blog-+violencia+contra+a+mulher.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 201px; height: 212px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TERHSA4PPgI/AAAAAAAAAiw/KK2t6es4LEA/s400/blog-+violencia+contra+a+mulher.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495595820097945090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TERGgtyO1EI/AAAAAAAAAio/kd1oGeCM264/s1600/blog-+violencia+contra+a+mulher.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Giane Elisa Sales de Almeida, pedagoga – Candaces organização de mulheres negras/ Maria Maria Mulheres em Movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-6096608239912034098?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/6096608239912034098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=6096608239912034098' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6096608239912034098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6096608239912034098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/paloma-e-elisa.html' title='A PALOMA E A ELISA'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TERHSA4PPgI/AAAAAAAAAiw/KK2t6es4LEA/s72-c/blog-+violencia+contra+a+mulher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-1165074046441098466</id><published>2010-07-19T05:10:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T05:12:26.780-07:00</updated><title type='text'>Breve diário feminista do final de semana</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Claudia Lahni&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Neste sábado, dia 10/07/2010, acordei com uma vontade enorme de ir pro CineMulher, na Rua Augusta, em São Paulo. Seria exibido o média-metragem Mensageiras de Orfeu, de Margarida Mamede. Mas como é um pouco difícil, além de andar de skate, viajar periodicamente 600 km, aos 41 anos de idade, não fui.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;	Pra compensar (claro que eu também precisava), li e reli “Igualdade e diferença nas políticas públicas: gênero e raça no município de Guarulhos”, artigo da Daniela Auad, do Fazendo Gênero 9; “Mídia e mulheres: um percurso compartilhado no território dos Estudos Culturais”, texto de Thereza Helena Prates Scofield, publicado na &lt;i&gt;Lumina&lt;/i&gt;; “Inclusão/exclusão da mulher no complexo midiático”, de Helena Corazza, e “Participação da mulher na mídia”, da Otilia Bocchini e Sandra Reimão, ambos publicados no livro &lt;i&gt;Mídia cidadã&lt;/i&gt;; terminei de ler &lt;i&gt;Feminismo: que história é essa? &lt;/i&gt;(fundamental), também da Daniela; e reli “Eu, você e todos nós”, maravilhoso texto da Martha Medeiros, que está em seu livro &lt;i&gt;Doidas e Santas. &lt;/i&gt;Todas leituras altamente recomendáveis.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;	Em meio a elas, fui ao cabeleireiro (claro que também precisava).  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;	Mas o melhor estava por vir: domingo ensolarado (na minha imaginação), fomos à inauguração do comitê de campanha da Margarida Salomão Deputada Federal. Fundamental, maravilhoso e recomendável! Havia muitas mulheres, crianças e homens. Uma alegria e esperança, ainda mais fortes que em 2008. Foi lembrado o que significou aquela eleição municipal e reforçado o que significa essa agora, com Dilma presidenta, Margarida deputada federal e mais igualdade social, muito mais identificação feminina pra gente ter mulher na política e em todos os espaços, mais possibilidades de novos rumos para Juiz de Fora e sua prefeitura e mais cidadania para todas e todos.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;	Na capa da &lt;i&gt;Carta Capital&lt;/i&gt; desta semana, tem um título que diz Mino Carta escreve porque apoiamos Dilma. Nossa manchete pode ser: Porque apoiamos Dilma e Margarida Salomão. Com essa eleição, teremos pela primeira vez uma presidenta da República e pela primeira vez uma mulher representante do PT-JF no Congresso Nacional. Vale lembrar que foi com Margarida reitora da UFJF que tivemos, entre outras conquistas, a criação e o fortalecimento da Casa de Parto, da Casa de Cultura e do Critt; também tivemos um grande aumento dos cursos noturnos da Universidade e da pós-graduação. Agora vamos elegê-la deputada federal, para muito mais pra Juiz de Fora e pro país, o que inclui o apoio ao governo Dilma.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;	Bom, nesta segunda, dia 12/07, tem a última reunião do semestre do Grupo de Estudos Feministas do Maria Maria – em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidade e Cidadania. Certamente com inspiração no CineMulher, da Rita Quadros, e no Ciclo de Cinema, da Enilce Albergaria, vamos planejar o mulher e cinema do Maria Maria Mulheres em Movimento. Será muito bom, também com um nome lindo e aqui mesmo. Estão todas convidadas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; color: rgb(204, 0, 0); text-align: right;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Cláudia Lahni é feminista, professora da UFJF,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 0, 0); text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; color: rgb(204, 0, 0); text-align: right;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;gosta muito de cinema e vai votar Dilma 13 e Margarida 1314&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="RIGHT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-1165074046441098466?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/1165074046441098466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=1165074046441098466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1165074046441098466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1165074046441098466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/breve-diario-feminista-do-final-de.html' title='Breve diário feminista do final de semana'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-796232090275868039</id><published>2010-07-18T15:04:00.000-07:00</published><updated>2010-07-18T15:11:36.222-07:00</updated><title type='text'>Casamento entre pessoas do mesmo sexo é aprovado na Argentina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TEN7VyYaGxI/AAAAAAAAAig/-IUIFEfQG-g/s1600/foto-gay+argentina.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Não é de se desprezar o fato da presidente da Argentina ser uma mulher.&lt;br /&gt;Na quinta-feira, da semana passada, 15 de julho de 2010, foi aprovado pelo senado Argentino, com o apaio da presidente, Cristina Kirchner, o casamento entre pessoas do mesmo sexo.&lt;br /&gt;A Argentina se torna o primeiro país latino-americano a permitir o casamento gay.&lt;br /&gt;Abaixo, o texto de Tony Reis, dispensando o comentário sobre abolição da escravatura e a desnecessária informação da situação conjugal do autor... dá uma panoramica boa sobre a (invejável) conquista dos hermanos e hermanas!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TEN7VyYaGxI/AAAAAAAAAig/-IUIFEfQG-g/s1600/foto-gay+argentina.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TEN7VyYaGxI/AAAAAAAAAig/-IUIFEfQG-g/s400/foto-gay+argentina.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495371584553753362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;blockquote&gt;Foto extraída do Globo.com&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Aprovado o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Argentina : um exemplo de cidadania plena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Depois de 14 horas de debate, o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado na Argentina na madrugada do dia 15 de julho de 2010, com 33 votos a favor, 27 votos contra e três abstenções. Uma mudança tão pequena de redação, com tanto significado para a igualdade de direitos. A reforma substitui as palavras “homem e mulher” da versão atual da legislação por “cônjuges”, permitindo assim que casais do mesmo sexo também possam contrair o matrimônio.&lt;br /&gt;Congratulações à querida aliada Cristina Kirchner e seu governo, à câmara dos deputados, ao senado, às pessoas militantes LGBT, e a todo o povo argentino. Esta aprovação é um gesto de civilidade.&lt;br /&gt;A Argentina agora, sem dúvidas, torna-se um país com mais igualdade e inclusão. Todos e todas são vitoriosos pela decisão histórica. Afinal, universalizou- se este direito.&lt;br /&gt;Vocês, hermanos e hermanas, devem se orgulhar do feito. Vocês são o primeiro país a reconhecer a igualdade dos direitos humanos de pessoas LGBT em nossa região, onde existe ainda muito machismo e homofobia. E são o décimo no mundo a avançar nessa garantia. Agora vocês estão ao lado da África do Sul, Bélgica, Canadá, Espanha, Holanda, Islândia, Noruega, Portugal, Suécia e Suíça. Orgulhem-se!&lt;br /&gt;Foi o maior debate na sociedade argentina desde a aprovação da lei do divórcio em 1987.&lt;br /&gt;Do lado dos argumentos contra – muitos deles irracionais, ilógicos, retrógrados, conservadores e fundamentalistas – disseram que somos inférteis, filhos do diabo, desviados, antinaturais, pervertidos, abomináveis, projeto do demônio, que queríamos destruir a família tradicional, eimplantar a filosofia de Sodoma e Gomorra; seria o apocalipse, um “risco para o futuro da pátria”, iríamos acabar com a perpetuação da espécie... Como bem resumiu a presidente Cristina Kirchner, "o discurso da igreja recorda os tempos da inquisição e das cruzadas".&lt;br /&gt;Também, não vamos tripudiar os vencidos. Afinal, qual deles ainda ousam falar que a terra é quadrada ou que os negros não têm alma? Eles também vão mudar lentamente, daqui uns 500 anos talvez.&lt;br /&gt;Venceu o discurso racional, lógico e sólido, a honestidade intelectual e liberdade de consciência, provando que esta lei é mais um instrumento de luta contra a discriminação. Venceu o estado laico e a secularidade do código civil.&lt;br /&gt;Um fato importante é que apesar de ser uma iniciativa de duas parlamentares da esquerda, Silvia Augsburger e Vilma Ibarra, parlamentares de todas as matizes ideológicas e partidárias votaram e foram a favor do projeto.&lt;br /&gt;Para ficar na história, seguem alguns dos argumentos a favor apresentados por parlamentares da situação e da oposição:&lt;br /&gt;Ao apoiar a mudança, o líder do bloco da oposição radical, Gerardo Morales, afirmou que "chegou a hora de sancionar normas que se adaptem a novos modelos de vínculos familiares" e relembrou a existência de "modelos de famílias diferentes (aos) que tínhamos há 30 ou 40 anos". Segundo ele, apesar das polêmicas e disputas, "ganhou o debate cultural" no país, diante da participação da sociedade na discussão.&lt;br /&gt;O senador socialista Rubén Giustiniani, que votou a favor da lei, disse que o perfil da sociedade argentina mudou e por isso era o momento da aprovação do texto. Segundo ele, dados oficiais indicam que 59% das famílias argentinas já não atendem ao perfil tradicional de pai, mãe e filhos. Mas de mães solteiras, casais separados e casais homossexuais.&lt;br /&gt;"Hoje é um dia histórico. Pela primeira vez na Argentina se legisla para as minorias", afirmou o senador Miguel Pichetto, líder do bloco do governo, acrescentando que "aqui não haverá mais casamentos do mesmo sexo só porque aprovamos esta lei. O objetivo desta norma é eliminar a discriminação".&lt;br /&gt;A senadora Victoria Blanca Osuna defendeu: "as questões que estão em jogo nesse projeto não são religiosas ou morais. Nós estamos perguntando a nós mesmos a responsabilidade da democracia com as minorias discriminadas" .&lt;br /&gt;Nas palavras do senador Eduardo Torres, "a única diferença entre gays e heterossexuais é que eles têm menos direitos na sociedade argentina. Nós não podemos aceitar a discriminação que ocorre em várias partes da sociedade.”&lt;br /&gt;Já o senador Luis Juez, da opositora Frente Cívica, optou por apoiar o governo porque, mesmo cristão, entende que "nem na Bíblia há um parágrafo onde Cristo fosse contra os homossexuais" . Ele lembrou que o código civil é "uma instituição laica, em um país laico. O Estado argentino passou a reconhecer a mudança social, e a projetou juridicamente.”&lt;br /&gt;A senadora Maria Eugenia Estenssoro, da opositora Coalición Cívica, argumentou que o projeto é "necessário" para os casais do mesmo sexo. "Esta lei permitirá que os homossexuais possam assumir publicamente suas relações."&lt;br /&gt;Com certeza, a comunidade LGBT brasileira está com “uma certa inveja arco-íris”. Aqui estamos sendo menos ousados, estamos pedindo somente a união estável, e mesmo assim estamos tendo a maior dificuldade com fundamentalistas religiosos. Vamos analisar e discutir esta nova conjuntura.&lt;br /&gt;Não vamos desistir. Vamos nos inspirar na Argentina. Vocês venceram uma etapa importantíssima, agora sejam felizes e continuem lutando para mudar a cultura. A mudança das leis não quer dizer a mudança de cultura.&lt;br /&gt;Para quem não foi escravo, a libertação da escravatura foi um fato histórico relevante. Mas para quem era escravo, foi a melhor coisa que aconteceu. Da mesma forma para nós LGBT, a aprovação do Casamento Civil é a abolição de uma das tantas discriminações imposta à nossa comunidade.&lt;br /&gt;No Brasil pelo menos 78 direitos civis expressamente garantidos aos heterossexuais na legislação brasileira são negados aos homossexuais. Para isto, há uma possibilidade que a união civil poderá chegar aqui também, a partir de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deve examinar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 132-RJ e a Ação Direta de Inconstitucionalida de nº 4277, nas quais se argumenta que negar o direito de união às pessoas do mesmo sexo viola os princípios constitucionais de igualdade. Nisto, já temos apoio do Presidente Lula e da Advocacia Geral da União.&lt;br /&gt;É um absurdo que a essa altura da história nossa sociedade ainda esteja discutindo se deve ou não universalizar os direitos. Mas, apesar do poder de grupos religiosos fundamentalistas contrários à mudança, mais cedo ou mais tarde, a lei será aprovada no Brasil também, garantindo dignidade e combatendo a discriminação.&lt;br /&gt;Como o Presidente Lula falou na abertura da I Conferência Nacional LGBT, “Ninguém pergunta a orientação sexual de vocês quando vão pagar Imposto de Renda, ninguém pergunta quando vai pagar qualquer tributo neste País. Por que discriminar na hora em que vocês, livremente, escolhem o que querem fazer com o seu corpo?”&lt;br /&gt;A querida aliada presidente Cristina Kirchner resumiu tudo, estamos felizes e satisfeitos com a vitória.&lt;br /&gt;Esta vitória mudou o mapa da região, &lt;a href="http://bit.ly/cm87Ut"&gt;vejam em anexo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Amores iguais, direitos iguais, nem menos, nem mais. Que viva a cidadania plena, sem discriminação de qualquer natureza. Que viva a Argentina, e que continue dando exemplo para o mundo de como devem ser tratadas as pessoas LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 204, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-size:85%;" &gt;* Toni Reis - convive com seu marido há 20 anos; especialista em sexualidade humana; mestre em ética e sexualidade; doutorando em educação; presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais; diretor da Associação para a Saúde Integral e Cidadania na América Latina e no Caribe&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-796232090275868039?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/796232090275868039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=796232090275868039' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/796232090275868039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/796232090275868039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/casamento-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-e_18.html' title='Casamento entre pessoas do mesmo sexo é aprovado na Argentina'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TEN7VyYaGxI/AAAAAAAAAig/-IUIFEfQG-g/s72-c/foto-gay+argentina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-8063858589087638160</id><published>2010-07-14T06:56:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T06:57:14.848-07:00</updated><title type='text'>Nota de repúdio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A União Nacional dos Estudantes vem a público repudiar a charge do cartunista Nani reproduzida no blog do jornalista Josias de Souza no dia 8 de julho de 2010 por se tratar de uma manifestação absurda do machismo que atinge diariamente as mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preconceito expresso na nota é fruto do estranhamento que ainda há, por parte de alguns, à presença das mulheres nos espaços da política e da disputa de poder. É como se isso não pertencesse as mulheres e como se não tivessem direito à participação política, exatamente como séculos atrás. É como se a pena para essa desobediência fosse a desqualificação moral, os ataques pessoais e a violência. É como se o tempo todo estivessem dizendo: a política não lugar das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum que mulheres na política sejam ofendidas e desqualificadas a partir de elementos da sua vida pessoal - com uma rigorosa observação em relação ao seu estado civil, sua sexualidade e sua dedicação ao trabalho doméstico -; ou com adjetivos que em nada podem adjetivar sua atuação política. Esse constrangimento imposto às mulheres tem o objetivo nítido de restringir sua presença no “masculino” espaço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chargista e o blogueiro utilizam-se do machismo para desqualificar o comportamento político da candidata Dilma Roussef, por isso colocam-se entre aqueles que consideram intolerável a presença das mulheres nos espaços públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela sua história de luta contra qualquer forma de discriminação, a Diretoria de Mulheres da UNE condena a charge e sua publicação, esperando que a campanha eleitoral não seja marcada pelo derespeito a inúmeras brasileiras que ousaram desafiar neste ano de 2010 o machismo presente na política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretoria de Mulheres da UNE&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-8063858589087638160?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/8063858589087638160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=8063858589087638160' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8063858589087638160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8063858589087638160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/nota-de-repudio.html' title='Nota de repúdio'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-9046648994636766791</id><published>2010-07-12T07:06:00.000-07:00</published><updated>2010-07-12T07:18:01.204-07:00</updated><title type='text'>Cinema</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TDsj6nqNy5I/AAAAAAAAAh4/HBgAzgmnzrk/s1600/lostintranslation-1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 280px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TDsj6nqNy5I/AAAAAAAAAh4/HBgAzgmnzrk/s400/lostintranslation-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493023660493884306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cliliam%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt; 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 &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Gostaria de escrever sobre alguns sentimentos ou, como diria Adriana Calcanhoto, de algumas sentimentalidades. Mas acabo de notar que terei de definir o que é o amor para mim. Bom lá vai: o amor para mim é algo incondicional sempre, se não for incondicional não é amor. Explico-me, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;se disser que é, quer a felicidade do outro&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;mesmo que não seja com você, por você ou para você. Por isso digo que o amor é incondicional. Bom, agora definido claramente o que é o amor &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;para mim, e que é apenas para mim, não tenho a menor pretensão aqui de ditar regras mesmo porque não &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;cabe &lt;st1:personname productid="em mim. Eu" st="on"&gt;em mim. Eu&lt;/st1:personname&gt; gostaria de escrever sobre um sentimento que está entre a amizade e o amor e não é a paixão, pois não tenho &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;pretensões de escrever sobre as paixões.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Bem, eu me pergunto o que ocorre no universo quando duas pessoas se olham e têm a nítida impressão de se conhecerem de não sei de onde, tão pouco elas. Mas é uma afinidade, de outras vidas quem sabe.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Como em “Anjo de Vidro”, quando o garçom acha estar vendo sua falecida esposa, quando serve o jovem policial. Bom, “Anjo de Vidro” é um filme de Chazz Palminteri. Drama, de 2004, com Penélope Cruz e Susan Sarandon, que conta a história das vidas de cinco pessoas que se cruzam e elas têm a chance de mudar de rumo na noite de natal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Se já viu o filme veja outra vez e responda de que sentimento se trata?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Bom, ou como “Encontros e desencontros” em que dois estranhos e diferentes resolvem se fazer companhia, sem maiores pretensões, e o público espera uma transa qualquer que não ocorre. Bem, “Encontros e Desencontros” é um filme de Sofia Coppola. Comédia, de 2004, com Bill Murray e Scarlett Johansson.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Se já viu o filme veja outra vez e responda de que sentimento se trata o filme? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ou como em “Cerejeiras em Flor”, em que aquele senhor depois de tantas desventuras conquista a amizade de uma jovem, essa conquista fica como se fosse apenas para seu rito de passagem, é realmente encantador. Hanami - “Cerejeiras em Flor” é um drama dirigido pela alemã Doris Dorrie, cineasta de sucesso nos anos 80. O filme foi indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2008, e exibido na 32ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Responda de que sentimento se trata também neste filme? Bom, vai ver é de solidão, com diz a escritora Martha Medeiros. Em um de seus textos do livro Doidas e Santas, página 98, ela escreve sobre o filme “Eu, você e todos nós” (dirigido por Miranda July), de uma forma belíssima que não me atrevo a também escrever sobre este filme, mas fica aqui a dica desse filme, penso que a temática &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;de “Eu, você e todos nós”. Se não tudo a ver, algo bastante próximo, desta solidão da alma, do espírito, que nem sempre temos idéia que também passamos no dia a dia. Vale dizer que o texto de Martha, sem dúvida, tem sua leitura sugerida junto a este presente texto. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Seja como for, ficam aqui as minhas dicas de filmes, divirtam-se e até uma próxima oportunidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Zaida Michel de Moraes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Estudante do último semestre de bacharelado de filosofia da UFJF. &lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Juiz de Fora – Minas Gerais, 11 de julho de 2010. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-9046648994636766791?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/9046648994636766791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=9046648994636766791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9046648994636766791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/9046648994636766791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/cinema.html' title='Cinema'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TDsj6nqNy5I/AAAAAAAAAh4/HBgAzgmnzrk/s72-c/lostintranslation-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-8537422112273955134</id><published>2010-07-08T09:33:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T09:12:31.790-07:00</updated><title type='text'>Que bola fora hein, Felipe!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Copa do Mund&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TDX_R6IL7nI/AAAAAAAAAhg/wJD381pJdzQ/s1600/bola-murcha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491576003774639730" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 143px; height: 129px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TDX_R6IL7nI/AAAAAAAAAhg/wJD381pJdzQ/s400/bola-murcha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o de 2010 acabou para a seleção brasileira. E como é comum depois de derrotas, os torcedores buscam culpados para o fracasso do nosso time. Dunga? Kaká? Felipe Melo? Não vamos nos arriscar a bater o martelo e dar o veredicto sobre o grande vilão da seleção canarinho. Mas podemos dizer, sem nenhum medo de errar, que o jogador Felipe Melo fez um grande gol contra ao comparar a criticada bola jabulani às mulheres. Pois é, para quem não se lembra, em uma coletiva de imprensa o jogador deu a seguinte declaração: “A outra bola é igual a mulher de malandro: você chuta e ela continua ali. Essa de agora é igual a Patricinha, que não quer ser chutada de jeito nenhum!”.&lt;br /&gt;O teor machista desta frase parece ter sido ignorado por grande parte da imprensa, que repercutiu apenas a crítica à bola. Isto é inaceitável em qualquer momento e ainda mais quando se investiga o envolvimento do goleiro Bruno no desaparecimento de Eliza Samudio. Ah, vale lembrar que o mesmo goleiro saiu em defesa do amigo Adriano, acusado de agredir a então namorada! Com a maior naturalidade do mundo, Bruno questionou: “Quem nunca saiu na mão com a mulher?”. Para agravar a situação o jogador deu essa declaração na véspera do Dia Internacional das Mulheres.&lt;br /&gt;Apesar das leis, as estatísticas mostram que as mulheres continuam sendo vítimas da violência de pais, maridos e namorados. Para se ter uma ideia de como a situação é grave, no último dia quatro o site do &lt;a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_capas&amp;amp;view=capas&amp;amp;tplay=sub&amp;amp;capaid=7&amp;amp;Itemid=32"&gt;Instituto Patrícia Galvão&lt;/a&gt; trouxe a informação de que em dez anos, dez mulheres foram assassinadas por dia no Brasil, média que fica acima do padrão internacional. A motivação geralmente é passional. Estes são alguns dos resultados do estudo intitulado Mapa da Violência no Brasil 2010, realizado pelo Instituto Zangari, com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (DataSUS).&lt;br /&gt;A derrota brasileira na Copa do Mundo de 2010 é fato consumado, não há mais nada a ser feito, é algo a ser deixado de lado. O que não dá para ser deixado de lado é o machismo e a violência contra a mulher. Não podemos aceitar que declarações como essas sejam consideradas “normais”. Não existe mulher que goste ou que mereça apanhar! Não há nada de natural em “sair na mão” com a mulher! A violência contra a mulher precisa ser erradicada. Para isso, é preciso que estejamos todas unidas, cobrando responsabilidade social da mídia e dos governantes e rechaçando toda e qualquer declaração machista. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;Por Fernanda Coelho &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-8537422112273955134?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/8537422112273955134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=8537422112273955134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8537422112273955134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/8537422112273955134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/que-bola-fora-hein-felipe.html' title='Que bola fora hein, Felipe!'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TDX_R6IL7nI/AAAAAAAAAhg/wJD381pJdzQ/s72-c/bola-murcha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-5998425290115609940</id><published>2010-07-01T07:24:00.000-07:00</published><updated>2010-07-01T15:45:07.902-07:00</updated><title type='text'>Viva, viva a comunicação alternativa - e feminista!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCy75dPkbLI/AAAAAAAAAhQ/L-fcA54iug0/s1600/com.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCy75dPkbLI/AAAAAAAAAhQ/L-fcA54iug0/s400/com.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488968641634659506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCy3rw7GEZI/AAAAAAAAAhI/y4oAZFlWJGY/s1600/helena.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;A Internet vem sendo utilizada, cada vez mais, pelos movimentos sociais como ferramenta para difusão de comunicação alternativa - aquela cujo conteúdo representa oposição ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;status quo&lt;/span&gt;. Além dos sites e blogs, atualmente é possível informar-se sobre assuntos que não são veiculados na grande mídia através do Twitter, a exemplo do &lt;a href="http://www.mst.org.br/"&gt;Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)&lt;/a&gt;, um dos movimentos pioneiros no Brasil a utilizar a rede mundial dos computadores como mídia e que hoje pode ser lido também na &lt;a href="http://twitter.com/Mst_Oficial"&gt;versão 140 caracteres&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.sof.org.br/marcha/?pagina=historico"&gt;articulação brasileira da Marcha Mundial das Mulheres&lt;/a&gt; não ficou pra atrás. Além da já ampla utilização da rede para divulgação de &lt;a href="http://www.sof.org.br/publica/52.pdf"&gt;boletins&lt;/a&gt;, publicações e agenda de trabalho, agora também tem investido no Twitter, não apenas para circulação de informações, mas para &lt;a href="http://twitpic.com/212t7z"&gt;cobertura de eventos em tempo real&lt;/a&gt;, tanto através do &lt;a href="http://twitter.com/marchamulheres"&gt;perfil oficial da MMM-BRA&lt;/a&gt;, como também através das páginas pessoais de suas militantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Tica Moreno, militante da MMM-São Paulo, &lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cliliam%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;é importante publicar “ao vivo”, pois possibilita que muitas militantes fiquem sabendo das notícias imediatamente. Segundo Tica, “o perfil da Marcha Mundial das Mulheres tem mais de 800 seguidores que, não necessariamente, entram no site da Marcha. Além disso, ela ressalta a importância da ferramenta “Retweet”, através da qual é possível transmitir as mensagens de outras pessoas para as/os “seguidoras/es” de seu perfil no site. Dessa forma, aposta no potencial do “RT”, através das/os chamadas/os “formadoras/es de opinião”, os quais contribuem diretamente para a circulação das informações em suas redes de seguidores/as.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siga-nos e contribua para fortalecer essa rede feminista!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por: Bruna Provazi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Feministas no Twitter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://twitter.com/marchamulheres&lt;br /&gt;http://twitter.com/ticamoreno&lt;br /&gt;http://twitter.com/brunaprovazi&lt;br /&gt;http://twitter.com/carolradd&lt;br /&gt;http://twitter.com/analimapimentel&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;http://twitter.com/mariliaxicara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blogs da Marcha pelo Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cliliam%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 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 &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://mmm-rs.blogspot.com/"&gt;http://mmm-rs.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;MMM-UFBA&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.mmmufba.blogspot.com/"&gt;http://www.mmmufba.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;MMM-Pará&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.mulheresemmarcha.blogspot.com/"&gt;http://www.mulheresemmarcha.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;MMM-RJ&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://marchamundialdasmulheres-rj.blogspot.com/"&gt;http://marchamundialdasmulheres-rj.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-5998425290115609940?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/5998425290115609940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=5998425290115609940' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5998425290115609940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/5998425290115609940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/07/viva-viva-comunicacao-alternativa-e.html' title='Viva, viva a comunicação alternativa - e feminista!'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCy75dPkbLI/AAAAAAAAAhQ/L-fcA54iug0/s72-c/com.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-2030352358405738858</id><published>2010-06-22T08:05:00.000-07:00</published><updated>2010-07-01T07:59:08.679-07:00</updated><title type='text'>Mulheres na luta para mudar a universidade</title><content type='html'>Há quem diga que não existe machismo na Universidade, alguns acreditam que ele nunca existiu, outros que ele já está superado. Infelizmente essa não é a realidade encontrada por nossas jovens nas faculdades: inúmeras provas nos mostram que o machismo ainda está muito presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nós, mulheres, ainda somos minorias nos postos de liderança – nas reitorias, chefias de departamentos, faculdades, Quantas mulheres reitoras conhecemos? Mesmos nos cursos majoritariamente ocupados por mulheres, muitos homens acabam se mantendo nos cargos de direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O currículo de grande parte dos cursos de graduação não possui recorte de gênero. Disciplina que discute gênero, quando existente, se resume a uma eletiva. E depois de formadas? Recebemos salários em media 30% inferiores aos dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nos trotes, das(os) calouras(os), as brincadeiras são muito mais agressivas e humilhantes para as mulheres. Cartazes de chopadas com fotos de mulheres semi-nuas ao lado de uma caneca de cerveja, nos resumindo a uma simples mercadoria, nos da certeza de que o machismo presente na sociedade também esta presente na universidade! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCDSNMn2KNI/AAAAAAAAAg4/JYPC46vLm4A/s1600/imagem+EME-RJ.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 198px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCDSNMn2KNI/AAAAAAAAAg4/JYPC46vLm4A/s200/imagem+EME-RJ.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485615470305749202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias 26 e 27 de junho o Maria Maria Mulheres em Movimento estará no Rio de Janeiro no I encontro de mulheres da UEE-RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro será realizado no campus do fundão Educação Fisica da UFRJ, pela UEE-RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                         Inscrições e mais informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                emeueerj.wordpress.com&lt;br /&gt;                                                    emeueerj@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-2030352358405738858?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/2030352358405738858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=2030352358405738858' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/2030352358405738858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/2030352358405738858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/06/mulheres-na-luta-para-mudar.html' title='Mulheres na luta para mudar a universidade'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TCDSNMn2KNI/AAAAAAAAAg4/JYPC46vLm4A/s72-c/imagem+EME-RJ.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-6093788961645694707</id><published>2010-06-16T08:27:00.000-07:00</published><updated>2010-06-16T08:37:30.065-07:00</updated><title type='text'>Moção de Repúdio ao Estatuto do Nascituro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBjuS-S9b1I/AAAAAAAAAgw/37TMHoDs5LA/s1600/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 103px; height: 118px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBjuS-S9b1I/AAAAAAAAAgw/37TMHoDs5LA/s200/imagem.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483394556051156818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A Marcha Mundial das Mulheres repudia com indignação o Projeto de Lei (PL) de autoria do Deputado Luiz Bassuma (PV-BA) e Miguel Martini (PHS-MG), que propõe instituir o Estatuto do Nascituro. O PL passa a considerar sujeito pleno de direito o óvulo fecundado, ou seja, o concebido e não nascido passa a ter mais direitos do que a mulher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tal PL pretende ainda legalizar, a violência sexual, especialmente o estupro que sofrem as mulheres. Tornando inadmissível o aborto conseqüente desta violação e instituindo o pagamento de auxilio para sustentação do nascido até os 18 anos. A “Bolsa Estupro”, como é conhecida pelos movimentos de mulheres, reforçará que a punição recairá sobre a própria mulher. A bolsa terá que ser paga pelo agressor e caso não o faça o ônus recairá sobre o Estado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Afora a hipocrisia, se destaca a pretensão do legislador em querer determinar quando começa a vida, coisa que nem a ciência ousou fazer. Ao analisar os dispositivos desta proposta cai por terra o discurso de “proteção da vida”, pois não se vê nada além do que já tratam as legislações vigentes, sobre direitos de personalidade, direito de saúde e patrimoniais dos recém nascidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Caso aprovado fica proibido ainda qualquer manifestação que trate do assunto Aborto, cerceando o direito do debate quesito fundamental na democracia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Entendemos que a proposta do “Estatuto do nascituro” deve ser rechaçada, pois ela significa mais um dos ataques dos conservadores, machistas e opressores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Condena as mulheres à submissão, mantendo-as expostas à violência;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Reflete a omissão do legislativo diante do aborto como elemento de preservação da vida das mulheres e de garantia da autonomia;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Golpeia a democracia, a igualdade e a justiça, atingindo bens e valores construídos historicamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O avanço rumo à aprovação do chamado “Estatuto do Nascituro”, deve ser visto como ameaça aos direitos das mulheres. Nele, estão reunidas as pautas mais retrogradas e de submissão, ostentadas pelo patriarcado e as instituições que o perpetuam, ao longo dos séculos: controle sobre o corpo das mulheres, a institucionalização da violência sexual e o domínio sobre o destino das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Direito ao nosso corpo. Legalizar o aborto!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Marcharemos até que todas sejamos inteiramente LIVRES!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-6093788961645694707?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/6093788961645694707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=6093788961645694707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6093788961645694707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/6093788961645694707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/06/mocao-de-repudio-ao-estatuto-do.html' title='Moção de Repúdio ao Estatuto do Nascituro'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBjuS-S9b1I/AAAAAAAAAgw/37TMHoDs5LA/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-1128485744109333698</id><published>2010-06-13T14:39:00.000-07:00</published><updated>2010-07-08T09:57:31.573-07:00</updated><title type='text'>Pela união das mulheres</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBVTBkDZ_TI/AAAAAAAAAgg/4IRjz41K6yI/s1600/violencia+contra+a+mulher.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482379407716384050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 148px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBVTBkDZ_TI/AAAAAAAAAgg/4IRjz41K6yI/s200/violencia+contra+a+mulher.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="CONTENT-TYPE"&gt;&lt;meta content="BrOffice.org 3.1  (Win32)" name="GENERATOR"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; COLOR: rgb(102,0,0); LINE-HEIGHT: 150%" align="center"&gt;  &lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="CONTENT-TYPE"&gt;&lt;meta content="BrOffice.org 3.1  (Win32)" name="GENERATOR"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(153,0,0)"&gt;Em um país onde uma em cada cinco brasileiras declara espontaneamente já ter sofrido algum tipo de violência por parte de um homem, e onde a cada 15 segundos uma mulher é espancada por um homem, é revoltante encontrar nas livrarias brasileiras uma obra intitulada “'Por que a Mulher Gosta de Apanhar' e Outras Reportagens dos Anos 1960 e 1970”. Mais revoltante ainda saber que o livro foi escrito por uma mulher, a jornalista Christina Autran que fez carreira em importantes veículos como Jornal do Brasil, Manchete e O Estado de São Paulo. Por aí, há de se ter uma ideia do discurso machista que ela deve ter impregnado nossa sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; COLOR: rgb(153,0,0); LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;Por mais que o título do livro faça uma referência clara à Nélson Rodrigues, que disse à autora a seguinte frase: “Evidentemente, quando eu digo que a mulher gosta de apanhar, eu não quero dizer apanhar a toda hora, a todo instante e de todo mundo. Ela gosta de apanhar do ser amado”, esta não é uma sentença que nos representa. Nós não precisamos disso. E, mais, repudiamos qualquer alusão ao fato de que gostamos de apanhar por não se tratar da nossa verdade.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; COLOR: rgb(153,0,0); LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;Quem já apanhou do ser amado ou está unido/unida à luta das mulheres no combate à violência, se indigna ao se deparar com coisas assim. Segundo dados da Fundação Perseu Abramo “a responsabilidade do marido ou parceiro como principal agressor varia entre 53% (ameaça à integridade física com armas) e 70% (quebradeira) das ocorrências de violência em qualquer das modalidades investigadas, excetuando-se o assédio. Outros agressores comumente citados são o ex-marido, o ex-companheiro e o ex-namorado, que somados ao marido ou parceiro constituem sólida maioria em todos os casos”.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; COLOR: rgb(153,0,0); LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;O título parece ser uma jogada de marketing, já que trata de reportagens com artistas, poetas, escritores e escritoras, dramaturgos e jornalistas e não propriamente sobre a violência contra a mulher. Com a conivência ou não da autora, é clara a maneira opressora com que a editora, cunhada de um machismo presunçoso, tenta emplacá-lo no mercado. Bater em mulher é crime e dá cadeia. Publicar um livro com este título é um desserviço a nossa sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; COLOR: rgb(153,0,0); LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;Basta desta sociedade machista, patriarcal e conservadora. Venha caminhar conosco em prol de uma convivência mais justa e igualitária a todas as mulheres. Ainda há muito por fazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; COLOR: rgb(153,51,153); LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: right"&gt;Por Claudia Figueiredo&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2877263228408389273-1128485744109333698?l=mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/feeds/1128485744109333698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2877263228408389273&amp;postID=1128485744109333698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1128485744109333698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2877263228408389273/posts/default/1128485744109333698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mariamariamulheresemmovimento.blogspot.com/2010/06/pela-uniao-das-mulheres.html' title='Pela união das mulheres'/><author><name>Maria Maria - Mulheres em Movimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06112198492335480337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBVTBkDZ_TI/AAAAAAAAAgg/4IRjz41K6yI/s72-c/violencia+contra+a+mulher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2877263228408389273.post-485796639035151887</id><published>2010-06-10T08:06:00.000-07:00</published><updated>2010-06-10T08:58:50.936-07:00</updated><title type='text'>Grupo de Estudos Feministas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sof.org.br/marcha/mimeSite.php%3FimageId%3D85494889%26imageMime%3Dimage/jpeg%26noImage%3Dcapa_livro.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.sof.org.br/marcha/%3Fpagina%3Dinicio%26idNoticia%3D402&amp;amp;usg=__VBKazPp2BBMFxNs3Wdbl5pwAJ4A=&amp;amp;h=817&amp;amp;w=510&amp;amp;sz=64&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=_SfcDGLAkS0HQNdYFZTqjA&amp;amp;um=1&amp;amp;itbs=1&amp;amp;tbnid=Q5C2klPbP0CYmM:&amp;amp;tbnh=144&amp;amp;tbnw=90&amp;amp;prev=/images%3Fq%3D%25E2%2580%259CAs%2Borigens%2Be%2Ba%2Bcomemora%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BDia%2BInternacional%2Bdas%2BMulheres%25E2%2580%259D%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG%26tbs%3Disch:1&amp;amp;ei=WQYRTMHkIITGlQerlbnsBw"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 125px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBELXM8YDyI/AAAAAAAAAgY/C1jZWyX7JZs/s200/livro.php" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481174714725961506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:georgia;" &gt;De 15 em 15 dias, às segundas-feiras, nós militantes no Maria Maria,nos reunimos com o grupo de Estudos Feministas, na sala de jornalismo da Faculdade de Comunicação da UFJF&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: georgia; color: rgb(153, 51, 153); text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;São diversas as mulheres presentes, professoras, graduandas, mestrandas, vindas de diferentes cursos. Todas com um mesmo interesse: estudar mais sobre as mulheres e as lutas feministas, que deverá ter como resultado o combate da desigualdade de gênero,  ainda tão presente na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: georgia; color: rgb(153, 51, 153); text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: georgia; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Todas, não só as que tem a completa noção do fato, mas todas as mulheres já tiveram algum tipo de contato com a violência contra a mulher, seja ela física ou verbal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p face="georgia" style="color: rgb(153, 51, 153); font-family: georgia; text-align: justify;" class="western"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: georgia; color: rgb(153, 51, 153); text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Vivemos em meio uma completa desigualdade decorrente de traços culturais, como o patriarcalismo, deixados como herança de civilizações antigas. As mulheres foram excluídas de certos privilégios e, principalmente, direitos, os quais eram atribuídos apenas a homens. Cabia a elas, portanto, serem preparadas apenas para se casar e viver de forma submissa em função de seu marido e de seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Esse semestre, estamos discutindo o livro “&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;”, de Ana Isabel Álvarez González, e a discutir a origem dessa data de luta, cuja comemoração muitas vezes  é mal interpretada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia; color: rgb(153, 51, 153);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia; color: rgb(153, 51, 153);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.mulheresnopoder.com.br/?tag=dia-internacional-da-mulher"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 250px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBEG2L7RYyI/AAAAAAAAAf4/C-hMl12sSPk/s320/8.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481169749470700322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Procuramos, ao longo da discussão dos capítulos, traçar um paralelo com a sociedade atual e o modo  pelo qual ainda vivemos e, cada vez mais, constatamos que os avanços já conquistados pelas mulheres são ínfimos perto do que ainda queremos alcançar. O machismo presente está enraizado na vida não só dos homens, como também de muitas mulheres, fruto de uma sociedade machista, patriarcal e conservadora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  A maneira de ser, de se vestir, de se alimentar, é um elemento central nas práticas educacionais, pois cada gesto tem um significado que reflete no aspecto exterior, e no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tornar-se mulher&lt;/span&gt;, condição feminina imposta a todo tempo às mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  No primeiro capítulo estudamos o Incêndio da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Triangle Shirtwaist Compay&lt;/span&gt; e a crianção do mito do 8 de março. Incendio o qual pôs fim à vida de 146 operárias(os), sendo a maioria - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;cerca  de 123 - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  O que isso tem a ver com os nossos dias? As péssimas condições de trabalho. No acidente ocorrido na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Triangle&lt;/span&gt;, em 1911, está clara a exploração do operariado e as más condições presentes, já que o prédio onde ocorreu o incendio, e quase nenhum outro,  cumpria as normas trabalhistas exigidas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://pimentanegra.blogspot.com/2008/08/portugal-o-segundo-pas-da-unio-europeia.html"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 183px; height: 289px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBEKAa6CzcI/AAAAAAAAAgA/_rYsW4K8Gbs/s320/discrimina%C3%A7%C3%A3oHeM.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481173223825657282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; No mercado de trabalho, a desigualdade entre os gêneros se encontra mais explícita: as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;mulheres compõe mais da metade da classe trabalhadora desempregada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;,  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;a maioria da população que ganha um salário mínimo ou menos - principalmente as negras -, e não pára por aí. As mulheres ganham em média 30% a menos que os homens que ocupam a mesma função, ainda que com mais anos de estudos. E ainda nos perguntam &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O que as mulheres ainda querem?&lt;/span&gt;"!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="georgia" style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogdaelisa.files.wordpress.com/2009/06/maetrabalho21.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 207px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBEKlbWVPlI/AAAAAAAAAgQ/70-eTWjNCjs/s320/muie.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481173859599466066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  No segundo capítulo (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os teóricos socialistas e a questão da mulher&lt;/span&gt;), fizemos um levantamento histórico sobre a origem do feminismo nos partidos socialistas, e refletimos sobre a existência de diferenças relevantes entre o feminismo burguês e o feminismo operário. Encontramos os argumentos de que não há socialismo sem o feminismo, e não há feminismo sem o socialismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: georgia;" class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  No último encontro, discutimos o terceiro capítulo (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As origens do Dia Internacional das mulheres: A comemoração do Woman´s Day Americano)&lt;/span&gt;. Aproveitamos o ponto referente ao movimento sufragista e à conquista das mulheres do direito ao voto e falamos sobre as próximas eleições presidenciais, na qual teremos duas candidatas concorrendo ao cargo executivo brasileiro. Nos questionamos em até que ponto essas candidatas se apresentam  como avanços feministas. Não basta ser mulher para nos representar, é necessário que defendam nossos direitos, levantem nossas bandeiras de liberdade, de igualdade e de autonomia do nosso corpo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western" lang="pt-BR"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBEF_3JXqZI/AAAAAAAAAfo/cTPLcod_q3Y/s1600/marina-e-dilma.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 374px; height: 344px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DebPSEzZLtQ/TBEF_3JXqZI/AAAAAAAAAfo/cTPLcod_q3Y/s400/marina-e-dilma.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481168816179751314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western" lang="pt-BR"&gt;&lt;a hr
